<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:g-custom="http://base.google.com/cns/1.0" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" version="2.0">
  <channel>
    <title>oncadagua</title>
    <link>https://www.oncadagua.org.br</link>
    <description />
    <atom:link href="https://www.oncadagua.org.br/feed/rss2" type="application/rss+xml" rel="self" />
    <item>
      <title>UM SÓCIO HONORÁRIO MUITO ESPECIAL</title>
      <link>https://www.oncadagua.org.br/um-socio-honorario-muito-especial</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            UM SÓCIO HONORÁRIO MUITO ESPECIAL
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                                             
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Texto de:  
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Angélica Beatriz Corrêa Gonçalves e Mauricio José Alexandre de Araújo 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Sócios fundadores da Onça D’água
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp-Image-2026-02-18-at-00.29.27--2820-29.png"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como muitos sabem, a Associação Onça D’água (OD) foi concebida a partir de um ideal de conservação do Cerrado que encontrou endosso na amizade e irmandade de um grupo que acreditou na possibilidade de fazer algo a mais pela Natureza do Tocantins.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Desde então, decorreram 23 anos de voluntariado, aprendizados e muitas ações, primando pela proteção do Cerrado por meio de ações de conservação e do fortalecimento  das comunidades rurais e suas iniciativas produtivas sustentáveis, em especial nos territórios em Unidades de Conservação da Natureza.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Nesse contexto, o Parque Estadual do Cantão e a APA Ilha do Bananal/Cantão, ambas unidades localizadas na região oeste do Tocantins, foram inspiração para a Onça D’água (OD), na construção do propósito de conservação da biodiversidade em integração direta e divisão de responsabilidade com as pessoas envolvidas e aliadas da conservação do Cerrado.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Mas, existiram outras inspirações, e uma delas, dentre as mais significativas, foi a trajetória do Sr. Allen Putney, um profissional impecável, que posteriormente tornou-se um amigo especial. Com uma vasta experiência em planejamento de áreas protegidas na América Latina (17 países), Allen esteve durante 8 (oito) meses no Tocantins, quando liderou a elaboração do plano de manejo do Parque Estadual do Cantão, entre os anos de 2000 e 2001, e quando tivemos a oportunidade de acompanhá-lo em campo. Nesse período, em sua companhia conhecemos também Lilia Abella Putney, Conselheira Educacional, esposa e parceira nas expedições, e que nos ensinou com sábios conselhos para a vida, a exemplo deste inesquecível:
           &#xD;
      &lt;i&gt;&#xD;
        
            “Trata de hacer lo mellor que pueda sem esperar recognition. Mas facil decir que hacer.. pero asi uno puede seguir adelante”.
           &#xD;
      &lt;/i&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Com Allen aprendemos sobre qualidade e técnica aprimorada; sobre a seriedade do planejamento e o compromisso com a execução efetiva da coisa planejada; sobre a coerência da gestão em campo, que se deve fazer estando e vivenciado a realidade em campo; sobre a sensibilidade e respeito com todos os interesses envolvidos.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           No ano de 2025, tivemos a honra e satisfação em acompanhar Allen e Lilia em uma visita ao Parque Estadual do Cantão e seu entorno, passados mais de vinte anos desde que estiveram pela primeira vez no estado. E ainda os acompanhamos em visita ao Parque Nacional da Serra da Capivara, em São Raimundo Nonato, Piauí, um desejo que Allen ambicionava há anos realizar.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Na constituição social da Onça D’água (OD), uma das categorias de sócios é a de
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            “sócio honorário”,
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           assim conceituado:
           &#xD;
      &lt;i&gt;&#xD;
        
            “pessoas físicas ou jurídicas que, pela elaboração ou prestação de relevantes serviços à causa ambiental, fizeram jus à esse título, a critério da diretoria, e ratificado pela assembleia geral”
           &#xD;
      &lt;/i&gt;&#xD;
      
           . Na Ata de Assembleia Geral Extraordinária da OD, de 16 de fevereiro de 2003, consta a apresentação da carta de aceitação do Sr.
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Allen Putney
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           , membro da UICN (União Internacional para a Conservação da Natureza), para ser
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            sócio honorário da Onça D'água
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           (Pág 3), aprovada unanimemente.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Compartilhamos esse breve relato com o intuito de demonstrar nosso respeito e admiração pela vida e profissionalismo, dedicados às áreas protegidas, do Sócio Honorário da Associação Onça D’água, Allen Putney, e nosso reconhecimento e gratidão à sua esposa Lilia Abella Putney, pela amizade, sabedoria compartilhada e companheirismo. Que a trajetória de ambos continue sendo uma inspiração para nossas vidas e de todos que se dedicam à fazer algo a mais por um mundo melhor, abraçando as causas socioambientais.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Biografia:
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             Allen Putney
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            - Aposentou-se após cinco décadas na área de gestão ambiental, com experiência em planejamento, gestão, capacitação e financiamento sustentável relacionados a recursos naturais. Durante as últimas duas décadas de sua carreira, Allen trabalhou como consultor internacional autônomo, com projetos que incluíram programas internacionais e trabalhos de campo na Mesoamérica e América Latina (17 países), Caribe Insular (25 ilhas), Oriente Médio (2 países), África (2 países) e Sudeste Asiático (1 país). Anteriormente, trabalhou em organizações não governamentais, universidades, organizações das Nações Unidas e agências governamentais. Desde a década de 1980, o Sr. Putney atuou como voluntário na Comissão Mundial de Áreas Protegidas da União Internacional para a Conservação da Natureza (WCPA/UICN), primeiro como Vice-Presidente para o Caribe, depois como Líder da Força-Tarefa sobre os Valores Culturais e Espirituais das Áreas Protegidas e, finalmente, como Vice-Presidente para o Patrimônio Mundial.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            No Brasil, realizou as seguintes missões:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;ul&gt;&#xD;
        &lt;li&gt;&#xD;
          &lt;span&gt;&#xD;
            
              Chefe de Equipe da Consultoria, “Convergência Sustentabilidade Ltda”, para o Desenvolvimento de Modelos Públicos-Privados para o Manejo e Financiamento de Parques Estaduais geridos pelo Naturatins, Estado de Tocantins, Brasil , financiado pelo Banco Mundial (6 meses).
             &#xD;
          &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;/li&gt;&#xD;
        &lt;li&gt;&#xD;
          &lt;span&gt;&#xD;
            
              Consultor do WWF para recomendar um programa para o financiamento sustentável das Áreas Protegidas da Amazônia, com ênfase no Brasil, Bolívia e Peru (2 meses). 
             &#xD;
          &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;/li&gt;&#xD;
        &lt;li&gt;&#xD;
          &lt;span&gt;&#xD;
            
              Consultor da UICN (União Internacional para a Conservação da Natureza), financiado pela UNESCO, para avaliar o Parque Nacional Chapada dos Veadeiros no Brasil proposto para inclusão na lista de Sítios de Patrimônio da Humanidade (2 semanas).
             &#xD;
          &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;/li&gt;&#xD;
        &lt;li&gt;&#xD;
          &lt;span&gt;&#xD;
            
              Consultoria para a Secretaria de Planejamento, Tocantins, Brasil, para liderar a elaboração do Plano de Manejo e Plano Financeiro para o Parque Estadual do Cantão com financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (8 meses).
             &#xD;
          &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;/li&gt;&#xD;
      &lt;/ul&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h1&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Um passeio no Parque Estadual do Cantão - PEC, Caseara-TO. Visitando cabanas na trilha e curtindo as águas mornas do Rio do Coco.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h1&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h1&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           No Centro de Visitantes do PEC, Lilia Abella Putney registrando a visita, com os amigos Estela e Alberto Quintino, que se juntaram
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h1&gt;&#xD;
  &lt;h1&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
            a nós nessa aventura. Em Palmas-TO, visitamos a Exposição Cerrado Vivo, na galeria de artes do SESC,  e, em Filadélfia - TO,
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h1&gt;&#xD;
  &lt;h1&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           fomos recebidos na sede do Monumento Natural Estadual das Árvores Fossilizadas.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h1&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h1&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           No Parque Nacional Serra da Capivara, em São Raimundo Nonato - PI. Patrimônio da Humanidade e uma das mais bonitas e efetivas
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h1&gt;&#xD;
  &lt;h1&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Unidades de Conservação da Natureza no Brasil. Acompanhados do melhor dos guias, o Arqueólogo Marcelo Alves.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h1&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp-Image-2026-02-18-at-00.29.27--2825-29.png" length="2469806" type="image/png" />
      <pubDate>Wed, 18 Feb 2026 22:03:52 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.oncadagua.org.br/um-socio-honorario-muito-especial</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2026-02-18+at+00.29.27+%2825%29.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp-Image-2026-02-18-at-00.29.27--2825-29.png">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>MUITO ALÉM DA COP 30: O que a Associação Onça D’água (OD) presenciou nas agendas da Conferência das Partes em Belém do Pará e o que isso tem a ver com nosso futuro.</title>
      <link>https://www.oncadagua.org.br/muito-alem-da-cop-30-o-que-a-associacao-onca-dagua-od-presenciou-nas-agendas-da-conferencia-das-partes-em-belem-do-para-e-o-que-isso-tem-a-ver-com-nosso-futuro</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           MUITO ALÉM DA COP 30
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           O que a Associação Onça D’água (OD) presenciou nas agendas da Conferência das Partes 
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           em Belém do Pará e o que isso tem a ver com nosso futuro.
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A experiência de estar em Belém participando da 30ª Conferência das Partes,  foi uma atividade desejada e planejada por nós, primeiramente pela curiosidade em compreender a dinâmica e evolução das discussões diplomáticas entre os países signatários e o andamento dos acordos sobre as mudanças climáticas, e, segundo, porque o evento acontecer no Brasil seria um marco para o momento histórico e decisivo frente à crise climática mundial, em processos já tão evidentes e presentes nas vidas de todo o mundo. Queríamos estar lá.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           MAS AFINAL, O QUE É ESSA TAL “COP”?
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vamos relembrar que, a partir da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, que ocorreu no Rio de Janeiro no ano de 1992 (Rio 92), se consolidou a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) e  originou as Conferências das Partes (COP) onde os países signatários passaram a se reunir anualmente, a partir de 1995, realizando discussões e firmando acordos globais. Dentre eles, destacam-se o Protocolo de Kyoto (COP 3, ano de 1997), que estabeleceu metas de redução de emissões para países desenvolvidos, e o Acordo de Paris (COP 21,ano de 2015), que propôs esforços conjuntos para limitar o aquecimento global a 1,5°C. 
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Desde então, as COPs passaram a constituir um dos principais fóruns de negociações entre governos, setor privado e sociedade civil, na busca de soluções e compromissos para o enfrentamento aos desafios globais frente aos impactos resultantes das mudanças do clima, onde vem sendo tratados os mais diversos temas, a exemplo do financiamento climático, justiça ambiental, adaptação e mitigação de impactos. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           POR QUE UMA COP NO BRASIL?
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A escolha do Brasil para sediar a COP 30 envolveu não somente decisões políticas, já que reflete o reconhecimento internacional do papel estratégico do país nas negociações climáticas e ambientais, mas, pesou a importância ambiental da Amazônia para o equilíbrio climático mundial, esta floresta tropical, a maior do planeta, fundamental para absorção de carbono e manutenção da biodiversidade, o que reforça a importância de políticas de conservação e desenvolvimento com base na sustentabilidade, no contexto global. O Brasil detém boa parte da governança desta floresta, que ocupa uma grande  extensão de seu território. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por outro lado, devemos  considerar também a luta de representantes dos povos amazônidas em mostrar ao mundo que os territórios desta floresta, também são ocupados por pessoas, aliás, as verdadeiras donas dessas áreas. Uma COP na floresta, ainda que em ambiente urbano, possibilitou aos participantes entender quem são os povos que conseguiram manter a natureza ainda viva até chegarmos nesse período tão desafiador para a humanidade. 
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A COP 30 foi sediada em Belém, capital do Estado do Pará, no período de 10 a 21 de novembro de 2025.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp-Image-2026-01-18-at-21.32.36-7ea30c90-b1e62e75.png"/&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp-Image-2026-01-18-at-21.32.36.png"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           O QUE A OD VIU NA COP 30?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Antes de iniciar essa resposta, é válido creditar os agradecimentos à Aliança Global de Organizações da Sociedade Civil - VAC (Vozes pela Ação Climática Justa ou
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Voices for Just Climate Action
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ), por meio da qual a Associação Onça D’água foi selecionada para obtenção das credenciais de acesso desde a COP 28, realizada no ano de 2023. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A realização da COP 30 no Brasil, em Belém do Pará, foi sem dúvida um fator determinante para uma ampla participação da OD que esteve representada por cinco de seus associados, em diferentes agendas. A OD presenciou debates, painéis, palestras, manifestações, discussões  sobre mecanismos de financiamento climático, direitos dos povos, justiça climática, proteção dos biomas, conservação da biodiversidade, transição ecológica, dentre outros. Dialogou com representantes institucionais, lideranças e organizações. Prestigiou atividades culturais e marchou com os povos pelo Clima. A presença da OD na COP 30 reforça o papel da sociedade civil, de agente ativo, que acompanha e monitora as decisões e políticas de governo, atenta às propostas de soluções para o enfrentamento aos desafios ambientais locais e globais. Algumas das principais agendas que presenciamos serão descritas a seguir.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De acordo com o Calendário Temático da COP 30, os dois primeiros dias do evento foram reservados para os assuntos relacionados à “Resiliência e infraestrutura para adaptação”, com foco em: adaptação, cidades, infraestrutura, água, resíduos, governos locais, bioeconomia, economia circular, turismo. Nos dias seguintes, os temas englobaram saúde, educação, cultura, justiça, balanço ético global e responsabilidade moral na governança climática, dentre outros.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           T
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           emas Políticos na Zona Azul (Território Temporário da ONU - Espaço das negociações oficiais, cúpula de líderes e pavilhões nacionais).
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Presenciamos a Mesa
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           “O papel fundamental do combate à fome e à pobreza para a justiça climática"
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , com a presença da ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) Marina Silva e do ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, e representantes da Agência Alemanhã de Cooperação Internacional/GIZ. A ministra Marina Silva ressaltou a importância da busca de alternativas para um modelo de desenvolvimento menos insustentável e o Programa Bolsa Família foi mencionado como uma das políticas de sucesso e exemplo para o mundo no combate à fome e à inclusão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            No Pavilhão Brasil assistimos a fala do Ministro da Secretaria Geral da Presidência, Guilherme Boulos, na Mesa
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           “A mobilização popular no enfrentamento à crise climática”
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           onde defendeu o tratamento aos catadores de resíduos sólidos como agentes ambientais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Na plenária do painel
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           “Atualizações sobre o estado do clima, sustentação das observações da Terra e iniciativas relacionadas - Earth Information Day”
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            assistimos a apresentação sobre o SIPEC (Sistema Inteligente de Previsão de Extremos Climáticos) pela WMO (World Meteorological Organization) e sobre
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Sistemas integrados de observação e inovações para apoiar a previsão de eventos e Alertas Antecipados para Todos (EW4ALL)
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            pelo pesquisador Paulo Nobre, do Instituto Nacional para Pesquisa Espacial (INPE/Brasil). Ainda nesta Zona Azul, uma delegação do governo do Estado do Tocantins, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEMARH)  esteve presente com suas agendas, enfatizando os resultados do discutível e controverso Programa Jurisdicional Redd+. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h1&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h1&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Temas estratégicos nos diversos espaços de debates (Zona Verde, Casa Sul Global, Cúpula dos Povos, Agrizone).
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Diversas agendas aconteceram em espaços diversificados na cidade de Belém e a estratégia da OD foi priorizar aquelas de maior interesse de acordo com os temas abordados. Na Zona Verde (Espaço público reservado para a sociedade civil, instituições e lideranças globais) prestigiamos a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Mesa de apresentação do Levantamento Participativo sobre mudanças climáticas e impactos à saúde Timbira
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            pelo Centro de Trabalho Indigenista - CTI e Associação Wyty-Catê, ambos membros da Coalizão Vozes do Tocantins por Justiça Climática, e a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Mesa sobre estratégias para o financiamento da transição ecológica
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , pelo Instituto de Pesquisa em Estudos Culturais e Ambientais Sustentáveis da Amazônia. Assistimos o Painel
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           “Gestão e Fortalecimento da Sociobiodiversidade nas Unidades de Conservação do Estado do Pará
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ” e “
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           As Unidades de Conservação da Natureza no Equilíbrio Climático do Estado do Pará, com ênfase nas Trilhas Ecológicas como estratégia de Conservação e Política Pública e a comunicação institucional e comunitária dessas práticas”
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Na Casa Sul Global (instalado temporariamente no centro de Belém como um espaço de articulação política, mobilização, debates e produção de conhecimento em prol da justiça socioambiental) presenciamos os debates promovidos pela
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Alianza Socioambiental Fondos del sul (
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            América Latina,  África e Sudeste Asiático), com relatos dos representantes dos fundos e suas experiências. As falas foram principalmente em torno da importância da proximidade com as comunidades com as quais atuam, ressaltando ser este o fator de adaptabilidade para as respostas rápidas aos anseios dessas comunidades que acessam os fundos, uma forma de resistir aos temas prontos vindos de quaisquer instâncias. Reforçaram a lógica das responsabilidades compartilhadas. Parceiros da OD e da Coalizão Vozes do Tocantins por Justiça Climática, o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN)
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Fundo Casa Socioambiental
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , apoiadores da Casa Sul Global na COP 30, também compartilharam suas experiências de apoio e fortalecimento nos territórios.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na Cúpula dos Povos, instalada no campus da Universidade Federal do Pará, presenciamos manifestações de diferentes movimentos sociais, além de prestigiar nossas companheiras e companheiros tocantinenses da Associação dos Agricultores Familiares - AGROP, do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra - MST e do Movimento Atingidos por Barragens - MAB, presentes no evento. Composta e articulada por uma centena de organizações, nacionais e internacionais, a Cúpula dos Povos na COP 30 foi pensada como um marco para o enfrentamento da desigualdade socioambiental e do racismo estrutural, visando o avanço de políticas comuns frente à crise climática, e deixou seu recado na entrega ao presidente da COP 30 e representantes do governo brasileiro, da “
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Declaração da Cúpula dos Povos rumo à COP 30”
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , contendo propostas discutidas coletivamente e arrematando com o chamamento: “
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           É tempo de avançar de modo mais organizado, independente e unificado, para aumentar nossa consciência, força e combatividade. Este é o caminho para resistir e vencer. Povos do mundo: Uni-vos”.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Da “Cúpula das Crianças” também partiu uma carta elaborada coletivamente por cerca de 600 crianças e adolescentes, de diferentes territórios da Amazônia e de outras regiões do Brasil, que foi entregue com a seguinte mensagem:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           “Cuidem do nosso planeta agora. Queremos continuar vivos e vivas. Os adultos devem fazer sua parte, porque estamos fazendo a nossa.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           E devem nos ouvir, porque muitas vezes mandam a gente calar a boca quando tentamos falar.”
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na AgriZone, espaço organizado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) assistimos as palestras:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           “Caminhos da Sociobioeconomia: Impacto e Inovação na Amazônia”
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e a “
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Agricultura Tropical Regenerativa: Uma Resposta Brasileira à Crise Climática e à Segurança Alimentar Global”,
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           pela
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
              
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura e o Instituto Clima e Sociedade (iCS), com debates entre setores da indústria e da sociobiodiversidade atuantes em territórios indígenas e comunidades ribeirinhas, discorrendo sobre cooperação, coletividade, liderança de mulheres, valorização do artesanato brasileiro e  agrofloresta baseada em Macaúba.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ainda neste espaço, o momento mais representativo foi participar do lançamento do livro “
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Além da COP 30”
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , organizado pelo deputado federal Pedro Uczai (PT/SC)  e que contém reflexões de mais de 40 autores e autoras, dentre parlamentares, lideranças e pesquisadores, a exemplo de Célia Xakriabá, Naomi Klein, Carlos Nobre, José Marengo, Ernst Götsch e o Grupo de Análise de Conjuntura da CNBB,  que propõe uma leitura integrada sobre os desafios globais, sob a perspectiva da
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Emergência Climática e Ecologia
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           da Biodiversidade e Novas Possibilidades Agrícolas
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e das
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Energias Renováveis e Florestas Marinhas
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . De acordo com o deputado, o livro apresenta alternativas concretas para um novo modelo de desenvolvimento baseado na justiça climática e na regeneração da vida, fazendo um chamado à ação coletiva e afirmando que
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           “o tempo da neutralidade acabou”.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h1&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h1&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Agenda cultural e mais presença tocantinense
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Tivemos a satisfação de prestigiar a exposição
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           “Festa do Peixe e da Lontra”
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           do amigo e parceiro tocantinense, o fotógrafo Emerson Silva (Bento), no Centro de Cultura e Turismo Sesc Ver-o-peso, que apresentou a mitologia, crenças e imaginário do povo Krahô.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           Na Casa da Sociobioeconomia, promovida pelas organizações Conexus e WWF-Brasil, prestigiamos o painel
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           “Arte e Conservação: Inspirações das Jalapoeiras Apuradas”
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , protagonizado por artesãs das organizações Associação das Artesãs do Capim Dourado do Quilombo da Mumbuca e Associação Comunitária dos Artesãos e Pequenos Produtores de Mateiros (ACAPPM) e tendo por convidado o arquiteto Marcelo Rosenbaum, do Instituto A Gente Transforma, que juntos falaram sobre criatividade, ancestralidade, renda e conservação do Cerrado no Estado do Tocantins, destacando a força e história de persistência das mulheres do Jalapão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h1&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h1&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Nossa anfitriã e o mundo real do enfrentamento aos impactos das mudanças climáticas.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Tivemos o privilégio de sermos recebidos em Ananindeua na residência arquitetonicamente sustentável da Professora e Bióloga Dra.Vania Neu, da Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), anfitriã  e colaboradora da OD nesta passagem pela COP 30. Suas pesquisas e projetos são exemplo em práticas alternativas para o saneamento, tratamento da água, saúde e sustentabilidade junto às comunidades ribeirinhas insulares e territórios indígenas em Belém e no Estado do Pará.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dra. Vania participou de diferentes mesas, como debatedora em
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           “Política Habitacional nas Ilhas do Pará: soluções de saneamento e abastecimento de água sustentável”
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            a convite da Assembleia Legislativa do Pará, e foi painelista para o tema
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           “Vozes do Rio - Os impactos do clima nas atividades produtivas e na saúde das famílias”
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , convidada pela Universidade Federal do Pará, e também participou do painel
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           “Saneamento e Saúde na Amazônia”
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            no Museu Emílio Goeldi.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h1&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h1&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           A força da Mobilização Popular
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Arrematamos a nossa participação na COP 30 nos integrando ao
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           “Bloco do Cerrado”
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            na potente
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Marcha dos Povos pelo Clima,
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            uma atividade da programação da Cúpula dos Povos e da COP das Baixadas, palco das expressões populares e reivindicações para a construção de um futuro sustentável alicerçado pela justiça climática. Com o tema
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           “Lutar e Resistir contra os predadores da Vida disfarçados de progresso”
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            a marcha teve um percurso de 4km e foi composta por organizações da sociedade civil de todos os biomas, povos e continentes, lideranças populares, representantes governamentais, iniciativa privada, manifestantes autônomos, dentre tantos outros. É possível que tenha reunido cerca de 70 mil participantes, em um movimento intenso, sonoro, impactante, alegre, demonstrando a força da mobilização social e simbolizando o desejo coletivo de barrar a degradação ambiental no planeta.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Em Belém, entendemos a potência de uma reunião global realizada em ambiente democrático, onde a manifestação popular se apresenta como uma significativa “reunião paralela” e, sendo agentes ativos da sociedade civil, e parafraseando o chamado do livro
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           “Além da COP 30”
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , retornamos desse evento com a nossa coragem alimentada de esperança e desejosos de que
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           “o que vimos floresça em luta”,
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           porque o futuro é agora!
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Nota
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           : Na COP 30 a OD foi componente da delegação da rede Coalizão Vozes do Tocantins por Justiça Climática, apoiadas pelo Fundo Ecos/ISPN,  World Resources Institute (WRI) e Fundo Casa Socioambiental.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/COP30+TRIO.png" length="747867" type="image/png" />
      <pubDate>Mon, 19 Jan 2026 03:49:51 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.oncadagua.org.br/muito-alem-da-cop-30-o-que-a-associacao-onca-dagua-od-presenciou-nas-agendas-da-conferencia-das-partes-em-belem-do-para-e-o-que-isso-tem-a-ver-com-nosso-futuro</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2026-01-18+at+20.51.46.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/COP30+TRIO.png">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Coalizão Vozes do Tocantins participa de painéis, marcha pelo Cerrado e entrega carta ao Ministro Boulos na COP30</title>
      <link>https://www.oncadagua.org.br/coalizao-vozes-do-tocantins-participa-de-paineis-marcha-pelo-cerrado-e-entrega-carta-ao-ministro-boulos-na-cop30</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         Em Belém, a delegação da Coalizão Vozes do Tocantins teve atuação diversa em defesa da Justiça Climática.
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         A Conferência do Clima da ONU reuniu delegações de mais de 190 países em Belém, no Pará, para debater caminhos para a crise global. A Coalizão Vozes do Tocantins por Justiça Climática, rede formada por quinze organizações da sociedade civil, esteve presente e participou de incidências como a Marcha pelo Clima, integrando o bloco do Cerrado, que reuniu organizações com atuação no bioma. Cerca de 70 mil pessoas participaram da caminhada.
        &#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “O bloco do Cerrado na Marcha Global foi sobre chegar, ocupar e não aceitar mais o silêncio. O bioma é o coração das águas do Brasil e mesmo assim segue invisível. Os povos do Cerrado cansaram de esperar reconhecimento e proteção territorial. Agora a gente cria fato político, canta alto, mostra quem somos e a força dos nossos povos. Marchar coletivamente é resistência, mas também é alegria, ritmo, maracá, coco e raiz profunda que ninguém arranca. Hoje foi só o começo. Daqui pra frente: sem Cerrado, sem clima! E o mundo vai precisar ouvir”, afirma a secretária-executiva da Rede Cerrado, Ingrid Silveira.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/Entrega-de-carta-da-juventude-do-Cerrado-ao-ministro-Boulos.png" alt=""/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além da Marcha, a juventude das Vozes do Tocantins participou de painéis, deu entrevistas e se uniu à coordenadora do GT Cerrado da Frente Parlamentar Ambientalista, deputada Dandara (PT/MG), para entregar 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://drive.google.com/file/d/14wAPwnZqf7Hh4GexS2-gnb1rzIFG9Fxe/view?usp=drivesdk" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           carta de demandas da juventude do Cerrado
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            ao ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos. Na carta, se destacam a necessidade de regularização fundiária, a inclusão do Cerrado como Patrimônio Nacional, o fortalecimento de órgãos ambientais e de fiscalização, a ampliação de escolas agrícolas, acesso à assistência técnica rural, a valorização da ciência indígena, entre outros.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Pensar global, agir local
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A reunião de nações na COP é como uma grande reunião de condomínio, em que é preciso acertar as regras de convivência para que todos possam ter seus direitos garantidos. Nesse contexto, é levada em consideração as responsabilidades comuns, mas diferenciadas, entendendo que existem países que poluíram historicamente, existem os maiores poluidores atuais e existem os países que em nada contribuíram para a crise atual.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2025-11-21+at+15.47.45.jpeg" alt=""/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, a Coalizão ressalta a máxima “pensar global, agir local”, entendendo que a crise é um consenso científico e que o Estado do Tocantins possui sua parcela de responsabilidade, especialmente em garantir a qualidade de vida da população. “A crise climática já é uma realidade tocantinense. Precisamos garantir água, alimentação e saúde para evitar que sejamos os próximos refugiados climáticos. É urgente a redução do desmatamento, o controle e priorização da captação de água para consumo, a valorização da agricultura familiar diversificada e a sociobioeconomia como estratégia de adaptação”, comenta a mestranda em Ciências do Ambiente e representante da juventude da Coalizão, Sarah Tamioso.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2025-11-21+at+15.47.45+%281%29.jpeg" alt=""/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O princípio de “pensar global e agir local” também orientou o Programa Vozes pela Ação Climática Justa (VAC), responsável por impulsionar a criação da Coalizão Vozes do Tocantins e mais 13 redes na Amazônia Legal, além de outras iniciativas em países do sul global. O programa encerrou suas atividades durante a COP30, reunindo representantes do Brasil, Tunísia, Quênia e Bolívia para troca de experiências e apresentação de resultados. Nos encontros, as representantes da Coalizão Vozes do Tocantins, Sarah Tamioso e Genifer Almeida, destacaram os trabalhos na formação de jovens, na comunicação e na incidência em políticas públicas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Vozes que ocupam os espaços
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao contrário de outras edições da Conferência do Clima da ONU, em que a COP se restringe aos espaços oficiais – Zonas Verde (livre) e Azul (credenciada) – toda a cidade de Belém se envolveu, reservou espaços e criou programações de debate como a Aldeia COP, a Cúpula dos Povos, a COP do Povo, a Casa Sul Global, entre outros. Nesse contexto, organizações levaram grandes delegações, como o Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN), que compõe a Coalizão Vozes do Tocantins por Justiça Climática.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2025-11-21+at+15.56.43.jpeg" alt=""/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “O ISPN levou mais de 50 pessoas à COP30, entre membros da equipe e lideranças de organizações de base e movimentos comunitários, porque considera essencial ocupar esse espaço com as vozes e perspectivas de povos indígenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares, que são os mais impactados pela crise climática e também protagonistas na conservação da biodiversidade. Ao garantir sua presença em debates, painéis e mobilizações, fortalecemos a diversidade de soluções que vêm dos territórios, suas agendas de acesso e garantias a direitos e ampliamos a incidência por justiça socioambiental e climática nos processos globais de decisão”, explica a diretora superintendente do ISPN, Cristiane Azevedo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Vozes do Tocantins na COP30
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A delegação tocantinense contou com apoio de diversas organizações, entre elas o Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN), Fundo Ecos, Projeto Bem Viver, Associação Onça D’Água, Fundo Casa Socioambiental, World Resources Institute (WRI), Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), União Europeia, Global Gateway, entre outros.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estiveram presente a Associação Onça D’Água, a Associação Comunitária de Artesãos e Pequenos Produtores de Mateiros (ACAPMM), a Associação Pyka Mex, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), o Centro de Trabalho Indigenista (CTI) e o Movimento Estadual de Direitos Humanos e Ambientais (MEDHA), além de representantes da juventude.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/Bloco+do+Cerrado+%282%29.jpeg" length="86476" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 21 Nov 2025 19:17:46 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.oncadagua.org.br/coalizao-vozes-do-tocantins-participa-de-paineis-marcha-pelo-cerrado-e-entrega-carta-ao-ministro-boulos-na-cop30</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/Bloco+do+Cerrado+%282%29.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/Bloco+do+Cerrado+%282%29.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Farinhada de Jatobá em Caseara fortalece a cadeia do fruto e valoriza saberes tradicionais do Cerrado</title>
      <link>https://www.oncadagua.org.br/farinhada-de-jatoba-em-caseara-fortalece-a-cadeia-do-fruto-e-valoriza-saberes-tradicionais-do-cerrado</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;i&gt;&#xD;
      
           O aproveitamento dos frutos do Cerrado é mecanismo de proteção ambiental, fortalecimento comunitário e geração de renda no Tocantins
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            .
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/i&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         O jatobá, fruto típico do Cerrado, mas presente também em outros biomas brasileiros, é reconhecido por seu valor nutricional, suas propriedades medicinais, aproveitamento total do fruto e importância ecológica. Sua polpa rica em nutrientes é utilizada em receitas e na medicina popular, enriquecendo a alimentação ao passo em que fortalece a saúde, a bioeconomia e a geração de renda em comunidades agroextrativistas. Com o aproveitamento do jatobá, abundante no Estado do Tocantins, é possível contribuir para a valorização do Cerrado em pé.
        &#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           José Batista, mais conhecido como Zé Meninim, é especialista em Jatobá há mais de 20 anos na APA Jalapão e se engajou na atividade graças ao incentivo da Associação Onça D’Água, organização membro da Coalizão Vozes do Tocantins por Justiça Climática. José conta que o processo para a produção da farinha do jatobá, produto base para pães, bolos, biscoitos e vitaminas, inicia já na coleta, que deve ser feita antes do período de chuvas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Não pode tomar chuva no mato, porque com a umidade da terra a polpa vai inchar e não vira mais farinha. É preciso armazenar em um lugar bem arejado, enxuto, mas que não tenha umidade nenhuma”, explica. “Outra coisa é o teste pra saber qual o pé em que o fruto está bom. Você quebra cinco frutos, se quatro estiverem bons você colhe, mas se estiver só um bom, não compensa colher, porque 60% dos frutos vai estar estragado”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2025-10-13+at+15.28.23+%281%29.jpeg" alt=""/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Produção da farinha de jatobá
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O processo de produção da farinha de jatobá envolve etapas que combinam coletividade, técnica e tradição. Tudo começa com a coleta segura e com uso de EPIs, além da armazenagem correta. Na sequência, é realizada a quebra do fruto com uso de porrete de madeira e a seleção de polpas saudáveis.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em seguida, a polpa do jatobá vai para o pilão ou passa por despolpadeira adaptada, com a finalidade de soltar a farinha. A partir daí, a farinha é peneirada duas vezes - em peneiras com tamanhos diferentes - e torrada a temperatura e tempo controlados, transformando-se em uma farinha fina, nutritiva, de aroma intenso e sabor característico do Cerrado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O processo de produção coletiva, conhecido como “farinhada”, é desenvolvido com atenção à higiene, à manipulação adequada dos alimentos e ao cuidado com o ponto de torra. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2025-10-13+at+15.28.23.jpeg" alt=""/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Farinhada de Jatobá do Cantão
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Há três anos a Associação Onça D’Água acompanha a produção de farinha de jatobá na região da APA Ilha do Bananal/Cantão em parceria com Zé Meninim, que compartilha seu conhecimento sobre o manejo e o preparo do fruto. Na última edição, realizada em outubro deste ano, o processo contou também com a participação da Associação dos Agricultores Familiares e Agroindustriais de Palmas (AGROP). O resultado foi um produto de qualidade, resultado da combinação entre saberes tradicionais e técnicas de segurança alimentar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Guardiãs do Cerrado
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Farinhada de Jatobá é uma iniciativa marcada pela força das mulheres agroextrativistas, que têm assumido papel central na preservação das práticas tradicionais na proteção ambiental. No assentamento Onalício Barros, em Caseara/TO, a atividade se consolidou como um momento de partilha e de reafirmação da identidade camponesa. Ana Lúcia, agroextrativista e liderança local, destaca o significado da farinhada para a comunidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “É um evento que está no nosso coração e que é muito mais do que fazer farinha. Começamos com a Associação Antônio Francisco Brasil (AAFB) no primeiro ano. Em 2024 tivemos o apoio da AMA Cantão, que continua com a gente, promovendo o evento junto com a Coalizão Vozes do Tocantins, da qual o MST também faz parte. Tudo isso é para o fortalecimento e a manutenção da nossa cultura, para resgatar essa prática”, conta Ana Lúcia, que também é moradora do assentamento Onalício Barros.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para Ana Lúcia, um dos aspectos mais importantes da Farinhada do Jatobá é a origem do fruto utilizado no processo. Ela explica que a coleta é feita na Área de Proteção Ambiental (APA), no assentamento Onalício Barros e também nos assentamentos vizinhos que participam da atividade, contando ainda com o apoio da equipe técnica da APA Ilha do Bananal/Cantão na coleta, indicativo de reconhecimento ao trabalho dos agroextrativistas. Segundo ela, essa prática representa uma forma de resistência frente à expansão dos latifúndios e da monocultura do milho e da soja, predominantes na região, reafirmando o compromisso das famílias assentadas com a preservação e valorização do Cerrado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ela relata que a Farinhada do Jatobá é um evento que vai além das oficinas de beneficiamento, e integra momentos de partilha, rodas de conversa e trocas de saberes. Para Ana Lúcia, a farinhada é um espaço de fortalecimento comunitário, de preservação da cultura e de construção coletiva. Em 2025, a iniciativa reuniu mais de 100 assentados, acampados, agricultores familiares, indígenas, assessores, técnicos e integrantes do MST em um movimento de resistência e valorização dos modos de vida do Cerrado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2025-10-13+at+15.28.23+%282%29.jpeg" alt=""/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Realização
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Farinhada de Jatobá integra as ações da Coalizão Vozes do Tocantins por Justiça Climática, rede de organizações e comunidades comprometidas com a defesa do Cerrado e a promoção de uma bioeconomia de base comunitária. O evento é uma realização com a Associação de Mulheres Agroextrativistas da APA Ilha do Bananal/Cantão (AMA Cantão) e projeto Bem Viver, em parceria com a AAFB, APA Ilha do Bananal/Cantão e Parque Estadual do Cantão (PEC), com apoio do WRI, Fundo Casa Socioambiental, ISPN e Fundo Ecos, e cofinanciamento da União Europeia e do Global Gateway.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2025-10-13+at+16.19.34.jpeg" length="143748" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 13 Oct 2025 19:34:15 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.oncadagua.org.br/farinhada-de-jatoba-em-caseara-fortalece-a-cadeia-do-fruto-e-valoriza-saberes-tradicionais-do-cerrado</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2025-10-13+at+15.28.23+%281%29.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2025-10-13+at+16.19.34.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Tocantins participa do 1º Encontro de Juventudes do Cerrado e reforça luta por justiça climática e políticas públicas estruturantes</title>
      <link>https://www.oncadagua.org.br/tocantins-participa-do-1-encontro-de-juventudes-do-cerrado-e-reforca-luta-por-justica-climatica-e-politicas-publicas-estruturantes</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;i&gt;&#xD;
    
          Evento em Brasília reuniu jovens de todo o bioma para debater comunicação, incidência política e defesa do Cerrado e seus povos
         &#xD;
  &lt;/i&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         A sede da Mídia Ninja (Nave Brasília) recebeu o 1º Encontro de Juventudes do Cerrado, entre os dias 11 e 13 de agosto, com participação de 30 jovens de coletivos, organizações e cooperativas em defesa do bioma. Promovido pela Rede Cerrado, Mídia Ninja e Frente Parlamentar Ambientalista, o evento contou com juventudes do Maranhão, Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, Brasília, Bahia e Tocantins, com representantes da Coalizão Vozes do Tocantins por Justiça Climática e do GT de Juventudes Rurais do Bico.
        &#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/1000496042.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com oficinas e rodas de conversa, o encontro trabalhou dois eixos principais: comunicação e incidência política. No primeiro, jovens conheceram a história da Mídia Ninja e aprenderam sobre fotojornalismo com Lula Marques (EBC), jornalismo ambiental com Aldem Bourscheit (O Eco) e ativismo digital com o influenciador Bernardo Moreira. Já no eixo político, as juventudes mapearam demandas dos territórios e as apresentaram a parlamentares como Célia Xakriabá (PSOL-MG), Dandara (PT-MG), Nilto Tatto (PT-SP) e Bohn Gass (PT-RS), da Frente Parlamentar Mista Ambientalista.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "O que mais me marcou foi a importância de saber fazer incidência em políticas públicas, porque por mais que a gente consiga identificar problemas e possíveis soluções, sozinhos nós não conseguiremos avançar, então a gente precisa se posicionar e levar nossas pautas para as pessoas que tomam as decisões, como autoridades, políticos, vereadores, deputados. Nesse sentido é necessário conhecimento no campo da política, entender pontos em comum para levar os assuntos às pessoas certas", compartilha Geniffe Kariny, jovem militante do MST e membro da Coalizão Vozes do Tocantins.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/1000496044.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Este é o texto do parágrafo. Clique nele ou acesse Manage Text (Gerenciar texto) Button para alterar Além da formação, o encontro promoveu trocas entre jovens de diferentes territórios, com relatos em comum sobre a permanência da juventude no campo, a qualidade e a disponibilidade de água potável, o avanço da monocultura, a valorização de produtos da sociobiodiversidade, queimadas, regularização fundiária e conflitos por mineração.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para Caylane Gleize, jovem egressa da Escola Família Agrícola de Porto Nacional e de formações da Coalizão Vozes do Tocantins, a oportunidade permitiu ver na prática conteúdos assimilados de forma teórica. “Casar as experiências foi de suma importância para a minha aprendizagem, uma vez que pude observar como devo me posicionar da próxima vez para uma incidência em políticas. Tivemos contato direto com deputados e outras lideranças da juventude, evidenciando a importância de se ter aliados em todos os espaços”, conta
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para Emizael Francisco, estudante da Universidade Federal do Tocantins, campus de Arraias e membro da juventude da Coalizão, a oportunidade foi transformadora. “Saímos esperançosos, munidos de novos conhecimentos, fortalecidos e ainda mais resistentes na defesa do Cerrado brasileiro, o bioma mais ameaçado neste país”, complementa,a fonte, a cor, o tamanho, o formato e muito mais. Para configurar estilos de parágrafos e títulos em todo o site, acesse Tema do site.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/1000496041.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O evento é apoiado pelo Fundo Ecos, Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN), Instituto Internacional de Educação do Brasil (IIEB) e Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF) e contou com a parceria da Coalizão Vozes do Tocantins por Justiça Climática, Engajamundo, A Vida no Cerrado, Jovens pelo Clima, Centro de Agricultura Alternativa (CAA) e Articulação da Juventude Xakriabá, para essa realização.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/1000496043.png" length="1842621" type="image/png" />
      <pubDate>Thu, 14 Aug 2025 19:25:08 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.oncadagua.org.br/tocantins-participa-do-1-encontro-de-juventudes-do-cerrado-e-reforca-luta-por-justica-climatica-e-politicas-publicas-estruturantes</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/1000496043.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/1000496043.png">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Campanha “Um Dia no Parque” promove atividades gratuitas em Unidades de Conservação do Tocantins</title>
      <link>https://www.oncadagua.org.br/my-post546045c7</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;i&gt;&#xD;
      
           Programação acontece neste domingo, 20 de julho, celebrando os 25 anos do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC).
          &#xD;
    &lt;/i&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         Neste domingo, 20 de julho, quando se celebra também o Dia do Amigo, brasileiras e brasileiros de todas as regiões estão convidados a participar de um momento de conexão com a natureza durante a 8ª edição da campanha Um Dia no Parque, organizada pela Coalizão Pró-UCs. Com o tema “Protegendo o que nos conecta”, o projeto mobiliza Unidades de Conservação (UCs) de todo o país com uma ampla programação de atividades gratuitas.
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2025-07-16+at+16.54.31+%281%29.jpeg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No Tocantins, quatro atividades buscam aproximar a população dos Parques e Áreas de Proteção Ambiental (APAs) por meio de visitas guiadas, trilhas e rodas de conversa. As atividades são organizadas pela gestão do Parque Estadual do Lajeado (Palmas), pela APA Jalapão (São Félix do Tocantins) e pelo Parque Estadual do Jalapão (Mateiros). 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Neste ano, a Associação Onça D’água, de apoio à gestão e manejo de Unidades de Conservação no Tocantins, terá sua própria programação para associados na Estância Garra, localizada na APA Serra do Lajeado. Angélica Beatriz, bióloga e voluntária da Associação, conta que a campanha é uma grande oportunidade. "Nós só cuidamos de fato do que a gente conhece e a iniciativa Um Dia no Parque é uma oportunidade anual que temos para aproximar a população das Unidades de Conservação, que prestam um papel fundamental na nossa qualidade de vida, mesmo para quem mora na cidade", conta.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           25 anos do SNUC
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O tema do Um Dia no Parque deste ano também celebra os 25 anos do SNUC. Além de valorizar os vínculos entre pessoas e natureza, a campanha de 2025 reforça o papel das UCs na mitigação das mudanças climáticas. Ao proteger ecossistemas essenciais - como florestas, veredas, manguezais, áreas costeiras e nascentes - essas unidades ajudam a conservar a biodiversidade e a regular o clima.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Coalizão Pró-UCs
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A campanha Um Dia no Parque é promovida pela Coalizão Pró-Unidades de Conservação, formada por organizações da sociedade civil e instituições comprometidas com a proteção dos biomas brasileiros, como WWF-Brasil, Instituto Semeia, Imazon, Fundação SOS Mata Atlântica, Fundação Grupo Boticário, IPÊ, FUNBIO, TNC Brasil, Imaflora e Conservação Internacional. O projeto também recebe apoio do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, da Rede Brasileira de Trilhas, do Instituto Alana, da plataforma eTrilhas e do ICMBio. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Confira a programação de todos os Estados do Brasil no
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.unidoscuidamos.com/um-dia-no-parque-2025" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           site
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e nas
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.instagram.com/umdianoparqueoficial/?hl=en" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           redes sociais
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            da campanha Um Dia no Parque.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.unidoscuidamos.com/um-dia-no-parque-2025" target="_blank"&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           https://www.unidoscuidamos.com/um-dia-no-parque-2025
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.instagram.com/umdianoparqueoficial/?hl=en" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           https://www.instagram.com/umdianoparqueoficial/?hl=en
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2025-07-17+at+12.09.57.jpeg" length="372091" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 17 Jul 2025 17:04:04 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.oncadagua.org.br/my-post546045c7</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2025-07-16+at+16.54.31+%281%29.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2025-07-17+at+12.09.57.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Apicultura como ferramenta de desenvolvimento no Tocantins é tema de painel nacional</title>
      <link>https://www.oncadagua.org.br/apicultura-como-ferramenta-de-desenvolvimento-no-tocantins-e-tema-de-painel-nacional</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;i&gt;&#xD;
    
          Apresentação de Vanessa Correia evidencia impacto social e ambiental do projeto da Associação Onça D’água no estado
         &#xD;
  &lt;/i&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2025-07-07+at+16.53.05+%282%29.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em Aparecida - SP, a professora Vanessa Carolina de Sena Correia, do Instituto Federal do Tocantins (IFTO) - campus Dianópolis, participou do Congresso Brasileiro de Apicultura, onde apresentou o painel intitulado “Atuação da ONG Onça DÁgua no Desenvolvimento da Apicultura e Meliponicultura no Estado do Tocantins”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Em sua exposição, Vanessa destacou as ações realizadas pela Associação Onça D’água, Organização da Sociedade Civil (OSC) que atua na defesa  e conservação da biodiversidade por meio de ações de fortalecimento e  apoio à implementação de políticas públicas voltadas à gestão e ao manejo de Unidades de Conservação da Natureza no Tocantins.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Durante os anos de 2022 e 2023, a Onça D’água desenvolveu o Projeto Rede de Iniciativas Produtivas Sustentáveis em Áreas de Proteção Ambiental, com apoio do  Fundo Ecos (à época PPP-ECOS), do Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN)  e do Fundo Amazônia, que teve como objetivo fortalecer grupos organizados e iniciativas produtivas individuais ou coletivas, com foco em suas diversas práticas de agroextrativismo, por meio de capacitações, distribuição de insumos e equipamentos para produção, beneficiamento e comercialização, além de assessoria organizativa.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Para a cadeia produtiva do mel  a iniciativa capacitou cerca de 150 produtores em  apicultura e meliponicultura nas Áreas de Proteção Ambiental (APA) Ilha do Bananal/Cantão, APA Serra do Lajeado e na região das Serras Gerais. Foram contempladas as comunidades do Projeto de Assentamento  Manchete (Marianópolis/TO), Projeto de Assentamento  1º de Maio , Acampamento Beatriz Bandeira (Caseara/TO), Projeto de Assentamento Nova Canaã (Araguacema/TO), RPPN Monte Santo (Palmas/TO) e Comunidade Pontinha (Dianópolis), além dos membros da Associação de Criadores de Abelhas de Palmas ACAP, durante a Feira Tecnológica de Agropecuária do Tocantins (Agrotins) em maio de  2023.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Além disso, foram implantados seis apiários coletivos, com distribuição de equipamentos como centrífugas, embalagens para envasamento, macacões de proteção, caixas racionais padrão Langstroth, caixas para criação de abelhas sem ferrão, fumegadores e serra circular de bancada para confecção das caixas de madeira, garantindo condições adequadas para a produção e a comercialização do mel a partir dos territórios.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Para Vanessa, o projeto representa um importante avanço para a economia local e a sustentabilidade das comunidades envolvidas. “Essas ações geram oportunidades de trabalho e renda, contribuem para a redução da pobreza e valorizam os saberes tradicionais, além de fortalecerem a conservação ambiental no Tocantins”, afirma.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp-Image-2025-07-07-at-16.53.05.jpeg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A participação no Congresso reforça a importância de parcerias entre instituições de ensino, OSCs e fundos de fomento às práticas produtivas sustentáveis, consolidando experiências que unem preservação ambiental e geração de renda para comunidades rurais. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Instituto Federal do Tocantins (IFTO), por meio de ações extensionistas e educativas, desenvolve uma importante parceria com a Associação Onça D’água. Essa colaboração visa incentivar a formação de novos criadores de abelhas por meio do apoio técnico e formativo aos iniciantes, ao mesmo tempo em que oferece suporte aos apicultores e meliponicultores experientes por meio do acompanhamento em suas demandas e práticas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, a atuação conjunta busca fortalecer a cadeia produtiva da apicultura e da meliponicultura na região, promovendo o desenvolvimento sustentável e contribuindo para a preservação da biodiversidade local.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2025-07-07+at+16.53.05+%281%29.jpeg" length="187185" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 14 Jul 2025 13:05:01 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.oncadagua.org.br/apicultura-como-ferramenta-de-desenvolvimento-no-tocantins-e-tema-de-painel-nacional</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2025-07-07+at+16.53.05+%281%29.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2025-07-07+at+16.53.05+%281%29.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Curso de Juventudes por Justiça Climática promove incidência e engajamento em Porto Nacional</title>
      <link>https://www.oncadagua.org.br/curso-de-juventudes-por-justica-climatica-promove-incidencia-e-engajamento-em-porto-nacional</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;i&gt;&#xD;
    
          O evento qualificou mais de 40 jovens com estratégias para o enfrentamento da crise climática e da desigualdade socioambiental
         &#xD;
  &lt;/i&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         Entre os dias 20 e 22 de junho, juventudes indígenas, quilombolas, camponesas, universitárias, agricultoras, entre outros grupos, estiveram na Escola Família Agrícola de Porto Nacional para a formação Juventudes por Justiça Climática: Estratégias para adiar o fim do mundo. O evento faz parte do projeto da Coalizão Vozes do Tocantins por Justiça Climática para fortalecer jovens para os desafios da crise climática.
        &#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2025-06-24+at+16.51.50.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para a participante indígena, Fabrina Apinagé, o termo “justiça climática” é novo, mas já faz sentido. “Quem precisa de justiça climática somos nós, povos indígenas, quilombolas, ribeirinhos e outras comunidades tradicionais” explicou. Sarah Guarani, egressa da EFAPN e militante, complementa que esses “são os que mais trabalham contra as mudanças climáticas e os que mais sofrem com ela”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Além da compreensão do que é a Justiça Climática e da desigualdade na mudança do clima, a juventude também teve acesso a ferramentas como planos de incidência, mapeamento de atores e a comunicação. Participaram do curso cerca de 40 jovens tocantinenses e duas intercambistas e ativistas do Maranhão e Mato Grosso, que enriqueceram a formação.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2025-06-24+at+16.51.49+%282%29.jpeg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O estudante João Victor Carvalho é um dos que saíram inspirados. “Eu gostei muito das brincadeiras e dos momentos divertidos, mas pra mim abriu meus olhos, me fez ter uma visão que eu não tinha e agora eu quero colocar em prática tudo isso, porque eu não vou esquecer amanhã, eu preciso fazer meu papel como humano e ajudar o Cerrado”, relata.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dentre os problemas territoriais levantados pelas juventudes, destacaram-se o desmatamento, as queimadas, o impacto dos agrotóxicos na saúde da comunidade, a regularização fundiária, o saneamento básico, poluição, a seca e ondas de calor, a exploração ilegal e descontrolada de recursos naturais, a fome, entre outros. A realização do evento contou com apoio do Fundo Ecos, do Fundo Casa Socioambiental e do World Resources Institute.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2025-06-24+at+16.51.49+%281%29.jpeg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Coalizão Vozes do Tocantins
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Rede de articulação que atua desde 2022 por Justiça Climática no Estado do Tocantins. É composta por quinze organizações da sociedade civil com atuações diversas como na educação, na sociobiodiversidade, povos e comunidades tradicionais, movimentos sociais, assessoria, entre outros. Tem eixos de atuação a formação de juventudes, a incidência em políticas públicas e a comunicação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Escola Família Agrícola (EFA)
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É um modelo de educação do campo, originado na França, que se baseia na Pedagogia da Alternância. As EFAs buscam integrar a formação integral do jovem rural com as demandas específicas do campo, articulando o conhecimento escolar com a prática na comunidade e na propriedade familiar. No Tocantins atuam quatro EFAs, sendo a de Porto Nacional a mais antiga entre elas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fotos: Sarah Tamioso/Coalizão Vozes do Tocantins
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2025-06-24+at+16.51.49.jpeg" length="674840" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 01 Jul 2025 12:53:28 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.oncadagua.org.br/curso-de-juventudes-por-justica-climatica-promove-incidencia-e-engajamento-em-porto-nacional</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2025-06-24+at+16.51.49.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2025-06-24+at+16.51.49.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Juventude e Sustentabilidade: Projeto Jovem Cerrado realiza etapa final com práticas agroecológicas em Caseara/TO</title>
      <link>https://www.oncadagua.org.br/juventude-e-sustentabilidade-projeto-jovem-cerrado-realiza-etapa-final-com-praticas-agroecologicas-em-caseara-to</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         Atividades mostram caminhos para potencializar espaços produtivos
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/Roda+de+Conversa+e+Pr%C3%A1tica+de+SAF+%284%29+%281%29.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
    
          No último sábado, 21 de dezembro, o Assentamento Onalício Barros e o Acampamento Beatriz Bandeira, localizados em Caseara/TO, na APA Ilha Bananal/Cantão, foram cenário de uma atividade marcante que consolidou as etapas finais do Projeto Jovem Cerrado. Coordenado pela Associação Onça D’água, o projeto promoveu a implementação de Sistemas Agroflorestais (SAFs) e o fortalecimento de quintais produtivos, valorizando saberes agroecológicos e reafirmando o compromisso com a conservação do Cerrado e a com a produção sustentável das comunidades locais.
         &#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Caylane Souza, jovem liderança de Porto Nacional, explicou como o SAF pode ser um instrumento de transformação ambiental e social. Ela ressaltou que a técnica possibilita regenerar áreas degradadas e melhorar a qualidade de vida das comunidades. “Com o SAF, recuperamos o solo, enriquecemos a microbiota e transformamos o microclima. É gratificante compartilhar esses conhecimentos com a comunidade, vendo as mudanças concretas que ele proporciona”, aponta. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Para Geniffe Kariny, jovem liderança do Assentamento Onalício Barros, a chegada do SAF representa mais do que uma técnica sustentável — é uma forma de repensar a interação com o meio ambiente. Ela destacou o impacto da iniciativa em uma região cercada pelo agronegócio, caracterizada por monocultura em grande escala. “Essa iniciativa traz uma nova forma de interagir com o meio ambiente. Trabalhar em equipe, envolvendo jovens e adultos, reforça o protagonismo comunitário e a consciência ambiental que tanto precisamos”, compartilha. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           A jovem Nathalia Sales, do Acampamento Beatriz Bandeira, trouxe à tona o papel essencial da juventude no projeto. Ela enfatizou que a vivência prática é um aprendizado que servirá como base para iniciativas futuras. “Com essa vivência, estamos mais confiantes para implementar outras ações no próximo ano. É uma oportunidade de ampliar o impacto do desenvolvimento sustentável em nossa comunidade”, diz. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Lidejane Lopes, presidente da Associação de Mulheres Agroextrativistas da APA Cantão (AMA Cantão), compartilhou sua satisfação em ver como o SAF pode trazer resultados concretos mesmo em pequenos espaços. Ela destacou que o sistema é acessível e de alta produtividade, permitindo a organização de diversas culturas, como mangaba, banana, mandioca, açafrão e feijão. “Trabalhar coletivamente foi uma experiência enriquecedora. O SAF mostrou que com organização e baixo custo podemos transformar pequenas áreas em grandes oportunidades”. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Já Ana Lúcia Rodrigues, moradora do Assentamento Onalício Barros, presidente da Associação Antonio Francisco Brasil, e militante do MST Tocantins, refletiu sobre como o trabalho coletivo e a prática do SAF trouxeram novas perspectivas para a comunidade. Segundo ela, o aprendizado ajudou a superar medos e encorajou a todos a acreditar na viabilidade da técnica. “Antes, parecia impossível implementar um SAF, mas hoje vimos que, com união, é totalmente viável. A juventude nos inspira e nos dá certeza de que estamos construindo um futuro promissor para todos”, destaca.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           O evento, realizado na Área de Proteção Ambiental Ilha do Bananal/Cantão, contou com o apoio do Fundo Casa Socioambiental e colaboração da Coalizão Vozes do Tocantins e da AMA Cantão. A iniciativa foi além da técnica, fortalecendo o protagonismo comunitário e destacando a juventude como agentes de transformação.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/Roda+de+Conversa+e+Pr%C3%A1tica+de+SAF+%2848%29+%281%29.jpeg" length="801600" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 23 Dec 2024 20:11:38 GMT</pubDate>
      <author>ascomoncadagua@gmail.com (Kiw Assessoria)</author>
      <guid>https://www.oncadagua.org.br/juventude-e-sustentabilidade-projeto-jovem-cerrado-realiza-etapa-final-com-praticas-agroecologicas-em-caseara-to</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/Roda+de+Conversa+e+Pr%C3%A1tica+de+SAF+%2848%29+%281%29.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/Roda+de+Conversa+e+Pr%C3%A1tica+de+SAF+%2848%29+%281%29.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Farinhada de Jatobá celebra saberes no Povoado Quilombo do Prata em São Félix do Tocantins</title>
      <link>https://www.oncadagua.org.br/farinhada-de-jatoba-celebra-saberes-no-povoado-quilombo-do-prata-em-sao-felix-do-tocantins</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         A atividade foi coordenada pela família de Darlene, importante liderança local
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/Farinhada+de+Jatob%C3%A1+-+Quilombo+do+Prata+%288%29.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         No dia 25 de outubro de 2024, a comunidade do Quilombo do Prata, em São Félix do Tocantins, na região do Jalapão, consolidou o resgate da cultura de aproveitamento de frutos do Cerrado, a partir da Farinhada de Jatobá, reunindo gerações em torno deste que é um dos frutos mais simbólicos e valiosos do Cerrado. A atividade foi coordenada pela família de Darlene, importante liderança local, e contou com a participação da comunidade e de apoiadores institucionais, interessados em vivenciar esse momento de cuidado,  cultura e sustentabilidade.
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O jatobá (Hymenaea courbaril), árvore nativa do Cerrado, é reverenciado não apenas por sua resistência ao clima seco da região, mas também por seu fruto, que possui um alto valor nutritivo e é utilizado em diversas práticas alimentares. A produção da farinha do jatobé é uma tradição mantida pelas famílias em comunidades rurais e representa muito mais do que uma prática econômica: é um ato de resistência e manutenção dos saberes no contexto alimentar e medicinal, que são repassados de geração em geração. A farinha extraída do jatobá é rica em fibras, cálcio e magnésio, tornando-se um alimento fundamental na dieta das comunidades locais.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O agroextrativista Zé Mininim, figura muito conhecida pelo manejo do jatobá na região, explica que o fruto vem se tornando um alimento valioso e ganhando espaço em diversas áreas, como na merenda escolar e até em sorveterias. “Sabemos que há potencial para muito mais. É importante promover a educação florestal pois muitos jovens ainda não conhecem a importância do produto. Considero que é uma árvore de grande valor e precisamos incentivar a valorização”, diz.  
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Na oportunidade, a Associação Onça D’água fez a entrega oficial de uma despolpadeira de frutos à Zé Mininim, um equipamento adaptado pelo inventor Enoque Oliveira Freitas para despolpar a farinha do fruto do jatobá, equipamento prático que será um marco na produção desse tipo de farinha, antes processada com uso do pilão de madeira, onde o processo era todo manual e com baixo rendimento.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Rejane Nunes, supervisora da Área de Proteção Ambiental (APA) Jalapão aponta que desde que assumiu a gestão em 2015, o extrativismo sustentável tornou-se uma prioridade.  “Parte da renda das famílias locais vem da venda dos frutos do Cerrado, e nossa missão é apoiar todas essas famílias. Atuamos por meio da Rede Jalapão, que é uma rede de colaboradores composta por comunitários, instituições e parceiros. Temos sempre um olhar especial para essas comunidades, buscando melhorar a renda, a qualidade de vida e a segurança alimentar”, comenta. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Para Darlene Francisca, anfitriã do evento, é gratificante ver que todos estão juntos nessa causa, pois a natureza está se deteriorando e precisa urgentemente de atenção. “Na produção da farinha, fazemos o manejo sustentável. Não colhemos todo o Jatobá, deixando parte dele para que possa crescer mais árvores. Além disso, quando retiramos os caroços, os jogamos de volta na natureza para que novos pés do fruto possam nascer”, manifestou.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A jovem liderança Nathália Sales, participou pela segunda vez de uma farinhada, por meio do Projeto JOVEM CERRADO, e destaca que sua primeira experiência foi no Assentamento Onalício Barros, em Caseara/TO. “Através disto, percebemos a valorização dos frutos do Cerrado e a união das pessoas. Isso nos dá mais coragem para implementar nossos projetos no Assentamento de onde venho, em parceria com o Acampamento Beatriz Bandeira. Por lá teremos a horta comunitária, o sistema agroflorestal (SAF), tanques de peixes, apicultura e muitas outras iniciativas que estão sendo desenvolvidas em conjunto.  A união das pessoas na Farinhada de Jatobá nos inspira”, diz. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A Farinhada de Jatobá foi um momento de integração comunitária, onde jovens, adultos e idosos trabalharam em conjunto, fortalecendo os laços que sustentam a vida. Mais do que uma atividade produtiva, um ritual de comunhão com a natureza e de respeito aos ciclos do Cerrado, mostrando que é possível harmonizar o uso dos recursos naturais com a preservação do bioma.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Durante o evento, foram trocadas experiências sobre o manejo sustentável do jatobá e o papel que ele desempenha na segurança alimentar e na economia das comunidades. O manejo extrativista desse fruto não apenas gera renda para as famílias, mas também garante a continuidade das práticas agroextrativistas que protegem o bioma de formas predatórias de exploração. A prática integra a produção alimentar com a proteção ambiental, ressaltando a importância de preservar as áreas naturais ao mesmo tempo em que se utilizam de forma consciente seus recursos.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A realização do evento foi da Associação Onça D’água e do Povoado Quilombo do Prata, com o apoio do Fundo Casa Socioambiental, da Coalizão Vozes do Tocantins e da Área de Proteção Ambiental Jalapão (APA Jalapão).
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Nota:
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
          Enoque Oliveira Freitas é inventor e proprietário da empresa  Plasnautica, que recicla materiais plásticos para produção de bancos ecológicos, cadeiras escolares, barcos e outros produtos, apoiando a reciclagem no município de Palmas e ajudando na conservação da natureza.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/Farinhada+de+Jatob%C3%A1+-+Quilombo+do+Prata+%286%29.jpeg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/Farinhada+de+Jatob%C3%A1+-+Quilombo+do+Prata+%285%29.jpeg" length="705510" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 28 Oct 2024 17:36:00 GMT</pubDate>
      <author>ascomoncadagua@gmail.com (Kiw Assessoria)</author>
      <guid>https://www.oncadagua.org.br/farinhada-de-jatoba-celebra-saberes-no-povoado-quilombo-do-prata-em-sao-felix-do-tocantins</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/Farinhada+de+Jatob%C3%A1+-+Quilombo+do+Prata+%288%29.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/Farinhada+de+Jatob%C3%A1+-+Quilombo+do+Prata+%285%29.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Projeto Jovem Cerrado realiza 2ª Roda de Conversa e Oficina de Comunicação no Povoado Quilombo do Prata em São Félix do Tocantins</title>
      <link>https://www.oncadagua.org.br/projeto-jovem-cerrado-realiza-2-roda-de-conversa-e-oficina-de-comunicacao-no-povoado-quilombo-do-prata-em-sao-felix-do-tocantins</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;i&gt;&#xD;
    
          O evento trouxe temas como: Justiça Climática, Sustentabilidade, Agroextrativismo e Comunicação Popular
         &#xD;
  &lt;/i&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2024-10-28+at+08.13.02.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         No dia 24 de outubro de 2024, o Projeto Jovem Cerrado realizou a 2ª Roda de Conversa e Oficina de Comunicação no Povoado Quilombo do Prata, em São Félix do Tocantins, região do Jalapão. O evento reuniu jovens e lideranças comunitárias para debates e trocas de conhecimento sobre o papel da comunicação como ferramenta essencial para fortalecer as tradições locais e promover a sustentabilidade no Cerrado.
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Durante o evento, os participantes tiveram a oportunidade de aprender novas formas de comunicação comunitária, explorando maneiras de expressar suas realidades e os desafios enfrentados por suas comunidades. Técnicas de comunicação visual, escrita e uso de redes sociais foram compartilhadas para ajudar a visibilizar temas cruciais para a região, como a preservação ambiental, o agroextrativismo e a valorização das culturas.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Gabriela Sousa, jovem liderança do Quilombo do Prata, destacou a relevância do encontro para os jovens locais. "Contamos com a participação de jovens da nossa comunidade e da região em um dia de muito aprendizado. Tivemos momentos de trocas importantes no qual esperamos ter contribuído para a manutenção do Cerrado em pé e sustentabilidade nas comunidades!", ressaltou Gabriela.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Caylane Souza, jovem liderança do Projeto Jovem Cerrado, enfatizou o impacto dos jovens na condução de eventos como este: "É muito importante ter esses eventos liderados por jovens, uma vez que a gente pode conscientizar esses jovens e isso acaba beneficiando-os de forma benéfica Esperamos ainda que eles possam estar compartilhando isso em suas comunidades para que surjam novas lideranças para nos acompanhar nessa luta”, diz. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Para Fernando Pereira, jovem participante do evento, a experiência foi enriquecedora: "Eu só tenho a gratidão por um momento tão rico e de trocas que são permitidas no cenário que vivemos. O Cerrado é a nossa casa, um ambiente incrível que nos deixa maravilhados com cada oportunidade que ele dá, como frutas valiosas, uma casa para os animais e muitas outras coisas. Mas precisamos cuidar deste bem, respeitando ele e tirando apenas aquilo que ele nos dá”, afirma.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O encontro também foi marcado por momentos de diálogo, onde os jovens puderam refletir sobre a importância de dar voz às suas experiências e conhecimentos. As conversas abriram espaço para discutir o futuro das comunidades e como a comunicação pode ser utilizada como uma ferramenta de resistência e transformação social, fortalecendo o engajamento da juventude na proteção do bioma e na manutenção das tradições.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Essa ação integra as atividades do Projeto Jovem Cerrado, desenvolvido pela Associação Onça D'água em parceria com os jovens do Assentamento Onalício Barros, Povoado Quilombo do Prata e Acampamento Beatriz Bandeira. O projeto conta com o apoio do Fundo Casa e da Coalizão Vozes do Tocantins.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2024-10-28+at+08.12.59.jpeg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2024-10-28+at+08.13.04.jpeg" length="463049" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 28 Oct 2024 12:09:51 GMT</pubDate>
      <author>ascomoncadagua@gmail.com (Kiw Assessoria)</author>
      <guid>https://www.oncadagua.org.br/projeto-jovem-cerrado-realiza-2-roda-de-conversa-e-oficina-de-comunicacao-no-povoado-quilombo-do-prata-em-sao-felix-do-tocantins</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2024-10-28+at+08.13.04.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2024-10-28+at+08.13.04.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Caseara - TO: Farinhada de Jatobá celebra o extrativismo e saberes ancestrais no Assentamento Onalício Barros</title>
      <link>https://www.oncadagua.org.br/caseara-to-farinhada-de-jatoba-celebra-o-extrativismo-e-saberes-ancestrais-no-assentamento-onalicio-barros</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;i&gt;&#xD;
    
          Evento destaca o valor do jatobá e fortalece a comunidade local em prol da Conservação do Cerrado e da segurança alimentar
         &#xD;
  &lt;/i&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/Farinhada+de+Jatob%C3%A1+-+Onal%C3%ADcio+%282%29.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No dia 19 de outubro de 2024, foi realizada a Farinhada de Jatobá no Assentamento Onalício Barros, em Caseara - TO. O evento contou com a participação da juventude do Projeto Jovem Cerrado, apoiados pela Associação Onça D'água, que apoia a gestão de Unidades de Conservação no Tocantins, e da Associação de Mulheres Agroextrativistas do Cantão (Ama Cantão).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A atividade valoriza a prática do agroextrativismo, ressaltando a sabedoria ancestral e a segurança alimentar, com foco na conservação do Cerrado. O jatobá é utilizado no processamento de alimentos devido ao seu valor nutricional, se destacando no enriquecimento de bolos, pães, biscoitos e vitaminas, contribuindo para a alimentação natural e saudável.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para Lidejane Lopes, presidente da Ama Cantão, o momento representa um cuidado essencial com a árvore do jatobá, vital para o bioma local. Ela destacou o potencial econômico do jatobá, que beneficia mulheres rurais e jovens interessados na preservação do Cerrado. "Queremos manter o Cerrado em pé e mostrar que outras frutas também têm valor. É possível trabalhar em conjunto, unindo esforços com todos os parceiros", afirmou.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A presidente agradeceu aos parceiros que tornam o evento possível, a Associação Onça D’água, o Fundo Casa Socioambiental e a Coalizão Vozes do Tocantins por Justiça Climática. Agradece especialmente a presença do Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN). "A valorização dos frutos do Cerrado é importante para gerar renda e fortalecer as comunidades. Esta é a segunda farinhada no Onalicio Barros, e pretendemos realizá-la anualmente, formando uma rede de pessoas que se importam com o meio ambiente", acrescentou.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ana Lúcia Rodrigues, presidente da Associação Antônio Francisco Brasil e militante do Movimento Sem Terra (MST), também apontou a importância da farinhada. "Agradecemos aos parceiros por estarem presentes. É gratificante receber a farinhada aqui, pois isso motiva mulheres extrativistas e a juventude a se unirem na luta pela proteção do Cerrado", afirmou.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A militante destacou que cuidar da natureza é uma responsabilidade coletiva. "Se não cuidarmos, tudo pode acabar, especialmente o Cerrado. A farinhada do jatobá oferece benefícios nutricionais e promove uma alimentação saudável, que estamos introduzindo em nossas vidas e ensinando às nossas crianças. Nossos parceiros contribuem para fortalecer as comunidades e a base para o cuidado do Cerrado", completou.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A jovem Geniffe Kariny, representante do Projeto Jovem Cerrado, expressou satisfação em participar do evento. "Estamos na Farinhada de Jatobá, que é uma oportunidade de troca de experiências entre jovens, mulheres e adultos. É valioso compartilhar momentos como este", disse Genife, destacando a importância da união entre as gerações para a preservação dos saberes do Cerrado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Farinhada de Jatobá, além de valorizar os conhecimentos tradicionais na produção da farinha, conta com o apoio de diversas organizações, como o Fundo Casa Socioambiental, a Coalizão Vozes do Tocantins por Justiça Climática, a APA Ilha do Bananal/Cantão. A iniciativa destacou o fortalecimento comunitário e a valorização das práticas sustentáveis, fundamentais para a preservação dos recursos naturais e para a autonomia alimentar das famílias do assentamento.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/Farinhada+de+Jatob%C3%A1+-+Onal%C3%ADcio+%283%29.jpeg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/Farinhada+de+Jatob%C3%A1+-+Onal%C3%ADcio+%281%29.jpeg" length="372009" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 22 Oct 2024 19:32:02 GMT</pubDate>
      <author>ascomoncadagua@gmail.com (Kiw Assessoria)</author>
      <guid>https://www.oncadagua.org.br/caseara-to-farinhada-de-jatoba-celebra-o-extrativismo-e-saberes-ancestrais-no-assentamento-onalicio-barros</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/Farinhada+de+Jatob%C3%A1+-+Onal%C3%ADcio+%281%29.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/Farinhada+de+Jatob%C3%A1+-+Onal%C3%ADcio+%281%29.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Mais de 50 organizações se opõem a projeto que seria etapa da Hidrovia Araguaia-Tocantins</title>
      <link>https://www.oncadagua.org.br/mais-de-50-organizacoes-se-opoem-a-projeto-que-seria-etapa-da-hidrovia-araguaia-tocantins</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         Com eventos climáticos extremos mais frequentes, modificação de bacias pode resultar em graves impactos socioambientais e desperdício de recursos públicos bilionários
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Indicando uma série de ilegalidades, o Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação que pede a anulação do licenciamento concedido para a construção de trecho de hidrovia no Pará. A iniciativa foi endossada por pesquisadores em Audiência Pública nesta quarta-feira (28), realizada pela Comissão de Meio Ambiente do Senado. O projeto denominado “Dragagem e Derrocagem da Via Navegável do Rio Tocantins” é uma nova tentativa de viabilizar a Hidrovia Araguaia-Tocantins e acende alerta para organizações em toda a extensão dos rios, que perpassam Pará, Tocantins e Goiás. Mais de 50 organizações da sociedade civil se manifestaram.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O projeto, organizado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), busca facilitar o escoamento de commodities agrícolas e minerais, mas envolve intervenções significativas no leito do rio Tocantins e, conforme ação do MPF, faltou ser  realizada consulta prévia, livre e informada às comunidades que devem ser impactadas, e não houve a demonstração de viabilidade da obra. As intervenções incluem a retirada de bancos de areia (dragagem) e de afloramentos rochosos (derrocagem) ao longo de 560 km, criando um canal de navegação para grandes embarcações e comboios de barcaças. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No entanto, para avançar com o empreendimento, foram adotados artifícios ilegais e sem embasamento técnico que reduziram artificialmente as “áreas de influência” do projeto. Inicialmente, o empreendimento licenciado era a Hidrovia, mas após mudança de entendimento institucional, a avaliação de impactos ambientais foi restrita apenas às obras propostas, como um fatiamento das licenças ambientais, desconsiderando as consequências da hidrovia como um todo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, foram adotados critérios artificiais para o cálculo de abrangência de impactos diretos e indiretos (3 km em caso de comunidades ribeirinhas e 10 km no caso de comunidades indígenas e quilombolas), o que exclui diversas comunidades que realizam atividades tradicionais de pesca e navegação na região.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “O resultado prático de uma avaliação incompleta é a precarização da vida e o empobrecimento das comunidades ribeirinhas. Portanto, a classificação como atividade não impactante jamais poderia ter sido adotada como premissa, pois carece de embasamento técnico e desconsidera a relação inextrincável entre a obra e o aumento do trânsito de embarcações”, explica o Ministério Público Federal na referida ação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os impactos potenciais deste empreendimento são alarmantes e abrangem diferentes aspectos. O canal de navegação pode provocar erosão das margens e ilhas, alterar a força, velocidade e direção das correntes, contaminar a água por efluentes e outros danos à qualidade da água. A dragagem e a derrocagem podem afugentar e perturbar o comportamento da ictiofauna, dificultar a recuperação dos estoques pesqueiros (região de lagos, lagoas e berçários naturais) e introduzir espécies exóticas no ecossistema. As mudanças nas rotas de navegação e locais de pesca, somadas ao aumento do esforço pesqueiro, podem reduzir a lucratividade da atividade. Vindo a comprometer toda a cadeia produtiva da pesca.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A pesca artesanal, amadora e o Turismo da Pesca Esportiva no rio Tocantins, são as atividades econômicas mais importantes na região, e qualquer impacto terá repercussões graves sobre a segurança alimentar e nutricional dessas comunidades. A perda e alteração do habitat aquático e a diminuição da atividade pesqueira são consequências esperadas, com magnitude e relevância elevadas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No mais, diante das mudanças do clima, conforme as previsões de crise hídrica, a navegabilidade do Rio Tocantins pode ser seriamente comprometida, tornando o investimento, que é bilionário, um desperdício de recursos públicos, com os custos recaindo sobre a sociedade e o meio ambiente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diante dessa situação, organizações com atuação nos três estados afetados iniciaram mobilização para discutir e divulgar os perigos que esse empreendimento representa, se opondo à continuidade da obra sem os devidos estudos, consultas e licenças que levem em consideração a amplitude dos impactos socioambientais. Desta forma, assinam este posicionamento as seguintes organizações.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Confira a Ação do Ministério Público Federal na íntegra aqui:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.mpf.mp.br/pa/sala-de-imprensa/documentos/2024/acp-mpf-anulacao-licenca-derrocamento-pedral-lourenco-1035924-87-2024-4-01-3900.pdf" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           https://www.mpf.mp.br/pa/sala-de-imprensa/documentos/2024/acp-mpf-anulacao-licenca-derrocamento-pedral-lourenco-1035924-87-2024-4-01-3900.pdf
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Vida no Cerrado - AVINC
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Alternativas para a Pequena Agricultura no Tocantins - APA-TO
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Articulação dos Povos Indígenas do Tocantins - ARPIT
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Articulação Tocantinense de Agroecologia - ATA
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Associação Alternativa Terrazul
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Associação Brasileira de Antropologia - ABA
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Associação da Comunidade Ribeirinha Extrativista Vila Tauiry - ACREVITA
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Associação de Amigos do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros - AVE
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Associação de Jovens Engajamundo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Associação Indígena Apinajé PYKA MEX
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Associação Onça D’água - Tocantins
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Associação para Recuperação e Conservação do Ambiente - ARCA
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Associação Wyty Catë das Comunidades Timbira do Maranhão e Tocantins
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cáritas Brasileira Regional Norte 2
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Centro de Direitos Humanos de Cristalândia Dom Heriberto Hermes - CDHC
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Centro de Trabalho Indigenista - CTI
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Coalizão Pelos Rios
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Coalizão Vozes do Tocantins por Justiça Climática
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Coletivo Goiás Lixo Zero
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Coletivo Ideias Urbanas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Colônia de Pescadores de Araguacema - Copesca Z-5
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Comissão Pastoral da Terra - Araguaia-Tocantins
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Comissão Pastoral da Terra - CPT Pará
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Comitê de Defesa da Vida Amazônica na bacia do rio Madeira - COMVIDA
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Conselho Indigenista Missionário regional Goiás-Tocantins
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cooperativa de Trabalho de Catadores de Material Reciclável de Bela Vista de Goiás
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira - COIAB
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           FASE Amazônia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Instituto Aldeias
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Instituto Altair Sales
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Instituto de Desenvolvimento Econômico e Socioambiental - IDESA
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Instituto EcomAmor
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Instituto Madeira Vivo - IMV
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Instituto Plantadores de Água
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Instituto Pouso Alto
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Instituto Santa Dica
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Instituto Sociedade, População e Natureza - ISPN
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Instituto Zé Claudio e Maria
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           International Rivers
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Movimento dos Atingidos por Barragens - MAB
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Movimento Estadual de Direitos Humanos e Ambientais do Tocantins
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Movimento Interestadual de Quebradeiras de Coco Babaçu - MIQCB
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Movimento Sos Cerrado
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Movimento SOS Chapada dos Veadeiros
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Museu da Águas Brasileiras
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Núcleo Rondônia do Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Socioambiental
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Observatório de Conflitos Socioambientais do Matopiba
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Rede Cerrado
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Rede Jandyras
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Rede Pouso Alto Agroecologia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sociedade Ecológica Porto das Antas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           SOS RIO Piracanjuba
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Territórios Globais - TG
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Foto: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Antônio Cavalcante/Setran-PA
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Redação: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           AVINAC
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/Antonio+Cavalcante+%28Ascom+Setran-PA%29.jpg" length="107692" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 30 Aug 2024 12:58:57 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.oncadagua.org.br/mais-de-50-organizacoes-se-opoem-a-projeto-que-seria-etapa-da-hidrovia-araguaia-tocantins</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/Antonio+Cavalcante+%28Ascom+Setran-PA%29.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/Antonio+Cavalcante+%28Ascom+Setran-PA%29.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>O Cerrado pede socorro!</title>
      <link>https://www.oncadagua.org.br/o-cerrado-pede-socorro</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         O desmatamento no Cerrado atingiu um recorde alarmante: 7.015 alertas entre agosto de 2023 e julho de 2024, o maior índice já registrado pelo INPE.
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         A expansão do cultivo de soja na região do Matopiba está impulsionando a destruição desse bioma, que é a principal fronteira agrícola do Brasil. Apenas 8% do Cerrado é protegido por lei, e a falta de reconhecimento das terras dos povos tradicionais agrava ainda mais essa situação.
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Mais da metade das queimadas em julho ocorreram nessa fronteira agrícola, evidenciando que o desmatamento descontrolado aumenta o risco de incêndios.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Enquanto a Amazônia registrou 4.314 km² de desmatamento, o Cerrado ultrapassou 7.000 km² em apenas um ano. E mesmo com esses números alarmantes, o Cerrado ainda espera por um plano de ação específico do Governo Federal para combater essa devastação.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É hora de agir e proteger o bioma Caixa D’Agua do Brasil.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2024-08-14+at+09.31.57-66ac83b3.jpeg" length="41034" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 14 Aug 2024 12:36:08 GMT</pubDate>
      <author>ascomoncadagua@gmail.com (Kiw Assessoria)</author>
      <guid>https://www.oncadagua.org.br/o-cerrado-pede-socorro</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2024-08-14+at+09.31.57-66ac83b3.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2024-08-14+at+09.31.57-66ac83b3.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Você já visitou uma unidade de conservação?</title>
      <link>https://www.oncadagua.org.br/voce-ja-visitou-uma-unidade-de-conservacao</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;i&gt;&#xD;
    
          Saiba que sua presença nestes lugares ajudam a fortalecer sua importância e conservação!
         &#xD;
  &lt;/i&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         Um estudo coordenado por pesquisadores da UFRJ e UFRRJ apontou que as 7 milhões de visitas registradas em parques nacionais em 2016 contribuíram com valores entre 1,2 bilhão e 2,9 bilhões de reais para a economia brasileira.
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          No total, os pesquisadores estimam que as cerca de 16,8 milhões de pessoas que passaram naquele ano por todas as Unidades de Conservação do país geraram entre 76 mil e 133 mil empregos.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          No Brasil, ainda temos muito espaço para o desenvolvimento dessa economia baseada na conservação. Frente a outros países latino-americanos, como Argentina, Chile e Costa Rica, nossas áreas protegidas e parques nacionais receberam mais visitas, porém se comparado a Estados Unidos e Canadá, não.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Além da contribuição econômica, estudos recentes destacam o valor das visitas às áreas protegidas para gerar um apoio societal mais amplo à conservação por parte do público e de atores políticos.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Saiba mais em: oeco.org.br
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2024-08-12+at+08.26.50.jpeg" length="65774" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 12 Aug 2024 11:30:31 GMT</pubDate>
      <author>ascomoncadagua@gmail.com (Kiw Assessoria)</author>
      <guid>https://www.oncadagua.org.br/voce-ja-visitou-uma-unidade-de-conservacao</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2024-08-12+at+08.26.50.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2024-08-12+at+08.26.50.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Conservação no Tocantins: comunidades como aliadas</title>
      <link>https://www.oncadagua.org.br/conservacao-no-tocantins-comunidades-como-aliadas</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Associação Onça D’Água trabalha há 20 anos junto a comunidades rurais que vivem dentro ou no entorno de Áreas de Proteção Ambiental (APAs), influenciando políticas públicas de conservação da biodiversidade no estado
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como fortalecer as Unidades de Conservação (UCs) do Tocantins? Essa é a pergunta que norteia o trabalho da Associação Onça D’Água nos últimos 20 anos – mais precisamente desde janeiro de 2003, quando um grupo de socioambientalistas se reuniu para fundar a entidade, cujo objetivo é apoiar e influenciar políticas públicas de conservação da biodiversidade no estado. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          “Ao longo dessa história a gente se deparou com um público pouco assistido, que são as comunidades rurais no entorno das UCs ou na própria unidade, no caso das Áreas de Proteção Ambiental (APAs). A gente percebeu essa fragilidade, as pessoas que produzem e praticam o agroextrativismo estão carentes de assistência e orientação”, comenta Angélica Beatriz, conselheira administrativa da Associação Onça D’Água.  
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          No Tocantins, 15% da área do estado são protegidas como UCs. De acordo com a legislação, após a criação da UC, um Plano de Manejo deve ser elaborado estabelecendo normas, restrições para o uso, ações a serem desenvolvidas e manejo dos recursos naturais da unidade. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Mas nem sempre os planos são criados no prazo previsto pela lei – até cinco anos após a criação da UC – ou com normas almejadas pela população que habita o entorno. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Por esse motivo, Angélica explica que o trabalho da entidade hoje também tem sido estimular a conexão das comunidades com as instituições que fazem suas gestões – sobretudo com instâncias do poder público municipal e estadual. “A gente incentiva o diálogo entre os dois grupos e tenta mostrar onde eles podem se ajudar e colaborar entre si, principalmente porque o Naturatins (Instituto Natureza do Tocantins) é responsável pelas unidades. É a figura do poder público no local”.  
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Projeto Redes 
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O projeto Redes de Iniciativas Produtivas Sustentáveis em Áreas de Proteção Ambiental (APA) no Tocantins, executado pela Associação Onça D’Água com o apoio do Fundo PPP-ECOS, do ISPN, e financiamento do Fundo Amazônia, envolveu a colaboração de gestores de três áreas de proteção ambiental: APA Ilha do Bananal/Cantão, APA Serra do Lajeado e APA Jalapão. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          “A gente conseguiu envolver gestores das três APAs que estiveram presentes no projeto e também envolver dois parques que demonstraram interesse em apoiar as atividades“, explica Angélica. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Ela destaca ainda que “abrir o caminho para o diálogo” é uma das ações mais importantes que a associação tem tocado nos últimos anos. 
          &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
          Camila Oliveira Muniz, supervisora da APA Serra do Lajeado, explica que o projeto proporcionou maior expertise para a atuação do poder público. “A gente tem essa ligação com a comunidade mas não tem a expertise que a equipe da Onça D’água trouxe pra nós, com a capacidade de agregar as pessoas de outras APAs para trocar experiências”. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A gestora diz ainda que a expectativa, para os próximos anos, é colocar produtos da biodiversidade do Cerrado na merenda escolar para fortalecer o extrativismo e a agricultura familiar, “especialmente no território das áreas protegidas do nosso estado”. 
          &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
          A partir daí, a compreensão sobre trabalhar em rede e de forma colaborativa ficou mais consolidada. Fruto disso é o Flor da Sustentabilidade, uma carta de intenções e compromissos sobre o trabalho com uso sustentável dos recursos naturais. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Agora, o momento é de continuar captando recursos para fortalecer a semente plantada pelo projeto Redes.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Iniciado em 2022, com 24 meses de execução, o projeto buscou investir no incentivo e qualificação de atores locais para inserção produtiva no mercado, para geração de renda, e incidência em políticas públicas locais, a exemplo da lei municipal  aprovada em Caseara (TO) e de autoria da vereadora Maria Angela da Toinha (PSB), membro da AMA-Cantão, que incentiva a oferta de frutos do Cerrado na merenda escolar, promovendo a melhoria da qualidade de vida e conservação da biodiversidade.  
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Ao longo deste processo, o projeto mapeou 52 iniciativas de comunidades rurais, produtores agroextrativistas e artesãos residentes do Cerrado tocantinense. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Grande Encontro 
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Realizado em outubro de 2023, o Grande Encontro de Troca de Saberes e Farinhada de Jatobá, em Caseara (TO), foi uma das 14 capacitações promovidas pelo projeto. No total, as atividades envolveram 316 beneficiários – dos quais 91 jovens – sendo eles agricultores familiares, produtores agroextrativistas e artesãos residentes em quatro regiões do Cerrado tocantinense: APA Ilha do Bananal/Cantão, APA Serra do Lajeado, APA Jalapão e Serra Geral. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Convidado para o evento, o inventor de Palmas (TO) Enoque Oliveira Freitas apresentou uma máquina despolpadeira capaz de processar a farinha de jatobá em maior quantidade e em menos tempo do que o instrumento manual, o pilão. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Em uma contagem informal para saber aproximadamente o tamanho dessa diferença, os participantes do evento chegaram no seguinte resultado: enquanto o pilão produz 2 kg de farinha em uma hora, a máquina é capaz de produzir até 30 kg no mesmo tempo.
          &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
          “Esse resultado é fruto de uma primeira experiência. A partir daí, ficou em nosso radar a possibilidade de buscar recursos para que todas possam ter a máquina”, explica Angélica.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A máquina despolpa o fruto, rico em minerais e fibras, sem quebrar a sua semente. “É uma vantagem incrível, a gente tem condições de produzir mais, porque junta a turma que vai colhendo o jatobá no mato enquanto outros estão em casa processando o fruto. Ganha mais tempo e tem mais lucro”, argumenta José Batista dos Santos, mais conhecido como Zé Mininim. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Por outro lado, ele pondera: o pilão é tradição. “A gente não pode se desfazer dele porque, por exemplo, está no meio da produção e a energia acaba. Com o pilão a gente pode continuar.”
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Especialista no manejo de jatobá, Zé Mininim trabalha com o fruto há quase 20 anos e foi responsável pela oficina de processamento da farinha no Grande Encontro. No vídeo, ele explica sobre os diferentes tipos de jatobá e destaca a importância de manter árvores de pé para a atividade agroextrativista. 
          &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Cerrado
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          “Sem o Cerrado, não conseguimos produzir mel ou nenhum outro produto da apicultura, própolis, cera e pólen”, diz o beneficiário do Redes Antônio José de Carvalho, apicultor do Assentamento Manchete, localizado na Zona rural de Marianópolis do Tocantins. “Nosso trabalho na agricultura é de preservação, contra o fogo, contra a derrubada do Cerrado. Precisamos do Cerrado em pé, não queremos um Cerrado desmatado.” 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Segundo Maurício José Alexandre de Araújo, diretor executivo da Onça D’Água,  uma das linhas do projeto é o incentivo ao plantio. Ele afirma que a agricultura é um “gargalo” para o extrativismo, já que, com o desmatamento aumentando nos locais de coleta, fica cada vez mais difícil extrair frutos, sobretudo se não há quem plante. 
          &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
          Lidejane Lopes de Oliveira e Maria Angela Gomes são extrativistas da Associação de Mulheres Agroextrativistas do Cantão (AMA Cantão). Para ambas, os frutos do Cerrado significam possibilidade de geração de renda e melhoria na qualidade de vida. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          “Cada mulher produz o que consegue, o que tá próximo de sua região. E a gente faz de tudo um pouco. Transforma o fruto em doce, licor…”, explica Lidejane. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Já Maria diz que “dos frutos que a gente colhe, nós conseguimos trazer uma renda para a nossa mesa. Isso vem mudando a minha vida e não só a minha, como a de mulheres que fazem parte desse projeto”.
          &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
          Para Silvana Bastos, assessora técnica do ISPN, o Cerrado só será conservado na escala que precisamos por meio do apoio e reconhecimento sobre o papel dos territórios tradicionais e dos povos e comunidades que vivem e cuidam do bioma. 
          &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
          O  trabalho da Associação Onça D’Água foi registrado num documentário, que sintetizou os dois anos de execução do projeto. 
          &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;i&gt;&#xD;
      
           Aqui tem PPP-ECOS: O projeto Redes de Iniciativas Produtivas Sustentáveis em Áreas de Proteção Ambiental (APA) no Tocantins, executado pela Associação Onça D’Água, foi selecionado no 29º Edital PPP-ECOS, do ISPN, e contou com financiamento do Fundo Amazônia. 
          &#xD;
    &lt;/i&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;i&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/i&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;i&gt;&#xD;
      
           Texto por Camila Araujo, assessora de Comunicação do ISPN. Fotos por Studio OX/Onça D’água. 
          &#xD;
    &lt;/i&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/Farinhada-Jatoba-Redes-Onca-dagua-OX-2023-111-scaled.jpg" length="289174" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 24 Jul 2024 17:34:06 GMT</pubDate>
      <author>kiwassessoria@gmail.com (Sarah Pires)</author>
      <guid>https://www.oncadagua.org.br/conservacao-no-tocantins-comunidades-como-aliadas</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/Farinhada-Jatoba-Redes-Onca-dagua-OX-2023-111-scaled.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/Farinhada-Jatoba-Redes-Onca-dagua-OX-2023-111-scaled.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Tocantins participa da Campanha “Um Dia no Parque”</title>
      <link>https://www.oncadagua.org.br/tocantins-participa-da-campanha-um-dia-no-parque</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As atividades da Campanha foram realizadas em Unidades de Conservação, entre os dias 14 a 23 de julho de 2024
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em 2024, a campanha Um Dia no Parque, a maior ação brasileira de valorização das Unidades de Conservação (UCs), foi realizada em diversas UCs do país, com destaque para as estaduais e municipais, com o objetivo de incentivar famílias e comunidades a conhecer e se conectar com a natureza. Sob o tema "Natureza para todas as pessoas", a iniciativa visou promover a valorização dos espaços naturais e oferecer uma oportunidade única para que o público vivenciasse experiências enriquecedoras em contato com a natureza.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          &lt;br/&gt;&#xD;
          
             No Tocantins, foram realizadas visitas e atividades no Parque Estadual do Jalapão, na Cachoeira da Velha da APA do Jalapão, na Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Catedral do Jalapão e também nas trilhas e mirantes do Parque Estadual do Lajeado. Anteriormente, uma grande festa ocorreu em 14/07 no Parque Estadual do Cantão para celebrar os 26 anos de criação da unidade, com destaque para as atividades lúdicas e trilhas com crianças do município de Caseara-TO.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Desde 2018, a campanha Um Dia no Parque engajou mais de 300 mil pessoas. Em 2024, mais de 300 Unidades de Conservação participaram da campanha. No entanto, as atividades foram restritas às UCs estaduais e municipais devido à greve dos servidores federais dos órgãos ambientais. Este foi o primeiro ano em que todos os estados do Brasil fizeram inscrições no “Um Dia no Parque”, em Unidades de Conservação de diferentes categorias, como Parque, Refúgio de Vida Silvestre, Área de Proteção Ambiental, Reserva Extrativista, Reserva Particular do Patrimônio Natural, além de uma Terra Indígena e outras áreas protegidas.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Além de colaborar fortemente com a divulgação da programação das atividades das UCs do estado para a campanha “Um dia no parque” e, de participar em 2023 das atividades do Parque Estadual do Lajeado (PEL),  a Associação Onça D’água, neste ano, não esteve em uma única UC, mas fez algo diferente entre os dias 20 e 21 de julho. Circulou por municípios na região de Serra Geral, sudeste do Tocantins, onde visitou comunidades rurais que realizam práticas produtivas sustentáveis em meio ao Cerrado aberto, com as quais desenvolve práticas de apicultura, atividade demandada recentemente pelos comunitários, e apoio para o aproveitamento de frutos nativos. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           A beleza da região, entre relevos, corredeiras, matas ciliares e veredas, é de arrancar suspiros, o que certamente explica a recente guinada da movimentação de turismo de natureza em diversos municípios. É também o polo da produção de frutos cultivados, a exemplo do côco e da banana, e principal região de extração de calcário. Nesta andança, chamou atenção a florada de ipês-amarelos e o roxo da sucupira-preta se destacando na vegetação, mas também foram avistadas queimadas e lixo às margens das estradas. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Em cinco municípios da Serra Geral existem Unidades de Conservação, em sua maioria da categoria Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN), sendo elas: RPPN Minnehaha, em Almas -TO; RPPN Aurora Natura, em Aurora-TO; RPPN Fazenda Calixto, em Dianópolis-TO e Monumento Natural Municipal da Serra de Natividade, em Natividade-TO.Os municípios de Almas e Rio da Conceição são abrangidos por parte da UC Federal Estação Ecológica Serra Geral e para o município de Paranã existe a previsão de criação do Parque Estadual Águas de Paranã (http://gesto.to.gov.br/uc/80/).
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           “Um dia no Parque” se consolida como uma importante “vitrine” de divulgação da importância econômica, cultural e natural das unidades de conservação, no contexto da economia local e do turismo de Natureza, mas, especialmente, é um chamado para a sociedade sobre a importância da sua responsabilidade por este instrumento da política pública ambiental que visa proteger e manter vivos os ambientes naturais que sustentam a base da vida de todos os seres. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Sobre a Coalizão Pró-Unidades de Conservação:
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           O Um Dia No Parque foi idealizado pela Rede Nacional Pró Unidades de Conservação, a Rede Pró UC, e é realizado pela Coalizão Pró-Unidades de Conservação, que é formada por empresas e organizações da sociedade civil comprometidas com a valorização e a defesa das unidades de conservação e que juntam forças anualmente para a realização dessa importante ação. A Coalizão é formada pela Rede Pró UC, WWF-Brasil, Fundação SOS Mata Atlântica, Instituto Semeia, Fundação Grupo Boticário, Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), IPÊ - Instituto de Pesquisas Ecológicas, FUNBIO - Fundo Brasileiro para a Biodiversidade, TNC Brasil, Imaflora e Conservação Internacional.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Segundo Angela Kuczach, diretora executiva da Rede Pró UC e idealizadora do Um Dia no Parque, para muitas Unidades de Conservação estaduais e municipais, a campanha de 2024 foi uma oportunidade para ter mais visibilidade e mostrar o trabalho realizado junto à comunidade local. “Quando esta comunidade visita as UCs, passa a entender a importância dessas áreas para a qualidade de vida e forma um laço com elas. Este foi um dos nossos objetivos, que cada pessoa se tornasse protetora das Unidades de Conservação. Além, é claro, de promover o turismo de natureza, gerando emprego e renda, que é uma forma de ajudar a preservar as áreas”, afirmou.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Sobre a Associação Onça D’água
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           A Associação Onça D’água de Apoio à Gestão e ao Manejo das Unidades de Conservação do Tocantins tem como objetivo apoiar e fortalecer essa política pública; promover a defesa, a preservação e conservação da biodiversidade, a educação ambiental e o resgate dos valores culturais.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Site: oncadagua.org.br   Instagram:@aoncadagua
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Mais informações:
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Site da Coalizão Pró-UCs: https://www.unidoscuidamos.com/
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Instagram: @umdianoparqueoficial
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2024-07-23+at+16.16.12+%281%29.jpeg" length="249499" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 23 Jul 2024 19:01:39 GMT</pubDate>
      <author>ascomoncadagua@gmail.com (Kiw Assessoria)</author>
      <guid>https://www.oncadagua.org.br/tocantins-participa-da-campanha-um-dia-no-parque</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/serras+gerais+4.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2024-07-23+at+16.16.12+%281%29.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Diversidade da Avifauna no Tocantins e a importância das Unidades de Conservação para a sobrevivência das Aves</title>
      <link>https://www.oncadagua.org.br/diversidade-da-avifauna-no-tocantins-e-a-importancia-das-unidades-de-conservacao-para-a-sobrevivencia-das-aves</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um artigo científico sobre a Avifauna tocantinense revelou uma riqueza surpreendente e a importância crucial das Unidades de Conservação (UCs) para a sobrevivência das aves na região. O estudo, que compila dados de mais de cinco décadas de pesquisa ornitológica, identificou um total de 720 espécies de aves, das quais 699 possuem evidências documentais de ocorrência no estado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;h3&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/beija-flor-tesoura_Eupetomena_macroura_Tulio+Dornas.jpg" alt=" beija-flor-tesoura_Eupetomena_macroura_Tulio+Dornas.jpg"/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Iniciando com o legado das coleções ornitológicas do pesquisador José Hidasi nas décadas de 1960 a 1990, a revisão atualizada das espécies foi conduzida com rigor científico, considerando não apenas a presença das aves, mas também seu status migratório, perfil de endemismo e categorias de ameaça. A diversidade avifaunística do Tocantins representa 36,6% das espécies reconhecidas para o Brasil, incluindo endemismos significativos como Celeus obrieni e interações únicas entre aves típicas da Amazônia e do Cerrado.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O estado, situado na região central do Brasil, abrange uma área de 277.500 km² com predominância de bioma Cerrado (90%) e remanescentes de Amazônia (10%). Esta variedade ambiental não só promove a coexistência de aves de diferentes biomas, mas também apresenta desafios significativos, como a expansão agropecuária e urbana, impactando diretamente os habitats naturais.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Entre as descobertas mais notáveis está a identificação de espécies endêmicas das transições ecológicas entre a Amazônia e o Cerrado, como C. ferdinandi, P. baeri e S. simoni, além de espécies adaptadas às florestas estacionais deciduais do sudeste tocantinense, como Pyrrhura pfrimeri e Knipolegus franciscanus.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A importância das UCs no Tocantins não pode ser subestimada. Essas áreas desempenham um papel vital na proteção de habitats críticos para aves ameaçadas, fornecendo refúgio durante migrações e períodos reprodutivos. Espécies como Aramides mangle, avistadas nas florestas inundáveis próximas ao rio Tocantins, destacam-se pela dependência desses ecossistemas costeiros e pela necessidade de áreas preservadas ao longo de suas rotas migratórias.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/jacu-de-barriga-castanha_Penelope_ochrogaster_Tulio+Dornas.jpg" alt=" jacu-de-barriga-castanha_Penelope_ochrogaster_Tulio+Dornas.jpg"/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Apesar dos esforços de conservação, a avifauna do Tocantins enfrenta desafios significativos, incluindo a perda de habitat, queimadas e atividades ilegais como a caça e o tráfico de aves. Espécies como
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Harpia harpyja
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sporophila maximiliani
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            são particularmente suscetíveis à extinção e requerem medidas urgentes de proteção e monitoramento.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Diante deste cenário, este material serve como um marco inicial para a elaboração de uma lista estadual de aves ameaçadas de extinção. Este documento será essencial para orientar políticas públicas, estratégias de conservação e ações comunitárias voltadas para a preservação da diversidade avifaunística do estado.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Confira o artigo científico na íntegra
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Aves do estado do Tocantins, Brasil: listagem das espécies e síntese do conhecimento”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Foto Capa:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           beija-flor-vermelho_Chrysolampus_mosquitus_Tulio Dornas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/beija-flor-vermelho_Chrysolampus_mosquitus_Tulio-Dornas--281-29.JPG" length="150752" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 21 Jun 2024 18:36:14 GMT</pubDate>
      <author>ascomoncadagua@gmail.com (Kiw Assessoria)</author>
      <guid>https://www.oncadagua.org.br/diversidade-da-avifauna-no-tocantins-e-a-importancia-das-unidades-de-conservacao-para-a-sobrevivencia-das-aves</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/beija-flor-vermelho_Chrysolampus_mosquitus_Tulio+Dornas+%281%29.JPG">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/beija-flor-vermelho_Chrysolampus_mosquitus_Tulio-Dornas--281-29.JPG">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Estudo da TNC traz diagnóstico inédito da Bacia do Araguaia</title>
      <link>https://www.oncadagua.org.br/estudo-da-tnc-traz-diagnostico-inedito-da-bacia-do-araguaia</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por: The Nature Conservancy
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;i&gt;&#xD;
    
          O objetivo é ajudar a garantir medidas para a preservação da biodiversidade em torno de um dos poucos rios com fluxo livre do Brasil.
         &#xD;
  &lt;/i&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
          A TNC Brasil acaba de lançar o Blueprint Araguaia, um estudo inédito para ajudar a garantir medidas para a preservação da biodiversidade em torno da Bacia do Araguaia, um dos poucos rios com fluxo livre e um importante território hídrico de conexão entre os biomas do Cerrado e da Amazônia. A publicação foi lançada durante a Semana do Meio Ambiente no seminário “Araguaia: um rio de oportunidades", promovido pelo Ministério Público Federal com apoio da TNC Brasil.
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O estudo analisou os desafios e prospectou estratégias nos quatro estados que cruzam a bacia: Goiás, Mato Grosso, Pará e Tocantins, considerando a principal área de drenagem com 2.110 quilômetros. O trabalho busca contribuir com a atuação do Grupo de Trabalho da Câmara de Meio Ambiente e Patrimônio Cultural (4CCR) do MPF, que estuda a criação de um corredor ecológico às margens do rio Araguaia e seus afluentes, para a proteção da biodiversidade local, além da sociedade civil e incentivar a atuação de iniciativas privadas no combate a degradação florestal e social das comunidades tradicionais e indígenas, que vivem em seu entorno. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Com o objetivo de identificar o conjunto de rios, riachos e suas bacias hidrográficas que serviram como base para o desenvolvimento de ações de conservação e manejo, o estudo inédito apresenta o mapeamento mais atual e completo sobre os mais de 100 municípios que a Bacia do Araguaia atravessa em seus três mil quilômetros de extensão, além de apoiar no desenvolvimento de iniciativas voltadas para a sociobiodiversidade.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           BLUEPRINT BACIA DO ARAGUAIA
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Estudo inédito para ajudar a garantir medidas para a preservação da biodiversidade em torno da Bacia do Araguaia, um dos poucos rios com fluxo livre e um importante território hídrico de conexão entre os biomas do Cerrado e da Amazônia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para isso, o método de planejamento para conservação ambiental utilizado no documento foi o Conservation Blueprint, responsável por identificar as áreas mais relevantes, ecologicamente íntegras e funcionalmente conectadas, para garantir a conservação da biodiversidade e dos ecossistemas aquáticos fundamentais relacionados ao rio Araguaia. O processo contou com o apoio de uma consultoria externa e o envolvimento de diferentes atores sociais atuantes na região, que levou a definição de áreas prioritárias para conservação e/ou melhores práticas a fim de manter a conectividade e funcionalidades dos rios na Bacia do Araguaia, assim como, a biodiversidade aquática e vidas que dependem desse ecossistema.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           A bacia hidrográfica do Tocantins-Araguaia composta pelos dois grandes rios Araguaia e Tocantins possuem uma função importantíssima para biodiversidade aquática que utiliza seus trechos principais para migração entre o Cerrado e a Amazônia. Todavia, o rio Tocantins não apresenta mais a conectividade de seu fluxo natural pela presença de barragens. Neste sentido, o rio Araguaia passa a ser uma prioridade de atuação da TNC que busca evitar a perda de fluxo de rio livre, e incentivar melhores práticas no ecossistema terrestre e aquático capaz de manter o rio Araguaia em boa condição ecológica para os diferentes usos humanos e diferentes vidas que dependem deste rio.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/17042022-DJI_0751.jpg" length="402395" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 13 Jun 2024 20:06:35 GMT</pubDate>
      <author>ascomoncadagua@gmail.com (Kiw Assessoria)</author>
      <guid>https://www.oncadagua.org.br/estudo-da-tnc-traz-diagnostico-inedito-da-bacia-do-araguaia</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/17042022-DJI_0751.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/17042022-DJI_0751.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Lei que determina a inclusão dos frutos do Cerrado na merenda escolar é aprovada em Caseara-TO</title>
      <link>https://www.oncadagua.org.br/lei-que-determina-a-inclusao-dos-frutos-do-cerrado-na-merenda-escolar-e-aprovada-em-caseara-to</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;i&gt;&#xD;
      
           Baru, Buriti, Caju do Cerrado, Cagaita, Cajá, Jatobá, Murici, Mangaba e Pequi são alguns dos frutos que poderão ser utilizados
          &#xD;
    &lt;/i&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         A Câmara Municipal de Caseara do Tocantins aprovou, no dia 26 de abril, o projeto de Lei nº 001, de 25 de março de 2024, que estabelece a inclusão dos frutos do Cerrado na merenda escolar das escolas da rede de ensino público municipal. O projeto foi proposto pela vereadora Maria Angela Gomes de Oliveira Silva, componente da Associação de Mulheres Agroextrativistas da APA Cantão (AMA Cantão), integrante do projeto Coalizão Vozes do Tocantins.
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A iniciativa visa valorizar o potencial econômico dos frutos do Cerrado da região, evidenciando a diversidade e a importância dos recursos naturais do Tocantins. Além disso, busca incentivar hábitos alimentares saudáveis, uma vez que os frutos do Cerrado são ricos em nutrientes, vitaminas, minerais e antioxidantes, conferindo inúmeros benefícios para a saúde. A medida também valoriza as tradições alimentares locais, proporcionando uma fonte adicional de renda para agricultores familiares e extrativistas. Ademais, fomenta práticas de gestão ambiental e promove um modelo de produção e consumo de alimentos com bases sustentáveis.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Para a vereadora Maria Angela Gomes de Oliveira Silva, a aprovação representa um avanço significativo para a qualidade da merenda escolar. "Nossos alunos vão estar se alimentando de frutos de qualidade e adotando uma alimentação saudável, além da valorização dos produtos locais da nossa região", ressalta.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Ela explica que, antes de se tornar lei, a proposta tinha sido sugerida ao Conselho da Alimentação Escolar, porém não avançou. Então surgiu a ideia de levar o projeto para a Câmara. "Graças a Deus, foi aprovado por unanimidade. Além disso, o presidente da Câmara também propôs o projeto de lei e espera que venha servir de exemplo para os demais municípios do Tocantins como uma alternativa aos sucos artificiais ou aqueles que são vendidos em caixas e garrafas, a maioria deles com algum tipo de conservante, aproveitando, buscando os produtos que estão na natureza e oferecem uma enorme riqueza nutricional, contribuindo para a nossa saúde", diz.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O fornecimento dos frutos do Cerrado na merenda escolar, que será destinada ao consumo dos estudantes regularmente matriculados, complementando os programas já existentes para o fornecimento de merenda escolar, será custeado por dotações orçamentárias próprias, distribuídas à disponibilidade nas unidades escolares do município.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
           
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Maria Angela ressalta a importância fundamental da aprovação do projeto de lei para a AMA Cantão. "Esta conquista representa um marco significativo para nossa associação, pois concretiza o sonho compartilhado por todas nós de contar com um espaço regularizado para comercializar nossos produtos. Ao ser introduzido nas escolas, o projeto não apenas garante a expansão de nossa base de clientes, mas também cultiva um novo público consumidor. O ensino precoce desses valores alimenta uma consciência desde a infância, garantindo que, à medida que cresçam, essas gerações se acostumem a utilizar nossos produtos e apoiar nossas ações”, enfatiza.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          "A luta pela defesa do Cerrado é uma batalha de longa data, travada há muitos anos por essas mulheres. A nova lei representa um fortalecimento significativo para a AMA Cantão e para todas as mulheres agroextrativistas, inclusive aquelas que ainda não fazem parte do grupo mas que podem se unir a essa associação", concluiu a vereadora.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Foto: Freepik 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/office-seated-personal-notes-white.jpg" length="163608" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 10 May 2024 19:59:41 GMT</pubDate>
      <author>ascomoncadagua@gmail.com (Kiw Assessoria)</author>
      <guid>https://www.oncadagua.org.br/lei-que-determina-a-inclusao-dos-frutos-do-cerrado-na-merenda-escolar-e-aprovada-em-caseara-to</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/office-seated-personal-notes-white.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/office-seated-personal-notes-white.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Jovens da região Oeste do Tocantins protagonizam diálogos participativos sobre Justiça Climática, Agroextrativismo e Sustentabilidade</title>
      <link>https://www.oncadagua.org.br/jovens-da-regiao-oeste-do-tocantins-protagonizam-dialogos-participativos-sobre-justica-climatica-agroextrativismo-e-sustentabilidade</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;i&gt;&#xD;
    
          A 1ª roda de conversa do projeto Jovem Cerrado aconteceu nos dias 30 e 31 de março, em Caseara/TO
         &#xD;
  &lt;/i&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/FullSizeRender%2829%29.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         Nos dias 30 e 31 de março, cerca de 20 jovens dos Assentamentos Onalício Barros e do Acampamento Beatriz Bandeira, localizados nas proximidades do Parque Estadual do Cantão, no território da Área de Proteção Ambiental (APA) Ilha do Bananal/Cantão, em Caseara/TO, reuniram-se para a 1ª Roda de Conversa do projeto JOVEM CERRADO, o que marcou um importante passo em direção ao fortalecimento das capacidades de atuação e incidência da juventude frente às questões socioambientais da região.
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Angélica Beatriz, voluntária da Associação Onça D'água, organização apoiadora do evento, detalha que o momento proporcionou um ambiente para a troca de experiências e aprendizado, com foco em temas de conotação emergencial como Justiça Climática, Agroextrativismo, Sustentabilidade e Comunicação Popular. “Atividades educativas não-formais foram praticadas, facilitando a compreensão da cultura política, estimulando a busca do conhecimento e do pertencimento, debatendo as interações entre os seres humanos e o ambiente natural”, aponta. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A jovem Natália, do acampamento Beatriz Bandeira, conta que o espaço de diálogos trouxe muitos conhecimentos e fomentou outros, os quais irá disseminar para os outros jovens de sua comunidade. “Pude aprender muito mais sobre o Cerrado e formas de preservar a natureza e tudo o que ela proporciona em nossas vidas”, relata. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/FullSizeRender%2877%29.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A partir de cada tema abordado, que contou com a participação de colaboradores locais, a exemplo da representante da Associação de Mulheres Agroextrativistas do Cantão (AMA CANTÃO) e dos gestores da Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Guaíra e Fazenda do Futuro, foram debatidas questões importantes acerca das demandas da região frente ao enfrentamento de impactos como incêndios florestais, avanço do desmatamento, proximidade do depósito a céu aberto do lixo gerado pelo município, exposição à pulverização aérea de agrotóxicos proveniente de projetos de produção de grãos em grande escala, dentre outros.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Neste conjunto de paisagens que compõem o Vale do Araguaia, região conhecida por deter o maior índice pluviométrico do Estado (2.000mm/ano) e de transição entre os biomas Cerrado e Amazônia, destaca-se esta Área de Proteção Ambiental (APA) Ilha do Bananal/Cantão, que nos últimos dez anos sofreu uma drástica alteração da paisagem, transitando de áreas de pastagens onde era mantida alguma vegetação arbórea para cultivo extensivo de commodities agrícolas, estando entre as três regiões do Tocantins de maior foco de desmatamento registrado em 2022, de acordo com relatório do Ministério Público Estadual - MPE/TO. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desta forma, a oportunidade de um ordenamento com base em paisagens sustentáveis, que é inerente a esta categoria de Unidade de Conservação, têm sido desperdiçada, enquanto comunidades rurais, pequenos grupos de produtores e agroextrativistas, assentados e artesãos convivem com dificuldades estruturais desde a falta de políticas públicas locais, passando pela fragilidade nas práticas organizacionais e no beneficiamento e qualificação de seus produtos para inserção no mercado e pelo enfrentamento das adversidades climáticas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “O projeto Jovem Cerrado não é um evento isolado, mas sim um catalisador para ações contínuas em prol da proteção do Cerrado e do fortalecimento das comunidades locais. Ao promover o diálogo e a ação entre os jovens, ele inspira esperança e renova o compromisso com um contexto sustentável para todos”, destaca Angélica Beatriz.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A jornalista Sarah Tamioso, também voluntária da Associação Onça D’água, aponta que por meio dos debates será possível alavancar o fortalecimento dos grupos e organizações locais, além do avanço para a discussão sobre práticas agroecológicas, com foco na justiça climática e na permanência no campo. “Acreditamos que a comunicação popular pelas mãos da juventude rural pode despertar a atenção para seus modos de vida, tirando-os da invisibilidade, valorizando seu papel e representatividade no território”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Após um primeiro dia repleto de conversas enriquecedoras, os jovens tiveram a oportunidade de vivenciar a experiência de conhecer um pouco do Parque Estadual do Cantão, onde pernoitaram e participaram de outras atividades. O desejo de conhecer a unidade de conservação foi percebido pelas articuladoras do projeto Jovem Cerrado, Geniffe Kariny do Assentamento Onalício Barros, Gabriela Sousa do Povoado do Quilombo do Prata e Caylane Souza, egressa da Escola Família Agrícola (EFA) de Porto Nacional, que garantiram a atividade na programação durante as reuniões de planejamento da atividade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na manhã do domingo, os jovens conheceram a sede administrativa, o centro de visitantes, o píer às margens do Rio do Côco, a Trilha do Ferrugem e uma das cabanas destinada à prática de camping, numa imersão sobre a biodiversidade e a importância da conservação. “Este lugar parece um paraíso, com tanta beleza e cheiros”, manifestou o jovem Carlos Henrique durante a caminhada na mata. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A 1ª Roda de Conversa é uma ação que faz parte do projeto 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Comunidades produtivas no Cerrado tocantinense: juventude liderando intercâmbios, aprendizados, sustentabilidade e comunicação popular
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , apoiado pelo Fundo Casa Socioambiental, e que contou com a colaboração do Parque Estadual do Cantão, Prefeitura de Caseara por meio da Secretaria de Agricultura e Fazenda do Futuro/Eco Araguaia, além da participação da equipe de gestão da APA Jalapão e uma jovem representante da Comunidade Galheiros.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/IMG_6767.jpg" length="510382" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 02 Apr 2024 18:56:54 GMT</pubDate>
      <author>ascomoncadagua@gmail.com (Kiw Assessoria)</author>
      <guid>https://www.oncadagua.org.br/jovens-da-regiao-oeste-do-tocantins-protagonizam-dialogos-participativos-sobre-justica-climatica-agroextrativismo-e-sustentabilidade</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/IMG_6767.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/IMG_6767.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>APA SERRA DO LAJEADO, POVOS DO CERRADO, ARTE RUPESTRE E O RISCO DAS ÁREAS NÃO PROTEGIDAS</title>
      <link>https://www.oncadagua.org.br/apa-serra-do-lajeado-povos-do-cerrado-arte-rupestre-e-o-risco-das-areas-nao-protegidas</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         As Unidades de Conservação da Natureza, espaços naturais legalmente protegidos, são, sem sombra de dúvidas, um dos mais importantes instrumentos para a proteção da biodiversidade e, consequentemente, para o ordenamento territorial, engajamento social e manutenção do patrimônio histórico e cultural, dentre outros.
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Assim, a bióloga e voluntária da Associação Onça D'água, Angélica Beatriz, deu início ao conteúdo do Catálogo de Arte Rupestre da Área de Proteção Ambiental (APA) Serra do Lajeado, reconhecendo a relevante atribuição das áreas protegidas em um contexto socioambiental e neste produto foi dada ênfase a esta APA, localizada no coração do Tocantins, nas franjas da capital do Estado.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A categoria de manejo de unidade de conservação denominada "APA" traz em si a oportunidade de um justo compartilhamento de responsabilidades sobre os ambientes naturais e o seu uso sustentável por todos os segmentos que se localizam em seus limites. Sejam municípios, produtores, empresas, a sociedade como um todo, a todos cabe o cumprimento das normas estabelecidas no Plano de Manejo da unidade, que tendem ao alcance do bem comum e dos direitos difusos.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2024-03-15+at+20.12.44+%282%29.jpeg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A APA Serra do Lajeado, além de garantir a proteção da biodiversidade e dos recursos hídricos, por meio do seu zoneamento/ordenamento territorial, abriga um dos mais vastos e diversificados registros arqueológicos do Médio-Tocantins, reconhecidos pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Por ocasião da construção da Usina Hidrelétrica de Lajeado (UHE Lajeado) no Rio Tocantins, entre os anos de 1988 a 2002, um trabalho de resgate arqueológico apoiado pela Universidade de São Paulo – USP, permitiu a identificação de trezentos e onze sítios arqueológicos nas áreas de influência da UHE, sendo a maior parte no interior da APA Serra do Lajeado. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Cada um desses sítios revelam vestígios da história e cultura de grupos humanos que, há pelo menos oito mil anos,  residiam ou transitavam pelo médio-Tocantins e que deixavam seus grafismos simbólicos nos paredões rochosos da região. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2024-03-15+at+20.12.44.jpeg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O  Catálogo de Arte Rupestre da Área de Proteção Ambiental (APA) Serra do Lajeado é um livro eletrônico produzido pela Associação Onça D'água, com a cooperação das equipes técnicas da APA Serra do Lajeado/Naturatins, IPHAN e Associação das Mulheres Artesãs e Empreendedoras de Lajeado - AMAE, apoiado pelo Conselho Regional de Biologia- CRBio 04, com o propósito de entregar à sociedade um instrumento de difusão do  conhecimento acerca de um patrimônio de riqueza imensurável para o país e para o mundo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A mensagem que os povos do Cerrado que habitavam a Serra do Lajeado há mais de oito mil anos quiseram transmitir, jamais conseguiremos determinar. No entanto, um dos autores do catálogo, Rômulo Negreiros, expressa:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "... querendo ou não, somos os receptores de uma mensagem de grande antiguidade, uma mensagem repleta de ruídos, é verdade, mas, ainda assim, uma mensagem. A pergunta que nos cabe fazer é: o que nós, “civilizados”, faremos com esse legado, com esse Patrimônio? ".
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pergunta que vale fortunas. O que faremos com esse patrimônio? Nesse exato momento, a APA Serra do Lajeado encontra-se com seu Plano de Manejo aguardando aprovação pelo seu Conselho Deliberativo, uma prerrogativa prevista na Lei Estadual nº1.560/2005. Porém, uma ação movida por um dos membros do referido conselho, a Associação dos Produtores das Serras do Lajeado e Taquarussu, resultou na determinação, pelo Tribunal  de Justiça do Estado do Tocantins, de suspensão da realização de quaisquer reuniões deliberativas do conselho (Procedimento Comum Civil nº0021094-69.2022.8.27.2729/TO) desde 7 de junho de 2022.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Impedido de se reunir, o Conselho Deliberativo não pode aprovar o Plano de Manejo, instrumento técnico que estabelece o ordenamento territorial da APA e detalha por meio do zoneamento de seus limites, as normas mais adequadas para sua proteção e uso sustentável. Sem isso, todo o contexto que deveria assegurar o direito difuso ao meio ambiente equilibrado, previsto na Constituição Brasileira, se fecha para atendimento ao interesse particular de uma única instituição conferindo fragilidade a todo o patrimônio natural e cultural contido nesta unidade de conservação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As mensagens deixadas pelos povos do Cerrado da antiguidade nos alcançaram e foram descobertas em ambientes naturais conservados. E nós, o que deixaremos para os povos nos próximos oito mil anos?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Qual a justiça que está sendo feita na APA Serra do Lajeado? 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Terminamos aqui com mais essa pergunta que vale fortunas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            CLIQUE NO
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://drive.google.com/file/d/14MUzvNzbzilLfnQMEYWGA2kkT6uB5uCo/view" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           LINK
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            PARA CONHECER E BAIXAR O CATÁLOGO ARTE RUPESTRE DA ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL (APA) SERRA DO LAJEADO.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2024-03-15+at+20.08.52+%281%29.jpeg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2024-03-15+at+20.12.44+%281%29.jpeg" length="296238" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 18 Mar 2024 13:29:06 GMT</pubDate>
      <author>aoncadagua@gmail.com (Angélica Beatriz)</author>
      <guid>https://www.oncadagua.org.br/apa-serra-do-lajeado-povos-do-cerrado-arte-rupestre-e-o-risco-das-areas-nao-protegidas</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2024-03-15+at+20.12.44+%281%29.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2024-03-15+at+20.12.44+%281%29.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>A importância das ONGs para o desenvolvimento das comunidades</title>
      <link>https://www.oncadagua.org.br/a-importancia-das-ongs-para-o-desenvolvimento-das-comunidades</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;b&gt;&#xD;
    
          A importância das ONGs para o desenvolvimento das comunidades
         &#xD;
  &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;i&gt;&#xD;
      
           As ONGs tiveram, têm e continuarão a ter um desempenho muito importante na implementação de ações voltadas para o desenvolvimento socioambiental da Amazônia
          &#xD;
    &lt;/i&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         Os episódios ocorridos no segundo semestre de 2023 envolvendo as queimadas na Amazônia e a política ambiental do Brasil trouxeram para o debate vários questionamentos, dúvidas e, até mesmo, ataques sobre o papel e a função das Organizações Não Governamentais (ONGs) na região, especialmente em relação ao uso de recursos do Fundo Amazônia, geridos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Neste contexto, três pontos são importantes salientar. O primeiro, é que muitas ONGs foram criadas e consolidaram seus papéis e relevância bem antes da instituição do Fundo Amazônia. O segundo, e ao contrário do que muitas pessoas pensam, é que não é tão fácil acessar os recursos do Fundo Amazônia. Os critérios para seleção e apoio são extremamente rigorosos, ou seja, somente organizações bem estruturadas e com excelente reputação e capacidade de execução conseguem ter projetos apoiados. O ponto três é que a
          &#xD;
    &lt;a href="https://www.fundoamazonia.gov.br/export/sites/default/pt/.galleries/documentos/informe-de-carteira/2019_06_Informe-da-Carteira-Fundo-Amazonia.pdf" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           maior fatia dos recursos internacionais
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
          advindos do fundo é destinada aos órgãos governamentais (54%) e os 43% acessados pelo terceiro setor incluem ONGs, Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIPs), entidades filantrópicas e outras formas de associação sem fins lucrativos que atuam na Amazônia. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          As ONGs tiveram, têm e continuarão a ter um desempenho muito importante na implementação de ações voltadas para o desenvolvimento socioambiental da Amazônia, em certos contextos, em complemento às iniciativas de melhoria da qualidade de vida e conservação dos recursos naturais em territórios e comunidades remotas, atendendo populações que estão em ambiente isolados e que não têm acesso a políticas públicas básicas, que são direitos constituídos, como saúde, educação, comunicação, energia e outros.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Historicamente, as ONGs desenvolvem programas e projetos que visam atender populações em situação de vulnerabilidade social, econômica e ambiental e, na Amazônia, há diversas, mas iremos citar cinco grandes exemplos de instituições sérias e consolidadas que estão na vanguarda do desenvolvimento sustentável regional, sempre atentas ao fortalecimento das comunidades e na melhoria da qualidade de vida dos amazônidas. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O primeiro exemplo vem do Oeste do Pará, em Santarém, onde está localizado o Projeto Saúde e Alegria – PSA (www.saudeealegria.org.br). Há mais de 30 anos, o projeto desenvolve ações voltadas à saúde, geração de renda, educação, cultura, inclusão digital e empreendedorismo para as populações ribeirinhas da Resex Tapajós-Arapiuns e Flona do Tapajós. As ações de saúde realizadas nessa região inspiraram políticas públicas para os biomas Amazônia e Pantanal de tão relevantes que foram os resultados. Em especial, a redução da desnutrição infantil. Recentemente, o projeto plantou mais de 73 mil mudas frutíferas e florestais para fins de reflorestamento e enriquecimento de florestas e quintais florestais; em 2019, foram 33.180 novas mudas produzidas.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/IMG_0998.webp" alt="Olimpíadas na Floresta, realizada pelo Programa de Educação para Sustentabilidade da FAS. Foto: Lucas Ramos/FAS"/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Do Amazonas, existem os outros exemplos como a Associação de Produtores Rurais de Carauari – ASPROC (
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.asproc.org.br/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           www.asproc.org.br
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ), com mais de 24 anos de atuação no Território do Médio Juruá, no Município de Carauari, com um consistente trabalho de base para o desenvolvimento e empoderamento de lideranças. Além de ações voltadas para o acesso a água e importante contribuição para a definição de modelos de comercialização de produtos agroextrativistas de ribeirinhos, em uma proposta de comércio solidário que agrega valor à produção e assegura a venda desses produtos por preços socialmente justos, beneficiando mais de 600 famílias da região. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Situado na calha do rio Solimões, no Amazonas, especificamente na cidade de Tefé, com mais de 20 anos de atuação na Amazônia, o Instituto de Desenvolvimento Sustentável de Mamirauá – IDSM (
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.mamiraua.org.br/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           www.mamiraua.org.br
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ) deveria ser considerado um patrimônio do povo amazonense pela relevância de suas atividades. O Instituto desenvolve e implementa ações voltadas à pesquisa científica, gestão comunitária, manejo de pesca e florestal, além de desenvolver e implementar diversas tecnologias sociais de acesso à água, saneamento e energia. Inúmeras publicações voltadas à fauna e à flora foram disponibilizadas a todos aqueles que desejam se aprofundar no contexto amazônico. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Localizado em Manaus e criado em 2005, o Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia – Idesam (
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.idesam.org/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           https://www.idesam.org
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ) desenvolve um sólido e integrado trabalho de base com produtores rurais e comunidades tradicionais, por meio da implementação de programas e projetos voltados para Mudanças Climáticas e REDD+, Manejo e Tecnologias Florestais, Produção Rural Sustentável e Carbono Neutro, além de participar de espaços de formulação de políticas internacionais junto a organizações que trabalham com clima e desenvolvimento sustentável. Recentemente, lançou um aplicativo que possibilitará a gestão da produção florestal, como parte de sua contribuição para soluções criativas e apropriadas para os desafios sociais e ambientais da Amazônia. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O último exemplo possui também sede em Manaus, a Fundação Amazônia Sustentável (FAS), que atua há mais de 16 anos em 16 Unidades de Conservação no Amazonas, além de implementar projetos voltados para desenvolvimento sustentável em outras áreas do Estado, abrangendo 31 dos 62 municípios do Estado do Amazonas. A FAS (
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://fas-amazonia.org/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           https://fas-amazonia.org/
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ) implementa ainda, em parceria com o Governo do Estado, uma política pública de recompensa por serviços ambientais que atende em torno de 39 mil pessoas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É importante ressaltar que nem todos os recursos financeiros que as ONGs acessam são públicos! A maioria é oriundo de empresas privadas, institutos, editais e até de fundações familiares, graças à competência, capacidade técnica e operacional, gestão e transparência demonstradas por essas ONGs na aplicação desses recursos. É preciso confiar nas causas e na responsabilidade destas instituições para investir recursos e é por isso que é importante olhar para as ONGs com a necessária lupa da transparência, conhecendo seus relatórios de auditorias independentes, seu histórico de atuação, a opinião de seu público beneficiário. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As instituições listadas neste artigo devem ser consideradas um significativo ativo brasileiro, especialmente porque em várias ocasiões foram ou são o braço do poder público para desenvolver e implementar programas, projetos e ações de maneira capilarizada em lugares remotos onde seu alcance é limitado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/FAS-2023-Solar-Community-Hub-Acao-Brincando-na-Floresta-Comunidade-Boa-Esperanca-Manicore-18-Novembro-2023-CamA-RDF_4911-72DPI-89c4366a.webp" alt="Ação Brincando na Floresta, ocorrido na Comunidade Boa Esperança, em Manicoré-AM. Foto: Rodolfo Pongelupe/FAS"/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Fonte:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Revista virtual "O Eco".
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/FAS-2023-Solar-Community-Hub-Acao-Brincando-na-Floresta-Comunidade-Boa-Esperanca-Manicore-18-Novembro-2023-CamA-RDF_4911-72DPI-24228087.webp" length="110130" type="image/webp" />
      <pubDate>Tue, 05 Mar 2024 18:09:21 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.oncadagua.org.br/a-importancia-das-ongs-para-o-desenvolvimento-das-comunidades</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/FAS-2023-Solar-Community-Hub-Acao-Brincando-na-Floresta-Comunidade-Boa-Esperanca-Manicore-18-Novembro-2023-CamA-RDF_4911-72DPI.webp">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/FAS-2023-Solar-Community-Hub-Acao-Brincando-na-Floresta-Comunidade-Boa-Esperanca-Manicore-18-Novembro-2023-CamA-RDF_4911-72DPI-24228087.webp">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Parque Nacional da Serra da Capivara ganha passeio virtual</title>
      <link>https://www.oncadagua.org.br/parque-nacional-da-serra-da-capivara-ganha-passeio-virtual</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;b&gt;&#xD;
    
          Parque Nacional da Serra da Capivara ganha passeio virtual
         &#xD;
  &lt;/b&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/5c7ed57e-6d58-4c3a-bfb3-15fa5c7a8111.jpeg"/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;i&gt;&#xD;
      
           Colaboração entre ICMBio e Serviço Geológico Brasileiro viabilizou iniciativa
          &#xD;
    &lt;/i&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Em parceria com o Serviço Geológico do Brasil - SGB, foi desenvolvido um acesso virtual que permite visualizar o importante acervo geológico, arqueológico e de grande biodiversidade do Parque Nacional da Serra da Capivara, unidade de conservação com sede localizada no município de São Raimundo Nonato, no interior do Piauí, que protege importante patrimônio, com alguns dos vestígios mais antigos da presença humana no Brasil e nas Américas.  
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Pelo seu valor histórico e cultural, o Parque Nacional da Serra da Capivara foi declarado pela Organização das Nações Unidas pela Educação, Ciência e Cultura (Unesco), em 1991, Patrimônio Cultural da Humanidade. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          “Esta é uma iniciativa do Departamento de Gestão Territorial que visa levar informações geocientíficas de Parques Nacionais e de áreas afins para os gestores e aos visitantes dessas áreas. Dotado de uma linguagem cidadã, esperamos que este produto possa enriquecer as experiências dos visitantes e fortalecer iniciativas do Parna da Serra da Capivara”, afirma Diogo Rodrigues A. da Silva, Chefe do Departamento de Gestão Territorial – DEGET/SGB. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Para a chefe da unidade de conservação, Marian Rodrigues, "o passeio virtual no Parque Nacional da Serra da Capivara é de suma importância, pois oferece acesso global à nossa rica herança cultural, possibilitando a apreciação e compreensão da região, promovendo a preservação digital e ampliando a visibilidade nacional e internacional”. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O acesso ao
          &#xD;
    &lt;a href="https://geoportal.sgb.gov.br/360serradacapivara/?fbclid=PAAaYu7Fm8D-Z457bpIHTvckC6fhEYqy3V_RIkwihD8b7wmLZ7kcv4fWJzixY" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           passeio virtual pode ser feito pelo link (AQUI)
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
          que também está disponível na bio do Instagram do Parque Nacional da Serra da Capivara. Por meio dele é possível desbravar em detalhes a pré-história, a história, a biodiversidade e as pinturas rupestres gravadas nos diversos paredões da unidade. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;i&gt;&#xD;
      
           Fonte: ICMBio
          &#xD;
    &lt;/i&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/5c7ed57e-6d58-4c3a-bfb3-15fa5c7a8111.jpeg" length="120581" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 01 Feb 2024 12:18:01 GMT</pubDate>
      <author>ascomoncadagua@gmail.com (Kiw Assessoria)</author>
      <guid>https://www.oncadagua.org.br/parque-nacional-da-serra-da-capivara-ganha-passeio-virtual</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/5c7ed57e-6d58-4c3a-bfb3-15fa5c7a8111.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/5c7ed57e-6d58-4c3a-bfb3-15fa5c7a8111.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Maria Tereza Jorge Pádua, a mulher que criou 8 milhões de hectares em áreas protegidas no Brasil</title>
      <link>https://www.oncadagua.org.br/maria-tereza-jorge-padua-a-mulher-que-criou-8-milhoes-de-hectares-em-areas-protegidas-no-brasil</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;b&gt;&#xD;
    
          Maria Tereza Jorge Pádua, a mulher que criou 8 milhões de hectares em áreas protegidas no Brasil
         &#xD;
  &lt;/b&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/Captura+de+tela+2024-01-17+142450.png"/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;i&gt;&#xD;
      
           Com uma vida dedicada à conservação da natureza, Maria Tereza Jorge Pádua, a “mãe dos parques nacionais”, fala sobre sua carreira, conquistas e o Brasil que deseja
          &#xD;
    &lt;/i&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Maria Tereza Jorge Pádua não sabe precisar quando começou a ser pioneira. Mas é o que foi durante toda a vida, enquanto abria caminhos na conservação e liderava equipes responsáveis pela criação das primeiras grandes áreas protegidas na Amazônia. Seu legado se estende por mais de 8 milhões de hectares hoje protegidos no país e inclui unidades de conservação emblemáticas como Trombetas, Chapada Diamantina e Atol das Rocas. Fã de carteirinha de Euclides da Cunha e seus “sertões” e com um nome já cimentado na história ambiental da conservação do país, Maria Tereza conversou com ((o))eco sobre carreira, universidade, culinária e, claro, meio ambiente. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Maria Tereza já havia nos concedido uma entrevista por videoconferência em 2021 e, no final de 2023, voltamos a conversar com a ambientalista. Na primeira ocasião, os jornalistas Aldem Bourscheit, Daniele Bragança, Duda Menegassi e Paulina Chamorro passaram duas horas fazendo todo tipo de pergunta. O farto material não foi publicado. Na ocasião, Maria Tereza estava pessimista em relação ao país e lamentava ter que ver o retrocesso de 50 anos na área da conservação imposta pelo governo Bolsonaro: “O presidente que nós temos não sabe o que fala na área de conservação da natureza. É uma pena, é uma vergonha para nós todos”, disse na ocasião. Ouvi a entrevista na íntegra e retomei a conversa como se tivesse participado da primeira, mas não tocamos no tema política e falamos pouco sobre criação de unidades de conservação, o feito pela qual é mais conhecida e que possui inúmeros materiais escritos, inclusive aqui em ((o))eco. A ideia era falar mais sobre a Maria Tereza que está além da funcionária dedicada do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal que liderou a criação de mais de 20 Unidades de Conservação no país, como os Parques Nacionais da Amazônia, Cabo Orange e Serra da Canastra, além das Reservas Biológicas de Atol das Rocas, Rio Trombetas e Poço das Antas, para ficar apenas em seis exemplos.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Após algumas tentativas, finalmente a videochamada dá certo e a entrevista começa. Do outro lado da tela, vemos uma senhora de cabelos castanhos brilhosos, dona de uma gargalhada contagiante, sem se importar com as dificuldades que encontramos para a nossa entrevista iniciar. Lá estava Maria Tereza Jorge Pádua, direto do Peru, onde há mais de vinte anos passa metade do tempo – ela é casada com o ecologista peruano Marc Dourojeanni, professor emérito da Universidade Nacional Agrária de Lima. Há vinte anos, eles vivem uma rotina que é dividida entre Lima e Brasília.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Aos 80 anos de idade, Maria Tereza continua ativa. Hoje, além de palestras e artigos escritos, faz parte do Conselho da Associação O Eco, membro do Conselho da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza e da comissão mundial de Parques Nacionais da União Internacional para Conservação da Natureza (UICN).
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/Captura+de+tela+2024-01-17+142355.png" alt=""/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Lembranças da infância, da vida acadêmica e do trabalho de conservação da biodiversidade
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Bem à vontade, a conservacionista fala sobre a sua infância na cidade de São José do Rio Pardo, município a 219 km de São Paulo. Quem vê hoje a notória ambientalista, responsável pela criação de uma imensa lista de unidades de conservação em todo o país, não imagina que foi a leitura de Os Sertões, de Euclides da Cunha, o divisor de águas para sua carreira. “Eu comecei a gostar da natureza lendo Os Sertões. Quando eu o li pela primeira vez, era uma menina, tinha 12 para 13 anos. É claro que não entendi quase nada. Sou da terra onde Euclides da Cunha escreveu essa obra prima. Nasci em São José do Rio Pardo, então, sou euclidiana em tudo quanto é canto. Aquilo [o livro Os Sertões] foi extremamente importante. Então, eu recomendo para todo mundo”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Os Sertões foi uma porta que se abriu no meu caminho e daí eu pensei em trabalhar com Cerrado, com sertões, com flora e com fauna, isso depois de adulta e de formada. Eu lia demais. Quando mocinha, lia José de Alencar, Machado de Assis, eu adorava. Então, Os Sertões foi o livro que mais me impressionou na vida. Eu gosto de ler até hoje. Sempre gostei demais de tudo que tinha filosofia ou que tivesse qualquer coisa da área ambiental como descrição de ecossistemas, de flora, de fauna. Eu, por exemplo, adoro os livros do meu marido”, diz a ecologista, aos risos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ainda sobre a sua infância, Maria Tereza lembra das vezes em que passava os dias na chácara dos avós maternos. A ambientalista lembra que o lugar ficava de frente ao rio Verde. “Eu aprendi desde cedo a ter muito amor pelas matas ripárias, as ciliares, porque nós nadávamos e pescávamos nesse rio. Eu logo comecei a gostar da mata e dos animais. Daí para trabalhar com isso foi um pulo. Sou engenheira agrônoma. Na época, era a profissão mais próxima da área ambiental. E meu primeiro emprego importante foi com conservação. Isso já faz 50 anos”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A mãe, Gessy Jorge, era neta de italianos e o pai, Nicolau Jorge, de sírios-libaneses. Vem daí o seu gosto por culinária, sua paixão por cozinhar. “Eu cozinho muito bem. Faço comida árabe com facilidade, porque sou neta de árabes por parte de pai, e comida italiana, porque sou neta de italianos por parte de mãe. Também me dedico à culinária peruana, porque sou casada com o Marc. Eu sempre adorei doce em casa”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando os seus pais se casaram, a mãe de Maria Tereza era muito nova, ia fazer 19 anos. Dos quatro filhos que tiveram, dois morreram na infância. Sobreviveram apenas Maria Tereza e o seu irmão mais novo, José Fausto Jorge, que vive na cidade de Sorocaba. Os pais trabalhavam numa rede hospitalar do Estado de São Paulo com referência em tuberculose. A mãe trabalhava no serviço administrativo de enfermagem, 0 pai era diretor administrador.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em 1962, Maria Tereza Jorge Pádua entrou para a Universidade Federal de Lavras (UFLA), em Minas Gerais, para cursar a faculdade de Engenharia Agronômica. Sua vida como universitária, longe dos pais, não foi fácil. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A ambientalista enfrentou dificuldades financeiras e, como o curso de engenharia agronômica era em período integral, não conseguia trabalhar. Seus pais nunca deixaram de apoiá-la, mas ganhavam pouco e não podiam sustentar a filha universitária; moravam numa casa no próprio hospital para tuberculosos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Durante os seus quatro anos como universitária, Maria Tereza se virou como pode e reconhece que, apesar das adversidades, teve ajuda de muitas pessoas. “Na época, eu morava na garagem de uma senhora em Lavras. Essa senhora e o irmão moravam juntos e embaixo da casa tinha uma garagem, um quartinho com um banheiro. Eu trabalhei no laboratório de solos da própria universidade. Recebia uma bolsa, que era pouco, metade de um salário-mínimo na época. Eu vivia com muitas dificuldades. Em frente à casa onde eu morava, tinha um buraco, um declive, onde eu plantava a minha horta e comia o que tinha plantado. Depois, comecei a namorar um rapaz, o pai dos meus filhos [o engenheiro agrônomo Luís Fernando Pádua], que era de uma família bem financeiramente em Lavras, e eles também me ajudaram muito”, lembra a conservacionista.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Olha, eu fiz muitas refeições no bandejão da faculdade – declara a ambientalista aos risos – e também tinha a dona Conceição, mãe de uma grande amiga, a Sônia Maria Pereira [Wiedmann, advogada da área ambiental} que hoje mora em Brasília. A dona Conceição me esperava no portão da casa dela porque ela sabia que eu não tinha como comprar comida. Então, na hora em que subia, depois de trabalhar no laboratório de solos, ela ficava na porta, fazia eu entrar. Ela punha nas suas mesas gigantescas: café, doce, pão de queijo e dava para eu me alimentar”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Eu, às vezes, ficava com tanta vergonha que ia pela rua de trás, fugia de vez em quando, porque era meio vergonhoso ir todos os dias. Mas nós acabávamos nos encontrando porque Lavras era uma cidade muito pequena, todo mundo se conhecia. E teve também o pai de uma amiga, na época, o tio Romeu Alvarenga, que foi um segundo pai para mim”, lembra Maria.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para se distrair, Maria Tereza passava no Bar do Ponto, onde parava para beber uma pinguinha, como ela mesma diz, aos risos. Mas, segundo a conservacionista, o dono do bar sabia que ela tinha dificuldades em comprar comida e sempre dava alguma coisa para ela comer. “Ele não me cobrava. Se eu comesse alguma coisa, ele ‘esquecia’ de marcar para pagar depois”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Eu só tenho a agradecer de ter tido a vida que tive, que dependeu de muitas pessoas boas, de bons ensinamentos, de excelentes professores. Eu não tinha carro para ir à universidade. Tinha de ser a pé. Eu andava meia hora com passo rápido, mas eu sempre penso: ‘Foi a melhor ginástica que eu fiz na vida’”, lembra.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Atrevida. Esse é o adjetivo que Maria Tereza usa para se descrever. Sem dúvida essa qualidade foi fundamental para que a conservacionista galgasse espaços que antes pertenciam somente aos homens. Estudiosa, boa aluna, conhecia muito de biodiversidade. No caminho, entretanto, teve que lidar com o machismo. Era uma das quatros mulheres em toda a universidade e a única mulher da turma de aulas práticas. A engenheira agronômica lembra que chegou a pilotar um monomotor e ouviu o gracejo : ‘Vai entrar num avião, vai manejar um trator?’. Maria, que chegou depois a dar aulas em curso de aviação, entende que isso era uma forma de vê-la como uma mocinha indefesa que precisava de proteção. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A ecologista nunca se deixou abater e enfrentou os preconceitos de sua época. “No dia que coloquei uma calça, meu Deus do céu! O meu pai me viu e foi aquele choque violento, porque moça de boa família não andava de calça comprida”. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Éramos quatro mulheres em toda a Universidade Federal de Lavras. Uma é minha comadre, madrinha de um filho meu. Então, realmente é uma situação, que a gente se sentia… não digo perseguida, mas a gente se sentia vigiada. Mas tem um bom lado, muita gente nos vigiava com amor também. Tínhamos os invejosos, como sempre tem, como em qualquer lugar da sociedade. Mas eu fui mais privilegiada do que perseguida”, afirma Maria Tereza.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Eu acho que realmente foi difícil me ver enfrentar certas situações, mas enfrentá-las me deu um gabarito excelente. Eu passei a ter muita compreensão, muito amor de pessoas e famílias”, continua a engenheira agronômica. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E foi esse excelente gabarito que fez de Maria Tereza uma das maiores conservacionistas do mundo e pavimentadora de muitos caminhos que inspiram ambientalistas até hoje. Ao ser perguntada sobre o seu pioneirismo, Maria Tereza Jorge Pádua responde lisonjeada: “É muito chique isso. Eu acho que fui, assim, uma das primeiras, da minha época. E quem trabalhou comigo, nós tivemos, realmente, que abrir um pouco de caminho, porque naquela época ninguém se importava muito com meio ambiente, com preservação da biodiversidade. Era tudo muito diferente. Se preocupavam só com o turismo, como Cataratas do Iguaçu. Então, a preservação da biodiversidade era uma coisa que quase ninguém falava”. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Maria Tereza se graduou em 1966. Depois de formada casou-se com Luís Fernando Pádua com quem teve três filhos: Alexandre, Cláudio Túlio e Fausto Luiz. Em 1968, mudou-se para o Rio de Janeiro e conseguiu um cargo no setor de parques nacionais do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal (IBDF), que havia sido criado um ano antes. O órgão precedeu o Ibama, que ela viria a presidir em 1992. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Foi no IBDF, local onde chegou a ser secretária-geral, que Maria Tereza começou seu caminho até se tornar a “mãe das unidades de conservação”. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando chegou ao IBDF, o Brasil tinha somente 15 unidades de conservação, e apenas uma na Amazônia, a Floresta Nacional de Caxiuanã. De proteção integral não havia nenhuma. Quando Maria Tereza pediu demissão em 1982, já contávamos com 63 unidades de conservação federais no país, sendo 14 de uso sustentável e 49 de proteção integral. O motivo da ambientalista entregar o cargo foi a decisão do então presidente Figueiredo de autorizar a construção de uma estrada dentro do Parque Nacional do Araguaia, no Tocantins. O projeto foi engavetado logo depois, mediante ampla campanha contrária.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Numa época em que pouco se falava em meio ambiente, criar unidades de conservação exigiu esforços, conscientização e vencer desafios. Maria Tereza tinha uma equipe pequena, de poucos recursos, então teve que pedir ajuda. A ecologista fala sobre esse começo e a elaboração de um plano de Sistemas de Unidades de Conservação no Brasil, principalmente na Amazônia. Ela destaca o papel de Kenton Miller, engenheiro florestal americano que participou do movimento conservacionista e na propagação de unidades de conservação na América Latina.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Kenton Miller era especialista em parques nacionais nos Estados Unidos e veio fazer um trabalho no Brasil, no começo da década de 1970, já que despertava interesse na Amazônia, como vários ambientalistas no mundo”, explica a engenheira agronômica. “Ele se baseava no sistema de unidades de conservação dos Estados Unidos, mas havia trabalhado também em outros países tanto da África quanto da América Latina, como o Chile”, continua Maria Tereza.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Eu não tenho nenhuma vergonha de falar que eu me baseei muito em Kenton Miller. Nós pagávamos consultoria para ele, mas Miller também trabalhava sem receber para fazer o sistema de parques nacionais no Brasil”. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Até 1974, só havia uma unidade de conservação criada na Amazônia, a Flona [Floresta Nacional] no Pará. As perguntas martelavam a cabeça: como começar, onde e como com tão poucos recursos. “Vários cientistas haviam indicado centros de endemismo na Amazônia brasileira. Onde nós vamos procurar as unidades de conservação? Nos centros de endemismo que a Amazônia teve no 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_dos_Ref%C3%BAgios" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Pleistoceno
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            [época compreendida entre 2,5 milhões e 11,7 mil anos atrás, sendo pertencente ao Período Quaternário da Era Cenozóica], então esses centros de espécies endêmicas deram o que é a Amazônia de hoje”, explica a ambientalista.
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/Captura+de+tela+2024-01-17+142615.png" alt=""/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E Maria Tereza continua: “Na época eram fotografias aéreas feitas com sobrevoos, com mapas do Inca, etc. Não eram satélites (risos). Vários institutos do Brasil tinham estudos na Amazônia. Usamos muito o Projeto Rondon [plano desenvolvimentista implementado no Governo Médici, em 1968, que levou universitários a terem contato com comunidades do Norte e Nordeste do país para implantar ações assistenciais nesses lugares]”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Num período difícil como o regime militar, Maria Tereza afirma que se sente sortuda de conseguir implantar unidades de conservação (UC’s) nessa época. Claramente contrária à ditadura militar, mesmo assim, reconhece a participação e a ajuda de figuras como o almirante Ibsen de Gusmão Câmara e do também almirante José Luís Belart, e os descreve como ‘figuras impagáveis e inesquecíveis’ no processo de implementação das UC’s no país. Os dois almirantes foram as pontes que Maria Tereza tinha com as Forças Armadas. Tanto Ibsen quanto Belart eram apegados à ideia de se fazer unidades de conservação no país. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De tantas unidades de conservação criadas, tem uma que não sai da mente da ecologista: a criação da Reserva Biológica (Rebio) do Rio Trombetas, no Pará, no dia 21 de setembro de 1979. Não que a Rebio seja mais importante do que tantas outras que Maria Tereza ajudou a criar. O motivo da lembrança e da emoção é que essa UC foi proposta pelo primeiro marido da ambientalista, Luís Fernando Pádua, que estudava tartarugas de água doce em Trombetas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “No dia em que foi criado o Rio Trombetas, eu chorava. Eu fui fazer maquiagem, acho que entre seis e meia às sete da manhã. A cerimônia foi cedo. Na hora que o Figueiredo [presidente João Figueiredo] assinou o Trombetas, eu comecei a chorar e o Ibsen sentado ao meu lado falou assim: ‘Cê tá chorando lágrimas negras’. Porque eu estava pintada, tinha feito maquiagem e fiquei toda borrada. Eu com o presidente da República e tudo, ele me deu o lenço. Eu nunca devolvi o lenço. Ficou de história (risos)”, lembra Maria Tereza. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Mas o Rio Trombetas me emocionou demais. Eu acho que o envolvimento do Luís, de ter feito todo o trabalho lá, envolvendo os meus filhos e tal. Com a primeira unidade marinha, eu também fiquei louca, que foi Fernando de Noronha. Eu amo cada uma. Foram muitos anos, 50 anos na área. Eu tive a chance de ver muita coisa bonita. Muita coisa boa acontecer”, acrescenta a conservacionista.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em 2016, foi contemplada com a medalha John C. Phillips, honraria existente desde 1963, concedida a personalidades que dedicaram a vida à causa da conservação. Pela primeira vez, o prêmio foi concedido ao Brasil e Maria Tereza se tornou a segunda mulher, depois de Indira Gandhi, a ser agraciada com uma das maiores honrarias na área da conservação mundial.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Embora concorde que a conscientização sobre a importância da preservação e conservação da natureza tenha melhorado ao longo das décadas, Maria Tereza afirma que, na prática, a proteção da biodiversidade deixa muito a desejar no país. “Eu sinto mais do que tudo, quando as pessoas falam de meio ambiente com um pouco de escárnio. Quando falam de fauna e flora, o escárnio é maior até. Existem pessoas que brincam: ‘‘Tá preservando bichinho, ‘plantinha’. Mas é extremamente importante nós preservarmos a biodiversidade para a nossa própria vida”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/Captura+de+tela+2024-01-17+142355.png" length="1097266" type="image/png" />
      <pubDate>Wed, 17 Jan 2024 17:39:10 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.oncadagua.org.br/maria-tereza-jorge-padua-a-mulher-que-criou-8-milhoes-de-hectares-em-areas-protegidas-no-brasil</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/Captura+de+tela+2024-01-17+142355.png">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/Captura+de+tela+2024-01-17+142355.png">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Rede Cerrado realiza ato na COP 28 e faz alerta global sobre a preservação do segundo maior bioma do Brasil</title>
      <link>https://www.oncadagua.org.br/rede-cerrado-realiza-ato-na-cop-28-e-faz-alerta-global-sobre-a-preservacao-do-segundo-maior-bioma-do-brasil</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         Por: Mídia Ninja
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/photo_2023-12-07_13-42-14-1024x682.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Campanha pretende sensibilizar comunidade internacional para a importância de preservar o Cerrado e seus povos e comunidades
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Representantes da Rede Cerrado e organizações parceiras marcaram presença na 28ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP 28), em Dubai. Com o Cerrado em foco, segundo maior bioma do Brasil, o movimento busca destacar a urgência da preservação ambiental em meio aos desafios climáticos globais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ontem (6), ativistas, representantes e ambientalistas uniram suas vozes em um protesto contundente durante o evento internacional. O objetivo foi chamar a atenção para a importância vital do Cerrado e os perigos iminentes que o bioma enfrenta.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A campanha “Cerrado e Amazônia: conectados pela água” é a bandeira levantada pela Rede Cerrado. O movimento visa sensibilizar a comunidade internacional sobre a intrínseca interdependência entre os biomas. Povos tradicionais do Cerrado foram representados no evento, enfatizando a riqueza da sociobiodiversidade e a vitalidade das nascentes de aquíferos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A ameaça do desmatamento à segurança hídrica foi um ponto crucial nas mensagens dos ativistas. O grupo defende, na COP 28, a inclusão de “other wooded lands” na legislação europeia, visando proteger o Cerrado, profundamente impactado pelo consumo europeu.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O compromisso é claro: preservar não apenas o bioma, mas também os direitos das comunidades tradicionais que dependem dele. A presença marcante na COP reflete a determinação desses defensores do Cerrado em buscar soluções efetivas para os desafios ambientais que se apresentam, chamando a atenção global para a necessidade urgente de agir em prol da natureza.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           grafo Novo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/photo_2023-12-07_13-42-14-1024x682.jpg" length="138434" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 07 Dec 2023 19:26:05 GMT</pubDate>
      <author>ascomoncadagua@gmail.com (Kiw Assessoria)</author>
      <guid>https://www.oncadagua.org.br/rede-cerrado-realiza-ato-na-cop-28-e-faz-alerta-global-sobre-a-preservacao-do-segundo-maior-bioma-do-brasil</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/photo_2023-12-07_13-42-14-1024x682.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/photo_2023-12-07_13-42-14-1024x682.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Oficina de Elaboração de Projetos impulsiona iniciativas sustentáveis na APA Serra do Lajeado e região das Serras Gerais</title>
      <link>https://www.oncadagua.org.br/oficina-de-elaboracao-de-projetos-impulsiona-iniciativas-sustentaveis-na-apa-serra-do-lajeado-e-regiao-das-serras-gerais</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Oficina de Elaboração de Projetos impulsiona iniciativas sustentáveis na APA Serra do Lajeado e região das Serras Gerais
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/8-683d3ebd.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         A Associação Onça D'Água realizou, no último dia 18 de novembro, uma Oficina de Elaboração de Projetos como parte integrante do projeto "Redes de Iniciativas Produtivas Sustentáveis em Áreas de Proteção Ambiental no Tocantins". Essa iniciativa atendeu a uma demanda dos beneficiários da APA Serra do Lajeado e da região das Serras Gerais, visando fortalecer as práticas de gestão organizacional por meio da submissão de projetos em editais de potenciais financiadores no campo socioambiental. 
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Sob a orientação das profissionais Angélica Beatriz e Ediclea Araújo, voluntárias e membros do Conselho Administrativo da Onça D'Água, a oficina adotou uma abordagem prática, baseada na premissa de "aprender fazendo". Os participantes foram incentivados a construir suas propostas por meio de processos de construção do conhecimento, debates colaborativos e entendimento das demandas locais.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/5-93e78dc5-a94588cb.jpeg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Durante o evento, foram abordados diversos conteúdos, desde os conceitos fundamentais até os componentes estruturais de projetos. Além disso, os participantes tiveram a oportunidade de aprofundar o entendimento sobre editais de diferentes fontes e programas ecossociais, como o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://ispn.org.br/ppp-ecos-promocao-de-paisagens-produtivas-ecossociais/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Fundo PPP-Ecos
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://casa.org.br/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Fundo Casa
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , dos quais a própria Onça D'água tem experiência na execução de projetos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em relação a isso, um dos pontos destacados pelas facilitadoras foi a relevância das parcerias institucionais na potencialização de oportunidades em ações coletivas, ressaltando o fortalecimento proporcionado por essas colaborações.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Foram impressões expressas por alguns dos participantes sobre a oficina: "Que bom que tivemos essa oportunidade"; "A oficina superou minhas expectativas"; "Eu obtive muitos conhecimentos"; "Gostaria que houvessem mais oficinas como essa"; "Meu sentimento ao final das atividades práticas foi de realização e superação".
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/6-584388d2.jpeg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A realização desta oficina contou com o apoio do Núcleo de Estudos Rurais, Desigualdades e Sistemas Socioecológicos (Neruds) da UFT, Campus de Palmas, que cedeu o espaço do auditório para a condução das atividades, fortalecendo o compromisso conjunto com a construção de iniciativas sustentáveis para a região.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Juntos, estamos construindo um caminho de fortalecimento coletivo rumo à  conservação do Cerrado e ao desenvolvimento socioeconômico responsável em nossas áreas protegidas. Agradecemos a todos os participantes e apoiadores por fazerem desta oficina um passo importante nessa jornada focada na sustentabilidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Apoio: PPP-Ecos/ISPN/FUNDO AMAZÔNIA
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/1-695e5841.jpeg" length="77959" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 24 Nov 2023 14:21:55 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.oncadagua.org.br/oficina-de-elaboracao-de-projetos-impulsiona-iniciativas-sustentaveis-na-apa-serra-do-lajeado-e-regiao-das-serras-gerais</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/1-695e5841.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/1-695e5841.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>UNIDADES DE CONSERVAÇÃO ESTOCAM 28 ANOS DE EMISSÕES NACIONAIS DE DIÓXIDO DE CARBONO</title>
      <link>https://www.oncadagua.org.br/unidades-de-conservacao-estocam-28-anos-de-emissoes-nacionais-de-dioxido-de-carbono</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         Realizada por ((o))eco e Ipam, a estimativa inédita associa as agendas globais de clima e de conservação da biodiversidade
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         O Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) e ((o))eco estimaram em primeira mão quanto carbono há na vegetação das unidades de conservação terrestres no país. O trabalho conecta as agendas globais de proteção do clima e da biodiversidade.
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Parques e outras reservas ecológicas federais, estaduais e municipais, em terras públicas e privadas, cobrem por volta de 18% do território continental ou quase 1,6 milhão de km2 na Amazônia, Caatinga, Cerrado, Pantanal, Mata Atlântica e Pampa. A área é similar à do Amazonas. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Essas reservas compõem o Sistema Nacional de Unidades de Conservação
          &#xD;
    &lt;a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9985.htm" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           (SNUC)
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
          , cujas principais atribuições incluem manter a biodiversidade e os recursos genéticos do país. Mas, esse patrimônio público também é peça-chave para equilibrar o clima.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A vegetação acima e abaixo do solo nessas áreas guarda ao menos 19 gigatoneladas (Gt) de carbono, análogas a 28 anos de emissões nacionais de CO2, gás que amplia o efeito estufa e eleva a temperatura global. Em 2021, o país
          &#xD;
    &lt;a href="https://g1.globo.com/meio-ambiente/noticia/2022/11/01/nivel-de-emissoes-de-gases-de-efeito-estufa-no-brasil-em-2021-tem-a-maior-alta-desde-2003-aponta-relatorio.ghtml" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           emitiu
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
          2,42 Gt de
          &#xD;
    &lt;a href="https://ipam.org.br/glossario/co2-equivalente-co2e/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           CO2 equivalente
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
          , taxa que reúne outros gases que afetam o clima.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          “É fundamental essa conversa entre as agendas climática e de biodiversidade no Brasil, onde as perdas de vegetação nativa são a maior fonte de emissões de gases-estufa”, destaca Ane Alencar, diretora de Ciência do Ipam e doutora em Recursos Florestais e Conservação pela Universidade da Flórida.  
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/1-desktop-PT-nova.webp" alt=""/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Parágrafo NoA lista de reservas foi obtida junto ao ICMBio e ao Cadastro Nacional de Unidades de Conservação (CNUC). Os cálculos usaram as médias de carbono estocadas nos diferentes tipos de flora de cada bioma, variando de 593,8 toneladas de CO2 por hectare (ha), na Amazônia, a 83,6 tCO2 por ha, na Caatinga. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Os estoques médios nos demais biomas são de 413,5 tCO2 por ha (Mata Atlântica), 178,8 tCO2 por ha (Cerrado), 153,9 tCO2 por ha (Pantanal) e 128,2 tCO2 por ha (Pampa). Os dados vieram da
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://repositorio.mctic.gov.br/handle/mctic/4782" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Quarta
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Comunicação Nacional do Brasil à Convenção sobre Mudança do Clima das Nações Unidas.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, as 10 áreas com mais carbono estão na Amazônia e são os parques nacionais Montanhas do Tumucumaque, do Pico da Neblina e do Jaú, as estações ecológicas do Grão Pará e da Terra do Meio, as florestas estaduais do Paru, do Trombetas e do Amapá, a Área de Proteção Ambiental Tapuruquara e a Reserva de Desenvolvimento Sustentável Cujubim. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O balanço mostra igualmente que as reservas amazônicas concentram 92% do carbono do SNUC, não só porque a flora nativa da floresta equatorial acumula naturalmente bem mais desse elemento que a de outras regiões, mas sobretudo pela gritante diferença de área protegida entre os biomas.vo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/1-desktop-PT-nova-2.webp" alt=""/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Enquanto unidades de conservação abrigam 28,41% da Amazônia, no Pampa a taxa é de 2,95%. Nas demais regiões o cenário não é menos preocupante. No Pantanal a área de conservação é de 4,68%, no Cerrado de 8,62%, na Caatinga de 9,16% e na Mata Atlântica de 10,38%. Os números são do
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://antigo.mma.gov.br/areas-protegidas/cadastro-nacional-de-ucs" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           CNUC
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Isso mostra que, sobretudo fora da Amazônia, há grandes oportunidades para ampliar o sistema de unidades de conservação e beneficiar, ao mesmo tempo e do nível local ao global, as agendas de conservação da biodiversidade e de proteção do clima.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Metas internacionais
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://oeco.org.br/dicionario-ambiental/28727-o-que-sao-as-metas-de-aichi/#:~:text=Meta%2015%3A%20At%C3%A9%202020%2C%20a,a%20mitiga%C3%A7%C3%A3o%20e%20adapta%C3%A7%C3%A3o%20%C3%A0" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           pedem
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            a proteção de ao menos 17% das áreas terrestres mais importantes para manter a diversidade biológica e serviços ecossistêmicos. E esses conjuntos de reservas devem ser bem gerenciados e interligados a outras medidas protetoras da natureza.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quanto às esferas administrativas, os estoques de carbono estão concentrados nas unidades de conservação federais (54,01%) e estaduais (42,53%), e bem menos das municipais (3,46%). Isso também se deve aos distintos montantes de territórios protegidos por cada esfera de governo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A análise inédita aponta igualmente que as 10 unidades de conservação que mais perderam carbono entre a sua criação e o ano de 2022 foram nove Áreas de Proteção Ambiental e uma Floresta Nacional, todas reservas de
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://oeco.org.br/dicionario-ambiental/27099-o-que-sao-unidades-de-conservacao/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           uso sustentável
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            distribuídas na Amazônia, Mata Atlântica e Cerrado.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por outro lado, o balanço evidencia uma diferença de apenas 6,5% entre os estoques de carbono verificados no estabelecimento das reservas e no ano passado. Isso confirma o papel indispensável do SNUC para conter as perdas de vegetação natural no país.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/25215745-high.webp" alt=""/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Todavia, não faltam ameaças à proteção ambiental brasileira. Além dos incêndios que esta época do ano calcinam o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-11/pantanal-tem-mais-de-3-mil-incendios-em-novembro-recorde-historico" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Pantanal
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e a Amazônia, projetos tramitando nos parlamentos federal e estaduais podem reduzir ou eliminar unidades de conservação que guardam 21% do carbono no SNUC.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            As propostas
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://oeco.org.br/wp-content/uploads/2023/11/factsheet_UC-tema05-2020.pdf" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           legislativas
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            envolvem áreas na Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica e Pampa. A Estação Ecológica de Tamoios e os parques nacionais do Iguaçu, dos Campos Gerais, da Serra da Bodoquena e dos Lençóis Maranhenses figuram entre as principais reservas ameaçadas. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Assegurar que a grande quantidade de carbono permaneça estocado pede um cuidado ainda maior com a incidência de fogo, o desmatamento e outras pressões sobre o sistema nacional de unidades de conservação”, lembra Ane Alencar, do Ipam.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A estimativa de carbono e de CO2 no SNUC e a análise de dados foram feitas por Bárbara Zimbres, pesquisadora do Ipam, e por Aldem Bourscheit, repórter de ((o))eco.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/3-desktop-PT-nova.webp" alt=""/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           *Capa: Floresta Nacional do Tapajós. Foto: Marcio Isensee e Sá
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Aldem Bourscheit
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Jornalista cobrindo histórias sobre Conservação da Natureza, Crimes contra a Vida Selvagem, Ciência, Comunidades Indígenas e Tradicionais. Atuou em jornais, rádios, organizações não governamentais, setor privado e governamental. Pós-graduado em Meio Ambiente, Economia e Sociedade pela Faculdade Latino-americana de Ciências Sociais (Argentina). Especializado em Políticas Socioambientais e Públicas. Membro da Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/HD-08-_-IMG_1095_Marcio-Isensee-e-Sa.webp" length="48422" type="image/webp" />
      <pubDate>Wed, 22 Nov 2023 19:01:40 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.oncadagua.org.br/unidades-de-conservacao-estocam-28-anos-de-emissoes-nacionais-de-dioxido-de-carbono</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/HD-08-_-IMG_1095_Marcio-Isensee-e-Sa.webp">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/HD-08-_-IMG_1095_Marcio-Isensee-e-Sa.webp">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>(UM) SER VOLUNTÁRIO NA ASSOCIAÇÃO ONÇA D’ÁGUA</title>
      <link>https://www.oncadagua.org.br/um-ser-voluntario-na-associacao-onca-dagua</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;b&gt;&#xD;
    
          (UM) SER VOLUNTÁRIO NA ASSOCIAÇÃO ONÇA D’ÁGUA
         &#xD;
  &lt;/b&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp-Image-2023-11-06-at-16.19.02-61bb7edc.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         Numa busca conceitual para compreender a dimensão do termo “voluntariado” ou sobre aquele que pratica o voluntariado, encontrei uma diversidade de definições e destaquei algumas que me chamaram a atenção, por exemplo esta, de autoria de Mônica Corullón
         &#xD;
  &lt;i&gt;&#xD;
    
          (Voluntários-Programa de estímulo ao trabalho voluntário no Brasil. São Paulo: Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança, 1996):
         &#xD;
  &lt;/i&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;i&gt;&#xD;
        
            “O voluntário é um ator social e
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             agente de transformação
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            , que presta serviços não remunerados em benefício da comunidade, doando seu tempo e conhecimentos, realizando um trabalho gerado pela energia de seu
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             impulso solidário
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            , atendendo tanto às
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             necessidades do próximo
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            ou aos imperativos de uma causa, como às suas
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             próprias motivações pessoais
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            , sejam estas de caráter religioso, cultural, filosófico, político, emocional”.
           &#xD;
      &lt;/i&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Seguindo a busca, fui instigada a ir mais além e tentar compreender as motivações daqueles que se dedicam ao voluntariado e encontrei uma lista longa de motivos, dentre eles dois de muito significado para mim (da mesma autora citada acima), que são: a doação de tempo e esforço como resposta a uma
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            inquietação interior que é levada à prática
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           (cunho pessoal), e a tomada de consciência dos problemas ao se enfrentar com a realidade, o que leva à
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            luta por um ideal
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           ou ao
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            comprometimento com uma causa
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           (cunho social). A autora descreve ainda que
           &#xD;
      &lt;i&gt;&#xD;
        
            “o potencial transformador das atitudes voluntárias representam o
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             crescimento interior do próprio indivíduo
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            ”.
           &#xD;
      &lt;/i&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Outro autor, Miguel Darcy de Oliveira
           &#xD;
      &lt;i&gt;&#xD;
        
            (Centros de voluntários: transformando necessidades em oportunidades de ação. São Paulo: Programa Voluntários do Conselho da Comunidade Solidária)
           &#xD;
      &lt;/i&gt;&#xD;
      
           , diz o seguinte:
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;i&gt;&#xD;
        
            “O voluntariado que nasce deste
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             encontro da solidariedade com a cidadania
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            não substitui o Estado nem se choca com o trabalho remunerado mas exprime, isto sim, a c
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             apacidade da sociedade de assumir responsabilidades e de agir por si mesma
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            ”
           &#xD;
      &lt;/i&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           E mais:
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;i&gt;&#xD;
          
             “O trabalho voluntário é também, cada vez mais,
             &#xD;
          &lt;b&gt;&#xD;
            
              uma via de mão dupla: não só generosidade e doação, mas também abertura a novas experiências
             &#xD;
          &lt;/b&gt;&#xD;
          
             , oportunidade de aprendizado,
             &#xD;
          &lt;b&gt;&#xD;
            
              prazer de se sentir útil
             &#xD;
          &lt;/b&gt;&#xD;
          
             , criação de novos vínculos de pertencimento, afirmação do
             &#xD;
          &lt;b&gt;&#xD;
            
              sentido comunitário
             &#xD;
          &lt;/b&gt;&#xD;
          
             ”
            &#xD;
        &lt;/i&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;i&gt;&#xD;
          &lt;br/&gt;&#xD;
        &lt;/i&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           E como se dá o voluntariado e quantos são no Brasil? Como isso acontece? Algumas respostas a esses questionamentos foram encontradas no e-book intitulado “Voluntariado no Brasil: duas décadas de transformação”, pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha e Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social – IDIS, lançado no ano de 2022, que revelou que o percentual da população brasileira que já praticou o voluntariado em algum momento de sua vida passou de 18% em 2001 para 56% em 2021, registrando um total de 57 milhões de voluntários ativos.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/3-2e1a47ac.png" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De acordo com o IDIS, a publicação reúne uma coletânea de artigos escritos por especialistas, com diversos temas, atores e experiências inspiradoras de voluntariado, contendo dados que demonstram a capacidade e criatividade do povo brasileiro na construção de uma sociedade melhor e mais justa a partir da ação voluntária, além de traçar as perspectivas para o futuro do voluntariado no país.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/infografico+OD.png" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h5&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Fonte:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://pesquisavoluntariado.org.br"&gt;&#xD;
      
           https://pesquisavoluntariado.org.br
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/h5&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Outro importante exemplo de como o voluntariado se materializa no Brasil é o Programa de Voluntariado para a Conservação da Biodiversidade, realizado pelo
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://ipe.org.br/projetos/voluntariado-para-conservacao/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Instituto de Pesquisas Ecológicas – IPÊ
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , que conecta voluntários e empresas com as áreas federais protegidas. A instituição também lidera a realização do Fórum Brasileiro de Voluntariado em Unidades de Conservação e o Encontro de Boas Práticas em Voluntariado em Unidades de Conservação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ainda na temática ambiental temos o exemplo do Instituto Chico Mendes para Conservação da Biodiversidade – ICMBio, que estimula a participação da sociedade junto à gestão socioambiental das Unidades de Conservação da Natureza  e nos Centros de Pesquisa sob sua responsabilidade, no âmbito federal, com aproximadamente 50 mil voluntários já tendo vivenciado essa experiência. Interessados podem se inscrever através do
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://sejaumvoluntarioicmbio.nectosystems.com.br/voluntariado/login/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Sistema do Programa de Voluntariado
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/1-b9f29a27.png" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Matutando sobre essas reflexões e iniciativas, encontro e identifico similaridades e talvez até respostas ao nosso trabalho voluntário enquanto ONÇA D’ÁGUA. Por vezes, pode parecer que somos poucos ou que nossa atuação é tímida. No entanto, o simples fato de estarmos aqui, compondo esse grupo pautado em amizade e ideais, torneado pelo interesse na conservação do Cerrado, já nos coloca numa condição diferenciada. E nossa história já tem um ponto a mais para ser contada por cada um de nós, como multiplicadores dessa prática em nossos próprios núcleos sociais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/frases+od.png" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Compor essa associação tão diversa em mentes, sentimentos, desejos, crenças, apostas, afetos e intercâmbios, é motivo para celebração e gratidão. Juntos em um propósito somos uma força, um movimento. Nossa estrutura social, composta por Assembléia Geral, Conselho Administrativo e Conselho Fiscal, organiza a atuação institucional e cada pessoa que a compõe importa, pois dá sentido à própria existência do grupo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/2-f53449d8.png" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Com isso, quero reforçar que o papel de cada membro da nossa Associação Onça D’água tem relevância igual, ainda que uns estejam à frente da gestão temporariamente, enquanto outros formam o corpo que avalia e delibera. E assim desejo que possamos seguir ainda por muitas missões, sustentados por nossa amizade, pelo amor aos seres e pela fé na vida,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           voluntariamente entregues ao desejo de contribuir para a construção de uma sociedade mais justa e sustentável
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Saudações voluntárias!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/VOLUNTARIADO+OD.png" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           INFORME-SE: O VOLUNTARIADO ESTÁ NORMATIZADO PELA LEI FEDERAL Nº 9.608/1998
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Redação: Angélica Beatriz Corrêa Gonçalves – Voluntária e Membro do Conselho Administrativo da Associação Onça D’água.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Revisão: Danièla Ramos – Voluntária da Associação Onça D’água.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2023-11-06+at+16.19.02.jpeg" length="230169" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 06 Nov 2023 20:36:57 GMT</pubDate>
      <author>kiwassessoria@gmail.com (Sarah Pires)</author>
      <guid>https://www.oncadagua.org.br/um-ser-voluntario-na-associacao-onca-dagua</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp-Image-2023-11-06-at-16.19.02-61bb7edc.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2023-11-06+at+16.19.02.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Associações do Jalapão apresentam catálogo de produtos artesanais</title>
      <link>https://www.oncadagua.org.br/associacoes-do-jalapao-apresentam-catalogo-de-produtos-artesanais</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;b&gt;&#xD;
    
          Associações do Jalapão apresentam catálogo de produtos artesanais
         &#xD;
  &lt;/b&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/Reprodu%C3%A7%C3%A3o+Cat%C3%A1logo+Prata+-por+Emerson+Silva-WWF+Brasil.png"/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;i&gt;&#xD;
        
            Material é fruto da cooperação técnica entre a Associação Onça D’Água e o WWF Brasil
           &#xD;
      &lt;/i&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O catálogo reúne a história, as tradições e os produtos da Associação Comunitária Quilombola dos Extrativistas, Artesãos e Pequenos Produtores do Povoado Do Prata; da Associação de Artesãos e Extrativistas do Povoado do Mumbuca; e da Associação Comunitária dos Artesãos e Pequenos Produtores de Mateiros (ACAPPM). 
          &#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           A cooperação técnica entre a Associação Onça D’Água e o WWF Brasil alavancou uma série de iniciativas para o fortalecimento do Manejo Integrado do Fogo (MIF) e da Sociobiodiversidade em comunidades rurais da região do Jalapão. Neste mês, a parceria entrega seu último produto: um catálogo digital elaborado conjuntamente com as associações beneficiárias do projeto.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          “A existência dos catálogos fortalece a divulgação e a venda dos produtos, facilita a comunicação com clientes no Brasil e em outros países, além de mostrar a história de cada associação e os demais serviços ofertados pelas comunidades, como os festejos, o Turismo de Base Comunitária e os produtos da agricultura familiar e do extrativismo sustentável do Cerrado”, explica a coordenadora do projeto, Cassiana Moreira.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/Cassiana+Moreira+%28Por+Loiro+Cunha%29.jpeg" alt=""/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para a artesã e presidente da Associação de Mateiros (ACAPPM), Laudeci Monteiro, o material foi muito aguardado. “É com muita emoção que falo desse catálogo porque tinha muitos anos que a gente estava querendo, mas a gente não tinha, a Associação não tinha condição de fazer. E esse catálogo chegou em boa hora. Muita gente, muitos clientes pedem foto e toda vez tinha que ir na loja fotografar e tirar medida”, conta.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Maurício Araújo, voluntário e diretor executivo da Associação Onça D’água, complementa que o projeto veio para ampliar a compreensão e a valorização do Cerrado e dos povos que o habitam e protegem. “A parceria foi muito boa, porque conseguimos unir recursos e conhecimentos para prestar apoio às atividades sustentáveis dessas comunidades, além de compartilhar com elas práticas que podem aplicar no seu dia a dia e no seu sustento. Finalizamos esse projeto muito satisfeitos com o resultado”, relata o diretor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://drive.google.com/drive/folders/1yQvTHil_QzD5vLsU2QyHKooPREVKI0UN?usp=sharing" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Acesse aqui os catálogos digitais!
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cooperação pelo Cerrado
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O projeto “Fortalecimento das ações de Manejo Integrado do Fogo junto às áreas protegidas e Sociobiodiversidade no território do Jalapão” foi resultado da cooperação técnica firmada entre a Associação Onça D’Água e o WWF Brasil, que uniram suas competências a fim de fortalecer esses territórios, que são instrumentos essenciais para a proteção do Cerrado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Durante o período de um ano, iniciado em setembro de 2022, foram desenvolvidas ações de manejo integrado do fogo, lideradas pelos gestores da Área de Proteção Ambiental (APA) Jalapão e do Parque Estadual do Jalapão (PEJ) e apoiadas pelo projet, além de atividades focadas no fortalecimento da economia agroextrativista local.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp-Image-2023-01-03-at-23.29.29--281-29.jpeg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Onça D’Água
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Associação Onça D’água de apoio às Unidades de Conservação do Tocantins cumpre seus objetivos promovendo iniciativas em defesa da conservação da biodiversidade e do uso sustentável do Cerrado. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Composta por um grupo de profissionais voluntários de diversas formações, a Onça D'água é uma Organização da Sociedade Civil (OSC) sem fins lucrativos e membro da Coalizão Vozes do Tocantins por Justiça Climática.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por Sarah Tamioso/Ascom
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/Reprodu%C3%A7%C3%A3o+Cat%C3%A1logo+Mumbuca+%28por+Emerson+Silva-WWF+Brasil%29.png" length="1727660" type="image/png" />
      <pubDate>Wed, 25 Oct 2023 11:39:04 GMT</pubDate>
      <author>ascomoncadagua@gmail.com (Kiw Assessoria)</author>
      <guid>https://www.oncadagua.org.br/associacoes-do-jalapao-apresentam-catalogo-de-produtos-artesanais</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/Reprodu%C3%A7%C3%A3o+Cat%C3%A1logo+Mumbuca+%28por+Emerson+Silva-WWF+Brasil%29.png">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/Reprodu%C3%A7%C3%A3o+Cat%C3%A1logo+Mumbuca+%28por+Emerson+Silva-WWF+Brasil%29.png">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Grande Encontro de Troca de Saberes e Farinhada de Jatobá acontece em Caseara/TO</title>
      <link>https://www.oncadagua.org.br/grande-encontro-de-troca-de-saberes-e-farinhada-de-jatoba-acontece-em-caseara-to</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;b&gt;&#xD;
    
          Evento foi promovido pela Associação Onça D’água nos dias 7 e 8 de outubro
         &#xD;
  &lt;/b&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a href="/"&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2023-10-10+at+10.07.30.jpeg"/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Amplamente utilizado no processamento de alimentos devido ao seu valor nutricional, rico em minerais e fibras, o jatobá é destaque no enriquecimento de bolos, pães, biscoitos, vitaminas, sorvetes e entrou definitivamente para a composição da alimentação escolar pública. Com o intuito de fortalecer a cadeia produtiva do fruto, a Associação Onça D’água, de apoio à gestão e ao manejo de Unidades de Conservação no Tocantins, promoveu entre os dias 7 e 8 de outubro, em Caseara/TO, no Projeto de Assentamento Onalício Barros, o Grande Encontro Troca de Saberes e Farinhada de Jatobá.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O evento contou com uma oficina de processamento de farinha de jatobá e reuniu beneficiários das quatro regiões atendidas pelo Projeto Redes: APA Ilha do Bananal/Cantão, APA Jalapão, APA Serra do Lajeado e três municípios da região das Serras Gerais. Zé Mininim, agroextrativista da APA Jalapão, pioneiro na produção de farinha de jatobá no Tocantins, foi quem ministrou a oficina.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          “Foi uma coisa imensa que a gente não tem nem como agradecer, a organização, o atendimento, o trabalho, o local de trabalho, o companheirismo, a vizinhança que estava junto. É uma honra, a gente vai em um lugar desses e volta com muita saudade, com muita vontade de voltar. Não dá pra falar no nome de um por um, mas a gente fala no geral, em todo mundo que nos apoiou, que nos acolheu”, agradece o agroextrativista.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Durante o evento, foi apresentado ainda o protótipo de uma máquina desenvolvida em parceria com a Embrapa e o inventor Enoque Oliveira Freitas, para facilitar a retirada da polpa do jatobá, objetivando facilitar o processamento e extração de farinha de forma acessível para as comunidades. De acordo com o diretor executivo da Onça D’água, Maurício Araújo, essa máquina acrescentará dinamismo e melhor aproveitamento da produção pelas famílias agroextrativistas.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Na oportunidade, foi lançado o “Bioextrato de Jatobá e Açafrão”, um suplemento alimentar produzido pelas empresas Bionatureza Produtos Artesanais 100% Natural, Agrop (Associação dos Agricultores Familiares e Agroindústrias do Estado do Tocantins), Art.Terra Alimentação Saudável e Ever by Nature, compostas por  empreendedores tocantinenses.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          “Nós da Onça D'água, agradecemos imensamente a participação das comunidades, dos gestores, equipe técnica e brigadistas das APAs e dos Parques Estaduais do Cantão e Lajeado, convidados e produtores da região e de outros assentamentos, empresários, Embrapa, Instituto Sociedade, População e Natureza(ISPN) e demais participantes”, frisa. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Práticas como esta estão sendo apoiadas através do Projeto Rede de Iniciativas Produtivas Sustentáveis em Áreas de Proteção Ambiental no Tocantins, realizado pela Associação Onça D'água, que conta com apoio do PPP-ECOS/ISPN/FUNDO AMAZÔNIA.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          As Iniciativas Produtivas Sustentáveis em Áreas de Proteção Ambiental no Tocantins podem ser conhecidas por meio da página SOCIOBIODIVERSIDADE no site da Onça D'água https://www.oncadagua.org.br/galeria.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Créditos Fotos:
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
          Estúdio Flaviana OX/Associação Onça D´Água 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2023-10-10+at+10.07.31-2188b5db.jpeg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2023-10-10+at+10.07.28.jpeg" length="507932" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 10 Oct 2023 14:24:47 GMT</pubDate>
      <author>ascomoncadagua@gmail.com (Kiw Assessoria)</author>
      <guid>https://www.oncadagua.org.br/grande-encontro-de-troca-de-saberes-e-farinhada-de-jatoba-acontece-em-caseara-to</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2023-10-10+at+10.07.28.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2023-10-10+at+10.07.28.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Jatobá: é tempo de coleta de um fruto versátil e de ricas propriedades</title>
      <link>https://www.oncadagua.org.br/jatoba-e-tempo-de-coleta-de-um-fruto-versatil-e-de-ricas-propriedades</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;b&gt;&#xD;
    
          Jatobá: é tempo de coleta de um fruto versátil e de ricas propriedades
         &#xD;
  &lt;/b&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp-Image-2023-09-09-at-07.57.11.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;i&gt;&#xD;
      
           A Associação Onça D’Água acompanhou a ação na APA Ilha do Bananal/Cantão
          &#xD;
    &lt;/i&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Com as chuvas inesperadas neste mês de agosto, os frutos do Jatobazeiro caíram em abundância. Por isso, estiveram reunidos na APA Ilha do Bananal/ Cantão neste início de setembro, brigadistas da referida Unidade de Conservação (UC), produtores e produtoras rurais do P.A. Onalício Barros e da Associação de Mulheres Agroextrativistas - AMA Cantão e voluntários da Associação Onça D'Água para a coleta de frutos que serão destaque na "farinhada", evento que será realizado na região neste mês de outubro.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Também conhecido como jatobazeiro, jataí, farinheira, imbiúva, entre outras variações, o jatobá é um fruto que ocorre em vários biomas brasileiros - Cerrado, Pantanal, Mata Atlântica e Amazônia - e representa uma fonte de alimento para diversas espécies da fauna silvestre, como primatas (Sapajus spp), antas (Tapirus terrestris), araras (Ara spp.), entre outros. Outra curiosidade envolvendo a interação entre o fruto e os animais é que as formigas (Attini) facilitam a germinação ao limparem as sementes, e as flores do fruto atraem morcegos e mariposas.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Amplamente utilizado no processamento de alimentos devido ao seu valor nutricional, rico em minerais e fibras, o jatobá é protagonista no enriquecimento de bolos, pães, biscoitos, vitaminas, sorvetes e outras receitas. A casca e a resina são empregadas na medicina popular e apresentam atividade antimicrobiana. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Comunidades rurais utilizam o fruto de forma sustentável, incorporadas à sua alimentação ou atendendo demandas do comércio local e regional, sendo inclusive incorporado em programas de alimentação escolar. E com extenso currículo, o jatobá ainda é indicado no reflorestamento e recuperação de áreas degradadas. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Usos do Jatobá
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Semente: O fruto do jatobá é composto por sementes ricas em cálcio, fósforo, ferro, potássio, magnésio e vitamina C. É da polpa que envolve as sementes que é tirada a farinha, rica em amido muito utilizada em receitas.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Casca: Uso medicinal por populações de onde a árvore é nativa, tendo ação adstringente, antibacteriana, antiespasmódica, antifúngica, antiinflamatória, antioxidante, descongestionante, diurética, estimulante, estomáquica, expectorante, fortificante, entre outras. Com diversas propriedades, o chá da casca do jatobá é recomendado para tratamento de problemas respiratórios, como asma, bronquite e rinite, problemas gastrointestinais, como úlceras, gastrite, azia, refluxo e para problemas urinários, como cistites e retenção hídrica.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Resina: A resina do jatobá, ou copal, como é mais conhecido, é usada como incenso e na indústria de vernizes. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Apoio ao Agroextrativismo
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Práticas como a coleta do jatobá na APA Ilha do Bananal/Cantão estão sendo apoiadas através do Projeto Rede de Iniciativas Produtivas Sustentáveis em Áreas de Proteção Ambiental no Tocantins, realizado pela Associação Onça D'água, que conta com apoio do PPP-ECOS/ISPN/FUNDO AMAZÔNIA.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2023-09-09+at+07.57.09.jpeg" length="206672" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 11 Sep 2023 19:57:06 GMT</pubDate>
      <author>ascomoncadagua@gmail.com (Kiw Assessoria)</author>
      <guid>https://www.oncadagua.org.br/jatoba-e-tempo-de-coleta-de-um-fruto-versatil-e-de-ricas-propriedades</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2023-09-09+at+07.57.09.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2023-09-09+at+07.57.09.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Onça D'Água lança documentário de 20 anos de voluntariado</title>
      <link>https://www.oncadagua.org.br/onca-d-agua-lanca-documentario-de-20-anos-de-voluntariado</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;b&gt;&#xD;
    
          Onça D'Água lança documentário de 20 anos de voluntariado
         &#xD;
  &lt;/b&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Associação Onça D'água surgiu da iniciativa de um grupo de profissionais que tinham em comum o desejo de fazer algo a mais pelo Cerrado tocantinense e decidiu unir seus conhecimentos e disponibilidade para VOLUNTARIAR em prol da conservação e do uso sustentável desse rico bioma.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;iframe&gt;&#xD;
    &lt;/iframe&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/od_colagem_de_bia_murad.jpeg" length="283815" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 07 Aug 2023 19:29:53 GMT</pubDate>
      <author>aoncadagua@gmail.com (Angélica Beatriz)</author>
      <guid>https://www.oncadagua.org.br/onca-d-agua-lanca-documentario-de-20-anos-de-voluntariado</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/od_colagem_de_bia_murad.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/od_colagem_de_bia_murad.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Unidades de Conservação da Natureza no Tocantins entram  em programação nacional de visitação às áreas protegidas</title>
      <link>https://www.oncadagua.org.br/my-post</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Unidades de Conservação da Natureza no Tocantins entram 
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           em programação nacional de visitação às áreas protegidas
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/Um+Dia+no+Parque.png"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;i&gt;&#xD;
        
            Um Dia No Parque é uma iniciativa anual e acontece no dia 23 de julho
           &#xD;
      &lt;/i&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Com o objetivo de conectar pessoas à natureza, celebrando as Unidades de Conservação e reafirmando a importância desse contato para a saúde física, mental e emocional, será realizado no dia 23 de julho Um Dia No Parque. Na oportunidade, que é gratuita, adultos e crianças poderão admirar a paisagem, tomar banho de cachoeira, sentir o vento, ouvir os pássaros, caminhar entre as árvores, entre outras atividades.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          No Tocantins, estão inscritos na iniciativa o Parque Estadual do Lajeado, que terá saída em Palmas, na sede do Naturatins e a RPPN Catedral do Jalapão, no município de São Félix do Tocantins, que sairá pela portaria do Jalapão Ecolodge. As atividades não tem limite de idade, embora seja indicado o acompanhamento de menores de 12 anos.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Angélica Beatriz Corrêa Gonçalves, voluntária e membro do Conselho Administrativo da Associação Onça D’Água, de apoio à gestão e ao manejo das Unidades de Conservação do Tocantins, incentiva a participação. “Nós acompanhamos de perto e apoiamos projetos nas APAs Ilha do Bananal/Cantão, Lajeado e Jalapão, além da RPPN Monte Santo, e concordamos que o contato com a natureza é fundamental para compreender a importância da preservação dessas áreas nas nossas vidas. Participem, é férias, levem as crianças”, convida.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A experiência busca resgatar o sentimento de pertencimento na natureza e mostrar que também somos protegidos pelas Unidades de Conservação. O tema deste ano é “É hora de cuidar do nosso lar”, dando continuidade à ideia da edição de 2022, que teve como tema “De volta ao lar”, graças ao retorno às atividades presenciais após o período da pandemia. A iniciativa é da Coalizão Pró-Unidades de Conservação da Natureza.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.unidoscuidamos.com/um-dia-no-parque-2023" target="_blank"&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            https://www.unidoscuidamos.com/um-dia-no-parque-2023
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           CONFIRA A PROGRAMAÇÃO NO TOCANTINS
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           - Parque Estadual do Lajeado (Palmas)
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Passeio nas trilhas do Parque Estadual do Lajeado
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Data: 23 de julho de 2023. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Contato: 63 98106-2046 Lyon e 63 98456-9363 Marina
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          PONTO DE ENCONTRO: Sede do Naturatins (quadra 302 norte)
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Saída às 7:30 - retorno às 18:00
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Vagas Limitadas; o parque disponibilizará o transporte
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          PÚBLICO ALVO: público geral a partir de 12 anos (menores de idade devem ser acompanhados dos responsáveis)
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          RECOMENDAÇÕES:
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Trazer garrafinha de água e alimento para passar o dia;
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          usar calça comprida;
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          usar chapéu ou boné;
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          usar calçado fechado;
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          trazer repelente e/ou protetor solar;
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          NÃO SERÁ COBRADA TAXA
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          PROGRAMAÇÃO
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          08:30 - recepção no parque;
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          09:00 - percorrer trilha do Cerradão (4km);
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          12:00 - parada para almoço;
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          14:00 - percorrer trilha Brejo da Passagem (caminhada de 3,5 km);
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          17:00 - visitar mirante Morro do Chapéu;
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          18:00 - retorno a Palmas.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
           
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           - RPPN Catedral do Jalapão (São Félix do Tocantins)
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Caminhada de conhecimento e contemplação do Circuito Altares da Catedral a partir das 08:30 até as 17:00 horas. Saída pela portaria do Jalapão Ecolodge
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Destino ao público em geral, sem limite de idade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Trazer calçado fechado, vestimenta esporte, boné ou chapéu de sol e câmera fotográfica. Não haverá cobrança de taxas nesse dia.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/APA-Lajeado---Foto-Camilla-Muniz-Naturatins.jpg" length="74473" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 13 Jul 2023 12:04:25 GMT</pubDate>
      <author>ascomoncadagua@gmail.com (Kiw Assessoria)</author>
      <guid>https://www.oncadagua.org.br/my-post</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/APA-Lajeado---Foto-Camilla-Muniz-Naturatins.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/APA-Lajeado---Foto-Camilla-Muniz-Naturatins.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>MUITO FIZEMOS, MAIS AINDA POR FAZER</title>
      <link>https://www.oncadagua.org.br/muito-fizemos-mais-ainda-por-fazer</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;b&gt;&#xD;
    
          MUITO FIZEMOS, MAIS AINDA POR FAZER
         &#xD;
  &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;i&gt;&#xD;
        
            20 anos de Onça D'água
           &#xD;
      &lt;/i&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/odblog.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         Nossa história tem início a partir de um sonho coletivo em cuidar do meio ambiente, sobretudo das áreas protegidas do Tocantins. E assim nasceu a Associação Onça D’água, materializando uma estrada rumo ao desenvolvimento sustentável de nosso Estado. Desse encontro de profissionais, com vivências semelhantes em suas referidas funções na gestão das Unidades de Conservação da Natureza (UC) do Tocantins, houve muitas trocas de experiências que favoreceram à construção de um caminho comum, no qual sempre estivemos afinados com ações e mobilizações de atividades exitosas na luta pela manutenção da boa qualidade de vida nesses espaços protegidos.
        &#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/coleta-de-buriti-11-de-novembro-025.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Contudo, ser membro do terceiro setor não é algo fácil em nossa esfera governamental, o que torna esse trabalho ainda mais árduo para quem se propõe em fazê-lo. No entanto, seguimos mais persistentes que sonhadores, e quando o sonho queria fugir de nós, a necessidade de enxergar a proteção ambiental acontecendo efetivamente falava, e fala até hoje, bem mais alto e forte.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como o mais novo Estado do país, o Tocantins traz em sua história de proteção e conservação do meio ambiente uma certeza de que tudo que se fez nesses inúmeros projetos e políticas públicas, serviu para motivar experiências de apoio às gestões de suas diferentes áreas protegidas, uma vez que é importante para qualquer governo poder contar com diferentes atores sociais que trabalham no sentido de construir ações de fortalecimento e manutenção desses espaços verdes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/C-C3-B3pia-de-processando-o-jatob-C3-A1.JPG" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim a Associação Onça D’água chega aos seus 20 anos de atuação, representando uma força institucional significativa para governos e sociedade, no sentido de contribuir com as comunidades do entorno das UCs, e com vistas a atender às suas demandas econômicas por meio da sociobiodiversidade. Organizada com um corpo técnico voluntário multidisciplinar, nossa associação consegue realizar diferentes iniciativas de apoio a uma diversidade de projetos voltados, principalmente, para ações de conservação e preservação da biodiversidade, tão importantes e necessárias para se cumprir a nobre missão de assegurar que o meio ambiente esteja ecologicamente equilibrado, e verdadeiramente saudável para todos os seres da presente e futura geração.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/Produ-C3-A7-C3-A3o-Rede-Jalap-C3-A3o.JPG" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Redação: Fátima Costa (Sócia-fundadora da Associação Onça D’água)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Revisão: Daniéla Ramos (Voluntária da Associação Onça D’água)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/coleta-de-buriti-11-de-novembro-021.jpg" length="439469" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 02 Jun 2023 13:01:01 GMT</pubDate>
      <author>ascomoncadagua@gmail.com (Kiw Assessoria)</author>
      <guid>https://www.oncadagua.org.br/muito-fizemos-mais-ainda-por-fazer</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/coleta+de+buriti+11+de+novembro+021.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/coleta-de-buriti-11-de-novembro-021.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Projeto Redes promove Curso de Apicultura Básica na Agrotins 2023</title>
      <link>https://www.oncadagua.org.br/projeto-redes-promove-curso-de-apicultura-basica-na-agrotins-2023</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;b&gt;&#xD;
    
          Projeto Redes promove Curso de Apicultura Básica na Agrotins 2023
         &#xD;
  &lt;/b&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp-Image-2023-05-21-at-06.44.41--282-29.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;i&gt;&#xD;
        
            Curso oportunizou conhecimentos introdutórios da prática apícola para comunidade 
           &#xD;
      &lt;/i&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;i&gt;&#xD;
        
            na maior feira agrotecnológica da região Norte
           &#xD;
      &lt;/i&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A Associação Onça D’água realizou entre os dias 20 e 21 de maio, o curso de capacitação em Apicultura Básica na Agrotins 2023. Ação ocorreu no Centro de Ciências Agrárias da Universidade do Tocantins – Unitins, em parceria com a Federação de Apicultura – Fetoapi, Secretaria da Agricultura, Pecuária e Aquicultura - Seagro e o órgão de extensão Rural, o Instituto de Desenvolvimento Rural do Estado do Tocantins. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A formação contou com a presença de apicultores da Associação de Criadores de mel de Palmas – ACAP, pertencentes a Área de Proteção Ambiental (APA) - Serra do Lajeado. O curso beneficiou cerca de 40 apicultores de várias regiões do estado, abrangendo um público diverso de homens e mulheres, jovens e produtores do ramo apícola dos municípios de Marianópolis, São Felix do Tocantins, Paraíso, Palmas, Cariri, Formoso do Araguaia. Também foram contemplados os alunos do Instituto Federal do Tocantins - Campus Dianópolis, da região sudeste do Estado.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A trilha de ensino introduziu assuntos básicos como o preparo das caixas ninho e melgueiras, captura de enxames de abelhas da espécie africana, além de uma roda de conversa, proporcionando um momento de troca de conhecimentos e experiência da classe de produtores de mel.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Patricia de Oliveira, coordenadora do Projeto Redes, destaca a importância do curso no incentivo ao engajamento dos produtores em atividades bioextrativistas que priorizem a conservação do bioma local bem como o fortalecimento da cadeia do mel na região do Cerrado tocantinense.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Projeto Redes 
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O Projeto Redes é executado pela Associação Onça D’água, no âmbito do Edital 29º Fundo para a Promoção de Paisagens Produtivas Ecossociais (PPP-ECOS), do Instituto Sociedade, População e Natureza - ISPN, com financiamento do Fundo Amazônia, que apoia projetos selecionados em três estados da Amazônia Legal – Mato Grosso, Tocantins e Maranhão – que trazem ideias e práticas sustentáveis para a conservação ambiental por meio do uso sustentável dos recursos naturais.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2023-05-21+at+06.26.03.jpeg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2023-05-22+at+10.18.09.jpeg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp-Image-2023-05-22-at-10.18.09.jpeg" length="140593" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 25 May 2023 20:56:48 GMT</pubDate>
      <author>ascomoncadagua@gmail.com (Kiw Assessoria)</author>
      <guid>https://www.oncadagua.org.br/projeto-redes-promove-curso-de-apicultura-basica-na-agrotins-2023</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2023-05-22+at+10.18.09.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp-Image-2023-05-22-at-10.18.09.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Meliponicultura e apicultura: entenda a diferença</title>
      <link>https://www.oncadagua.org.br/meliponicultura-e-apicultura-entenda-a-diferenca</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;b&gt;&#xD;
    
          Meliponicultura e apicultura: entenda a diferença
         &#xD;
  &lt;/b&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/3-728beedc-44df9afc.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;i&gt;&#xD;
      
           Curso básico realizado nos dias 29 e 30 de abril de 2023, na RPPN Monte Santo, trouxe conhecimento para proprietários da região
          &#xD;
    &lt;/i&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
           
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          As abelhas nativas que não possuem ferrão fazem parte do grupo biológico denominado “Meliponini”, nome que resultou na denominação de “meliponicultura” para a prática de criar abelhas sem ferrão. São conhecidas aproximadamente 300 espécies no Brasil.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A criação de abelhas para produção de mel, no entanto, é mais difundida para a prática que utiliza a
          &#xD;
    &lt;i&gt;&#xD;
      
           Apis mellifera
          &#xD;
    &lt;/i&gt;&#xD;
    
          , uma espécie não nativa do Brasil, originária de regiões da Europa e África, introduzida por Portugal no ano de 1839 e disseminada no país a partir do Rio de Janeiro. O nome “apicultura” então, se associa à criação de abelhas da espécie
          &#xD;
    &lt;i&gt;&#xD;
      
           Apis mellifera
          &#xD;
    &lt;/i&gt;&#xD;
    
          e suas subespécies.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Foi a partir desse assunto que, nos dias 29 e 30 de abril (2023) os proprietários da Reserva Particular do Patrimônio Natural – RPPN Monte Santo, localizada na Área de Proteção Ambiental (APA) da Serra do Lajeado, reuniram seus vizinhos para juntos participarem do Curso Básico de Apicultura e Meliponicultura, ministrado pela Associação Onça D’água.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Ao longo de dois dias, os participantes compartilharam experiências e aprendizados sobre as temáticas abordadas, que envolveram os conhecimentos biológicos e comportamentais das abelhas, abrangendo tópicos como a organização social; as funções das abelhas numa colméia; a morfologia interna; os rituais de comunicação por odores e rituais de dança.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Durante a abordagem voltada ao manejo produtivo do mel, foram apresentadas as diferenças entre as duas formas de cultura, apicultura e meliponicultura; as principais vantagens de criar abelhas; os cuidados necessários e medidas preventivas em caso de pessoas alérgicas; a diferenciação dos produtos das abelhas: própolis, pólen (samborá), néctar, geléia real e mel.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Na ocasião, também foi discutido as boas práticas de manejo para manutenção da saúde dos enxames e sobre a escolha da melhor madeira do Cerrado para a confecção de caixas para criação das abelhas.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A prática de manejo com enxames de abelhas dos dois grupos, nativas (Tiúba
          &#xD;
    &lt;i&gt;&#xD;
      
           Melipona fasciculata
          &#xD;
    &lt;/i&gt;&#xD;
    
          e Jataí
          &#xD;
    &lt;i&gt;&#xD;
      
           Tetragonisca angustula
          &#xD;
    &lt;/i&gt;&#xD;
    
          ) e Apis mellifera permitiu que os participantes relacionassem de forma interativa a teoria e a prática. 
          &#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esta atividade é parte da terceira versão do Curso Básico de Apicultura e Meliponicultura, realizado pela Associação Onça D´água, e constitui o cronograma do Projeto Rede de Iniciativas Produtivas Sustentáveis em Áreas de Proteção Ambiental (APA) no Tocantins, apoiado pelo programa PPP-ECOS/ISPN/Fundo Amazônia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A primeira versão foi realizada nos dias 4 e 5 de março de 2023 no PA Manchete e a segunda nos dias 15 e 16 de abril de 2023 para integrantes dos PA Nova Canaã, PA Esperança e PA Boca da Mata, ambas localizadas na Área de Proteção Ambiental (APA) Ilha do Bananal/Cantão.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/5-1ec3d038.jpeg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/1-06c7b22c.jpeg" length="86019" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 05 May 2023 12:24:28 GMT</pubDate>
      <author>ascomoncadagua@gmail.com (Kiw Assessoria)</author>
      <guid>https://www.oncadagua.org.br/meliponicultura-e-apicultura-entenda-a-diferenca</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/1-06c7b22c.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/1-06c7b22c.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Parceria entre Associação Onça D’água e WWF-Brasil fortalece  contexto socioambiental no Jalapão</title>
      <link>https://www.oncadagua.org.br/parceria-entre-associacao-onca-dagua-e-wwf-brasil-fortalece-contexto-socioambiental-no-jalapao</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Parceria entre Associação Onça D’água e WWF-Brasil fortalece
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
           contexto socioambiental no Jalapão
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/Cassiana+apoiando+orienta%C3%A7%C3%A3o+associados+Povoado+do+Prata.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;i&gt;&#xD;
      
           A cooperação técnica apoia a execução de projeto de manejo integrado do fogo e ações de fortalecimento da sociobiodiversidade local
          &#xD;
    &lt;/i&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Desde setembro de 2022 já foram realizadas uma série de ações e encontros com as comunidades residentes na Área de Proteção Ambiental (APA) Jalapão e no entorno do Parque Estadual do Jalapão (PEJ) em apoio às ações de manejo integrado do fogo, lideradas pelos gestores das referidas unidades de conservação, além de atividades focadas no fortalecimento da economia agroextrativista local. A iniciativa segue até agosto de 2023 e é fruto da parceria entre a Associação Onça D’água e o WWF-Brasil para execução do projeto “Fortalecimento das ações de Manejo Integrado do Fogo junto às áreas protegidas e Sociobiodiversidade no território do Jalapão”.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com cooperação técnica firmada, as organizações uniram suas competências a fim de fortalecer as áreas protegidas que são instrumentos essenciais para a proteção do Cerrado. “Pudemos perceber que a percepção da comunidade sobre as áreas protegidas mudou. Antes alguns temiam, por exemplo,  a existência do Parque Nacional Nascentes do Parnaíba, em função da sobreposição a uma parte do seu território de uso, e agora reconhecem a importância da Unidade de Conservação (UC), pois a presença do Parque tem se mostrado uma garantia a mais para a proteção da região, dos recursos do Cerrado, da comunidade e dos seus modos sustentáveis de vida”, explica a técnica de campo da Onça D’água, Cassiana Moreira, se referindo às atividades realizadas no Povoado Quilombola do Prata, no município de São Félix do Tocantins.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Conforme Angélica Beatriz, conselheira administrativa da Associação Onça D’água, a parceria com o WWF-Brasil e a participação de outras instituições são fundamentais para o sucesso do projeto. “As UCs são instrumentos de proteção da nossa sociobiodiversidade. Unir comunidades e órgãos ambientais potencializa as iniciativas de proteção ao Cerrado, além de estimular políticas públicas que conservem as boas-práticas no manejo agroextrativista de espécies como o capim-dourado e o buriti, que fomentam a economia regional”, explica.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O projeto garantiu apoio à realização de atividades como o Encontro Jalapão Integrado, a Feira de Produtos Agroalimentares e da Sociobiodiversidade do Cerrado, a capacitação de agentes ambientais da rota turística do Jalapão, rodas de conversa e outras ações de fortalecimento das associações de pequenos produtores. Uma das ações mais recentes foi o apoio à realização de sessão de fotos para o catálogo digital que será produzido para divulgação das peças de artesanato do capim-dourado e buriti de três associações locais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Participam do projeto comunidades rurais residentes na Área de Proteção Ambiental (APA) Jalapão e no entorno do Parque Estadual do Jalapão, envolvendo os gestores e equipes dessas unidades de conservação, além da Associação Comunitária Quilombola dos Extrativistas, Artesãos e Pequenos Produtores do Povoado Do Prata; Associação de Artesãos e Extrativistas do Povoado do Mumbuca; e a Associação Comunitária dos Artesãos e Pequenos Produtores de Mateiros (ACAPPM).
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Sociobiodiversidade no Cerrado
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A região do Jalapão é caracterizada pela riqueza e diversidade do Cerrado, ainda em bom estado de conservação, além de ser considerado de grande relevância hídrica pela contribuição à bacia hidrográfica Tocantins-Araguaia especialmente por meio dos rios Sono, Vermelho e Novo, abundantes e caudalosos na região. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Os extensos ambientes de veredas, uma fitofisionomia importante no Cerrado composta por campos úmidos e buritizais, abrigam a sempre-viva conhecida como "capim-dourado" (Syngonanthus nitens) e o próprio buriti (Mauritia Flexuosa), utilizados na confecção do artesanato de capim-dourado, que tornou-se um dos principais alavancadores da geração de renda a partir da produção artesanal de diversas comunidades rurais.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Em função da demanda estimulada pelo artesanato do capim-dourado e dos ambientes naturais associados aos recursos hídricos, o turismo também se consagrou como atrativo da região nos últimos anos. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Onça D’Água
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A Associação Onça D’água de Apoio à Gestão e ao Manejo das Unidades de Conservação do Tocantins tem como objetivo apoiar operacional e tecnicamente a gestão e o manejo das Unidades de Conservação da Natureza do Estado do Tocantins; promover a defesa, a preservação e conservação da biodiversidade, a educação ambiental e o resgate dos valores culturais.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Composta por um grupo de profissionais voluntários de diversas formações, a Onça D'água é uma Organização da Sociedade Civil (OSC) sem fins lucrativos e membro da Coalizão Vozes do Tocantins por Justiça Climática.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/Fotografando+Dona+Maria+e+Dot%C3%B4+lideran%C3%A7adas+do+Povoado+Prata.jpeg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/Apoio-capacita-C3-A7-C3-A3o-Agentes-das-Dunas-do-PEJ-112e86f9.jpeg" length="235441" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 12 Apr 2023 11:22:57 GMT</pubDate>
      <author>ascomoncadagua@gmail.com (Kiw Assessoria)</author>
      <guid>https://www.oncadagua.org.br/parceria-entre-associacao-onca-dagua-e-wwf-brasil-fortalece-contexto-socioambiental-no-jalapao</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/Apoio-capacita-C3-A7-C3-A3o-Agentes-das-Dunas-do-PEJ-112e86f9.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/Apoio-capacita-C3-A7-C3-A3o-Agentes-das-Dunas-do-PEJ-112e86f9.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Projeto Redes de Iniciativas Produtivas Sustentáveis no Jalapão</title>
      <link>https://www.oncadagua.org.br/projeto-redes-de-iniciativas-produtivas-sustentaveis-no-jalapao</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Projeto Redes de Iniciativas Produtivas Sustentáveis no Jalapão
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/Povoado-da-Taboca-_-Produ-C3-A7-C3-A3o-artesanal-com-frutos-do-Cerrado.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         Nos dias 24 a 27 de fevereiro de 2023 a Associação Onça D’Água foi a campo na região da Área de Proteção Ambiental - APA do Jalapão em visita aos beneficiários do Projeto Redes, contemplados com apoio estrutural e de divulgação dos trabalhos de produção agroextrativista. As visitas ocorreram na Comunidade Taboca, município de Novo Acordo; no Povoado do Prata, município de São Félix do Tocantins; no Povoado de Fazenda Nova e  na sede da Associação dos Artesãos e Pequenos Produtores – ACAPPM. município de Mateiros. 
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Entre as atividades desenvolvidas no período, houve no dia 25, o encontro da Fava D’anta no Centro de Atendimento ao Turista - CAT em Mateiros, onde estiveram presentes mais de 30 membros das comunidades de Rio Preto, Galheiros, Galhão, Borá, Mumbuca, Rio Novo, Itaperu, Carrapato, Prata, Fazenda Nova e Riachão. O evento ocorreu com a colaboração da Fundação Pró Natureza Funatura - Brasília, Instituto Natureza do Tocantins -  Naturatins, Associação dos Artesãos e Pequenos Produtores – ACAPPM, Ruraltins, e a Secretaria de Municipal de Meio Ambiente de Mateiros – SEDEMATUR.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Patricia de Oliveira, coordenadora do Projeto Redes, explica que o encontro é uma das atividades propostas pelo projeto e objetiva apoiar e mobilizar as comunidades para o extrativismo da Fava D’anta na região. “A estimativa é que as comunidades consigam coletar mais de 5 toneladas de Fava D’anta, as quais serão comercializadas pela indústria farmacêutica e cosmética”, detalha. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Projeto Redes
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O Projeto Redes é executado pela Associação Onça D’água, no âmbito do 29º Edital do Fundo para a Promoção de Paisagens Produtivas Ecossociais (PPP-ECOS), do Instituto Sociedade, População e Natureza - ISPN, com financiamento do Fundo Amazônia, que apoia projetos selecionados em três estados da Amazônia Legal – Mato Grosso, Tocantins e Maranhão – que trazem ideias e práticas sustentáveis para a conservação ambiental por meio do uso sustentável dos recursos naturais.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/Povoado+da+Taboca+_+Produ%C3%A7%C3%A3o+artesanal+com+frutos+do+Cerrado_Dona+Rita.jpg" length="738339" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 21 Mar 2023 12:19:53 GMT</pubDate>
      <author>ascomoncadagua@gmail.com (Kiw Assessoria)</author>
      <guid>https://www.oncadagua.org.br/projeto-redes-de-iniciativas-produtivas-sustentaveis-no-jalapao</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/Povoado+da+Taboca+_+Produ%C3%A7%C3%A3o+artesanal+com+frutos+do+Cerrado_Dona+Rita.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/Povoado+da+Taboca+_+Produ%C3%A7%C3%A3o+artesanal+com+frutos+do+Cerrado_Dona+Rita.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Associação Onça D'água promove curso de apicultura para agricultores do Projeto de Reforma Agrária - PA Manchete na APA Ilha do Bananal / Cantão</title>
      <link>https://www.oncadagua.org.br/associacao-onca-d-agua-promove-curso-de-apicultura-para-agricultores-do-projeto-de-reforma-agraria-pa-manchete-na-apa-ilha-do-bananal-cantao</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         Associação Onça D'água promove curso de apicultura para agricultores do Projeto de Reforma Agrária - PA Manchete na APA Ilha do Bananal / Cantão
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/Projeto+On%C3%A7a+D+%C3%81gua.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         A criação de abelhas utilizando uma abordagem respeitosa e prezando os ciclos biológicos, é uma importante alternativa na diversidade das atividades agrícolas incentivada pela Associação Onça  D'água, que promoveu o curso de Apicultura Básica nos dias 04 e 05 de março, beneficiando 15 agricultores do PA Manchete localizado na Área de Proteção Ambiental (APA) Ilha do Bananal /Cantão.
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           A Associação envolveu a comunidade neste processo de coleta naturalista, com o objetivo de fortalecer a cadeia do mel no local. O PA Manchete já tem como prática a produção da mandioca, criação de aves e extrativismo de frutos do cerrado. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           A capacitação foi ministrada pelo diretor executivo da Onça D'água, Maurício José Araújo, em parceria com o Sr. Antônio José Carvalho, apicultor e grande incentivador da atividade no assentamento e cuja trajetória no processo de criação de abelhas já somam 16 anos  de experiência.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Os participantes vivenciaram uma trilha de aprendizado teórico que contemplou assuntos como o início da apicultura no brasil; vantagens em criar abelhas; funções das abelhas na colmeia; produtos oriundos das abelhas; formação de apiários; cuidados com as pragas e predadores; própolis; pólen apícola; mel; geleia real; entre outros.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Em um misto de olhos curiosos e mãos cuidadosas para o manejo da Apis mellifera, a abelha-europeia, os participantes trajados do conhecido equipamento de proteção individual  tiveram a oportunidade de vivenciar a apicultura na prática durante a realização da captura de um enxame de abelhas abrigadas em um cupinzeiro.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           O PA Manchete possui uma colheita anual de 1 tonelada de mel. É importante ressaltar o papel de destaque do Tocantins na produção de mel, apresentando crescimento progressivo do setor apícola no ano de 2022, conforme aponta a Pesquisa de Pecuária Municipal (PPM) divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).  
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Também estiveram presentes, os alunos da Escola Família Agrícola de Porto Nacional – EFA, que destacaram o valor do desenvolvimento do empreendedorismo por meio da juventude inserida na região. “Esse curso é de grande importância para nós, pois além de garantir uma boa produção pode ser implantado em pequenas áreas e de uma maneira sustentável para o jovem camponês. Sabemos que hoje em dia os jovens estão se deslocando da comunidade para procurar incentivo nas cidades e esse curso veio para incentivar o jovem a ser empreendedor", compartilhou Franksley Oliveira Santos, aluno do 3° período do curso de Agropecuária integrado.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Alinhada aos princípios da sustentabilidade, a Associação Onça D’água pretende engajar jovens produtores nas atividades do projeto Redes de Iniciativas Produtivas Sustentáveis,  focando o fortalecimento das atividades produtivas com base na proteção e conservação do Cerrado.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          APOIO: PPP-ECOS/FUNDO AMAZÔNIA/ISPN
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2023-03-10+at+11.53.03.jpeg" length="510934" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 13 Mar 2023 12:03:27 GMT</pubDate>
      <author>ascomoncadagua@gmail.com (Kiw Assessoria)</author>
      <guid>https://www.oncadagua.org.br/associacao-onca-d-agua-promove-curso-de-apicultura-para-agricultores-do-projeto-de-reforma-agraria-pa-manchete-na-apa-ilha-do-bananal-cantao</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/Projeto+On%C3%A7a+D+%C3%81gua.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2023-03-10+at+11.53.03.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Projeto Redes de  Iniciativas Produtivas Sustentáveis presente na região sudeste do Tocantins</title>
      <link>https://www.oncadagua.org.br/projeto-redes-de-incentivo-a-producao-sustentavel-expande-atuacao-no-tocantins</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         Projeto Redes de  Iniciativas Produtivas Sustentáveis presente na 
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          região sudeste 
          &#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           do Tocantins
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/20230205_111701.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         A Associação Onça D’Água apoia iniciativas de pequenos produtores na região das Serras Gerais por meio do Projeto Redes. O casal Zilmar e Zelma são pequenos produtores rurais da região conhecida como Maria Serra, localizada no município de Porto Alegre do Tocantins e pertencem à Associação dos Produtores do Vale do Maximiniano (Aprovamax).
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
           
          &#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           O casal é um exemplo de empreendedorismo rural. Toda a família trabalha no campo e possui uma produção bastante diversificada de açafrão, feijão verde, feijão trepa-pau, farinha de mandioca, massa ralada e prensada de mandioca, polvilho, pimentas, hortaliças e ainda aproveitam o famoso jenipapo para a produção de vinho.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Projeto Redes
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           O Projeto Redes é executado pela Associação Onça D’água, no âmbito do Edital 29º Fundo para a Promoção de Paisagens Produtivas Ecossociais (PPP-ECOS), do Instituto Sociedade, População e Natureza - ISPN, com financiamento do Fundo Amazônia, que apoia projetos selecionados em três estados da Amazônia Legal – Mato Grosso, Tocantins e Maranhão – que trazem ideias e práticas sustentáveis para a conservação ambiental por meio do uso sustentável dos recursos naturais.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/20230205_110429.jpg" length="596454" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 16 Feb 2023 20:20:05 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.oncadagua.org.br/projeto-redes-de-incentivo-a-producao-sustentavel-expande-atuacao-no-tocantins</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/20230205_110429.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/20230205_110429.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Sistema de Unidades de Conservação do Tocantins completa 17 anos</title>
      <link>https://www.oncadagua.org.br/sistema-de-unidades-de-conservacao-do-tocantins-completa-17-anos</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           SEUC completa aniversário com o desafio de resolver as questões fundiárias e implantar alternativas socioeconômicas viáveis naquelas áreas destinadas ao uso sustentável
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ANGÉLICA BEATRIZ CORRÊA GONÇALVES · FÁTIMA DO SOCORRO GOMES COSTA · MAURICIO JOSÉ ALEXANDRE DE ARAÚJO
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         Instrumento legal de estímulo à proteção da biodiversidade, o Sistema Estadual de Unidades de Conservação da Natureza do Estado do Tocantins (SEUC) chega ao seu 17º ano em 05 de Abril de 2022, comemorando as Unidades de Conservação (UC) já criadas, porém, permanecendo com o dever de resolver as questões fundiárias, implantar alternativas socioeconômicas viáveis naquelas áreas destinadas ao uso sustentável, bem como a ordenação dos serviços de Uso Público onde o turismo se destaca ou tem potencial, questões complexas e que precisam encontrar soluções que passem pelo bem estar das comunidades envolvidas, atores chaves na proteção dos ambientes naturais resguardados nas Unidades de Conservação.
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Embora o SEUC tenha sido instituído no ano de 2005,  abrangendo as unidades estaduais e municipais, o estado iniciou a criação de suas unidades já no ano de 1997, criando três Áreas de Proteção Ambiental (APA): APA Serra do Lajeado, APA da Foz do Rio Santa Tereza e APA da Ilha do Bananal/Cantão, culminando com as últimas UC estaduais criadas, o Parque Estadual do Lajeado e o Parque Estadual do Jalapão, no ano de 2001.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Atualmente o Tocantins tem, no domínio estadual, três parques, nove áreas de proteção ambiental (APA) e um monumento natural. No domínio municipal são quatro áreas de proteção ambiental (APA), um parque e dois monumentos naturais, sendo um deles o Monumento Natural Serra de Natividade, criado no ano de 2018, último ano em que uma UC foi criada no âmbito do SEUC.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Além das unidades de conservação das esferas estadual e municipal, no território tocantinense existem também as unidades de conservação de domínio federal, regidas por instrumento próprio, o SNUC (Sistema Nacional de Unidades de Conservação), com a primeira delas criada no ano de 1959, o emblemático Parque Nacional do Araguaia, na Ilha do Bananal. Quando somadas as UC criadas no Estado do Tocantins, de domínio federal, estadual e municipal, temos uma área protegida que  totaliza 2.566.816,1169 há ou, 9,24%  da área total do Tocantins, pertencente  ao grupo de Uso Sustentável (uso direto dos recursos naturais). Já as unidades de conservação do grupo de Proteção Integral (uso indireto dos recursos naturais) representam 5,78% do total, ou 1.605.846,9476 ha.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Dessa forma, somados os dois grupos, as unidades de conservação da natureza abrangem 15,02% da área total do Tocantins, protegendo majoritariamente ambientes do bioma Cerrado e, em menor parte, ambientes de transição entre Cerrado e Amazônia, e Cerrado e Caatinga, totalizando 10,15%  sob a égide do SEUC.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Desafios de gestão
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao longo desses 17 anos fica claro o quão importante tem sido lutar pela manutenção desses ambientes, dado o avanço do desmatamento e comprometimento do Bioma Cerrado. Apesar de sua resiliência, o Cerrado sofre as agruras do avanço da fronteira agrícola, dos impactos dos incêndios florestais e da perda de espécies e hábitats pelos mais variados motivos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Todo o esforço já dedicado para manter essas áreas protegidas ainda carece de muitas conquistas institucionais no sentido de promover, por exemplo, um quadro técnico efetivo e permanente de servidores necessários à gestão do sistema, em especial aqueles dedicados às atividades diretas de gestão,  manejo e proteção desse patrimônio ambiental. Outra demanda relevante passa pela necessidade de regularização fundiária dos três parques (Cantão, Jalapão e Lajeado) e do Monumento Natural das Árvores Fossilizadas,  criados há  mais de 20 anos, situação que agrava e limita a implementação dessas unidades,  a exemplo de ações efetivas de proteção.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Alia-se a esta demanda a necessidade constante de promover práticas econômicas alternativas que visem estimular as populações residentes ou do entorno a desenvolver atividades que incrementem suas rendas, gerando o menor impacto ao ambiente natural.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Nesse sentido, pesa ao estado a reversão de um processo malsucedido de implantação de concessão de serviços no âmbito dos programas de uso público dos parques estaduais e do monumento natural, que foi equivocadamente confundido com “privatização de parques”. Processo esse que, uma vez conduzido em conformidade com as normas e a devida transparência, poderia garantir não só a proteção dos ambientes  utilizados como atrativo turístico nas UC, mas também teria o potencial de promover a geração de renda local por meio do ordenamento qualificado do turismo.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          E nesta conta de demandas, é importante ressaltar as unidades não criadas, embora seus estudos e consultas públicas tenham sido realizadas entre os anos de 2010 a 2014. São elas: o Monumento Natural da Serra da Cangalha, que iria proteger um fenômeno natural de uma cicatriz no solo formada pela queda de um meteoro, no município de Campos Lindos, na região nordeste; e o Parque Estadual Águas de Paranã, no sudeste, planejado para resguardar a região de mais alto relevo do estado, característica de cerrado rupestre e divisor de águas na fronteira de Tocantins e Goiás. Com proposta de criação aprovada junto ao Conselho Estadual de Meio Ambiente (COEMA), havia uma terceira unidade a ser criada na região do Vale do Rio Palmeira, visando contribuir com a proteção de uma importante bacia hidrográfica, além de remanescentes de mata seca, um dos ecossistemas mais ameaçados no país. Faltou determinação política para efetivar esses processos que seguem ausentes das pautas institucionais.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Apesar da importância de comemorar o montante protegido, vale destacar que muito ainda está por fazer, e que o Estado peca ao não priorizar a gestão efetiva de algumas dessas áreas, especialmente as APAs, que além de trazer possibilidades de gestão socioambiental para as regiões contempladas geraria segurança jurídica para as pessoas residentes que se sentem afetadas.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           A esperança que nunca morre
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Embora o Brasil passe em tempos recentes por diversas fragilidades ambientais, com desmonte de políticas públicas de extrema importância para a conservação da natureza, não podemos e não devemos perder a nossa animosidade  em relação à efetiva proteção das nossas unidades de conservação, primando pela manutenção e fortalecimento do nosso fragilizado mas relevante e histórico  SEUC.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Nesta data comemorativa reforçamos o chamado aos tocantinenses para conhecer e cuidar das UC, acreditando que a atuação permanente da sociedade civil atenta e vigilante é fundamental para que se façam cumprir os objetivos de criação das Unidades de Conservação da Natureza, das quais somos os maiores beneficiários, mesmo que muitos não saibam disso.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          OBS: As informações sobre todas as Unidades de Conservação da Natureza do Tocantins são públicas. Todas as pessoas interessadas podem saber mais sobre elas acessando o link http://gesto.to.gov.br/ E para conhecer mais ainda sobre a localização das Unidades de Conservação da Natureza e outras áreas protegidas, por exemplo, as Terras Indígenas, acesse outro link público que é: https://www.to.gov.br/seplan/areas-de-uso-legal-restrito/24mbxairz33x.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Apoiam esse movimento:
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          ASSOCIAÇÃO ONÇA D’ÁGUA – De apoio à Gestão e ao Manejo das Unidades de Conservação da Natureza do Tocantins. Há 19 anos voluntariando pela proteção do Cerrado aoncadagua@gmail.com
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          ATOBIO – Associação Tocantinense dos Biólogos. Há 12 anos contribuindo e propondo soluções alternativas às questões ambientais do Estado atobio2010@gmail.com
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           (Repostagem de matéria publicada em O Eco, em 5/4/2022)
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/20220920_101347+%281%29.jpg" length="246154" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 13 Jan 2023 19:58:51 GMT</pubDate>
      <author>amanda@bcmarketing.ag (Amanda Riesemberg)</author>
      <guid>https://www.oncadagua.org.br/sistema-de-unidades-de-conservacao-do-tocantins-completa-17-anos</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/20220920_101347+%281%29.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/20220920_101347+%281%29.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Associação Onça D’Água encerra ano em parceria com ATOBio e RPPN Monte Santo</title>
      <link>https://www.oncadagua.org.br/siga-estas-simples-orientacoes-para-aproveitar-a-nova-estacao-ao-maximo</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ação fortalece parceria e intercâmbio de experiências
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/2.jpeg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Finalizando as ações do ano de 2022, a Associação Onça D’Água coordenou nos dias 10 e 11 de dezembro o Encontro de Integração e Planejamento com a participação da Associação de Biólogos do Tocantins - ATOBio e da Reserva do Patrimônio Natural - RPPN Monte Santo. A reunião buscou uma avaliação anual, a aproximação entre as organizações e o planejamento para o próximo ano.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Conforme o Diretor Executivo da Onça D’Água, Maurício Araújo, na reunião que se deu na RPPN Monte Santo, em Palmas, a Associação foi responsável por levar o tema do voluntariado ao grupo, enquanto a ATOBio apresentou o conceito da Ecopsicologia, um campo interdisciplinar que une a promoção da saúde à sustentabilidade. “A cooperação entre organizações com temas em comum, como a sustentabilidade, é fundamental para o nosso sucesso. Temos grandes expectativas para 2023 na troca desses conhecimentos e atuação em conjunto”, compartilha o diretor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Banho de Cerrado
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Conhecendo os conceitos da Ecopsicologia, as organizações realizaram na ocasião o Banho de Cerrado, uma adaptação da prática milenar japonesa “Banho de Floresta” que buscou conectar os participantes com a natureza por meio de trilha na serra e observação de pássaros. A Associação Onça D´Água se comprometeu a estudar a adequação e o investimento no tema.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Oliveira e Lucas Macedo.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/4.jpeg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Banho de Cerrado
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Conhecendo os conceitos da Ecopsicologia, as organizações realizaram na ocasião o Banho de Cerrado, uma adaptação da prática milenar japonesa “Banho de Floresta” que buscou conectar os participantes com a natureza por meio de trilha na serra e observação de pássaros. A Associação Onça D´Água se comprometeu a estudar a adequação e o investimento no tema.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/5.jpeg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Retrospectiva 2022
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma das atividades de destaque do ano de 2022 da Associação Onça D’Água foi o apoio ao Manejo Integrado do Fogo - MIF, em parceria com o WWF Brasil. As ações de manejo foram pactuadas no mês de maio com comunidades residentes na Área de Proteção Ambiental APA Jalapão e entorno do Parque Estadual do Jalapão - PEJ, que foram acompanhadas durante todo o ano.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além deste, o Projeto Redes e o Projeto Vozes também tiveram importantes encaminhamentos. O Projeto Redes estabeleceu as demandas e ofertas da economia popular no entorno das Unidades de Conservação, e o Projeto Vozes do Tocantins aproximou e estruturou um grupo de organizações com o objetivo comum de conservar a sociobiodiversidade do Tocantins e alcançar uma mudança climática justa.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/1.jpeg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Associação Onça D’Água
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Onça D’Água é uma Associação de apoio à gestão e ao manejo de Unidades de Conservação da Natureza do Estado do Tocantins. Fundada em 2003, ela tem como missão liderar iniciativas para a conservação e o uso sustentável da biodiversidade no Cerrado tocantinense, além do suporte técnico à implantação de políticas públicas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estiveram presentes na reunião o Diretor Executivo Maurício Araújo, a Diretora Técnica Danielle Danaga, a Diretora Financeira Angélica Beatriz, o Conselheiro Fiscal Emivaldo de Campos Faria, além dos membros e pontos focais Ediclea Araújo, Patrícia Oliveira e Lucas Macedo.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/3.jpeg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/4.jpeg" length="201233" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 14 Oct 2022 21:13:25 GMT</pubDate>
      <author>amanda@bcmarketing.ag (Amanda Riesemberg)</author>
      <guid>https://www.oncadagua.org.br/siga-estas-simples-orientacoes-para-aproveitar-a-nova-estacao-ao-maximo</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/4.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/4.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Onça D´Água participa de atividades de Manejo Integrado do Fogo no Tocantins</title>
      <link>https://www.oncadagua.org.br/dicas-para-escrever-otimas-postagens-que-irao-aumentar-o-trafego-no-seu-site</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Associação apoiou iniciativa das equipes gestoras da APA do Jalapão e Parque Estadual do Jalapão
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           A Associação Onça D'Água realizou, no mês de novembro, visitas às comunidades de Taboca na APA do Jalapão em Novo Acordo e as Comunidades Quilombolas da Boa Esperança, Formiga, Carrapato, Mata, Ambrosio e Mumbuca, no Parque Estadual do Jalapão em Mateiros. Em todas elas foram realizadas rodas de conversas para avaliações das atividades de Manejo Integrado do Fogo - MIF, que ocorrem no ano de 2022.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            O Diretor Executivo da Associação, Maurício Araújo, explica que ao longo do ano, a Onça D'Água apoiou as ações de MIF, em parceria com a WWF Brasil e que agora, foi a vez dos resultados serem apresentados. “As ações de manejo foram pactuadas em reuniões de planejamento participativo realizadas em maio. Nessas conversas, os participantes tiveram a oportunidade de apresentar os pontos positivos do MIF nas comunidades, bem como o que precisa ser aprimorado para 2023”, conclui.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Manejo Integrado do Fogo - MIF
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Trata-se de uma estratégia ambiental que busca equilibrar os aspectos da utilização de fogo. O MIF visa reduzir condições para a ocorrência de incêndios florestais e restaurar o papel ecológico do fogo nos ecossistemas e vegetações.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Associação Onça D’Água
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A Onça D’Água é uma Associação de apoio à gestão e ao manejo de Unidades de Conservação da Natureza do Estado do Tocantins. Fundada em 2003, ela tem como missão liderar iniciativas para a conservação e o uso sustentável da biodiversidade no Cerrado tocantinense, além do suporte técnico à implantação de políticas públicas.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/image15.jpg" length="222877" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 14 Oct 2022 21:13:25 GMT</pubDate>
      <author>amanda@bcmarketing.ag (Amanda Riesemberg)</author>
      <guid>https://www.oncadagua.org.br/dicas-para-escrever-otimas-postagens-que-irao-aumentar-o-trafego-no-seu-site</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/image15-08e71090.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/ba8641e5/dms3rep/multi/image15.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
  </channel>
</rss>
